Microsoft libera kit de desenvolvimento do Amazon Web Services para Windows Phone
A Microsoft liberou a versão beta do SDK do Amazon Web Services (AWS) para o Windows Phone. Desenvolvido pela companhia como um projeto open source, esse SDK oferece aos desenvolvedores uma discagem rápida que lhes permite rapidamente conectar e integrar os aplicativos de Windows Phone com os serviços oferecidos no AWS.
Os desenvolvedores que trabalham com a criação de aplicativos móveis conectados em cloud querem ter opções de escolha e poder aproveitar os conhecimentos que já possuem. Com este SDK, os desenvolvedores que já estão familiarizados com AWS, quer trabalhem com Android, iOS ou qualquer outra tecnologia, poderão tranquilamente migrar os seus aplicativos também para a plataforma Windows Phone.
Para Terry Wise, diretor de desenvolvimento de negócios do Amazon Web Services, o novo SDK dará aos desenvolvedores a flexibilidade para criar aplicativos da maneira que acharem melhor, com as vantagens que a cloud permite em termos de espaço de armazenamento, largura de banda e recursos computacionais.
Jean Paoli, gerente geral de estratégia de interoperabilidade da Microsoft, acrescenta que, desde o início, o Windows Phone foi desenvolvido para ser um sistema com amplo suporte a cloud computing.
Os desenvolvedores podem baixar o SDK , juntamente com o código fonte completo sob a licença Apache. Um Guia de Iniciação e outros recursos de suporte ao desenvolvedor podem ser encontrados no site Windows Phone Interoperability Bridges.
Hotmail para Kindle Fire
Em mais uma ação no sentido da interoperabilidade, tão logo a Amazon anunciou o Kindle Fire, a Microsoft lançou uma versão do Hotmail desenvolvida especialmente para o novo tablet. Agora os usuários do Kindle Fire podem contar com os recursos já familiares do Hotmail.
O Hotmail para Kindle Fire é apenas mais um da série de aplicativos que desenvolvemos no último ano para dispositivos móveis não-Microsoft. Entre eles também estão o OneNote para iPhone e iPad, e o cliente Lync para Android e iPhone.
Fique ligado porque continuaremos nesse caminho ao longo deste ano, e queremos saber que outros aplicativos de produtividade você gostaria de ver levada para outras plataformas.
Cloud9 IDE permite implantações de Node.js no Azure a partir de plataformas não-Microsoft
Durante o Node Summit realizado na semana passada, Scott Guthrie, da Microsoft, apresentou uma nova maneira de implantar o Windows Azure: Cloud9 IDE. O Cloud9 IDE é um ambiente de desenvolvimento baseado em browser e de plataforma cruzada para o Node.js. É atualmente uma das ferramentas mais modernas para desenvolvedores Node e está disponível para desenvolvedores de qualquer plataforma.
Em sua apresentação, Scott fez uma demonstração do Cloud9 IDE rodando em um Mac para construir e implantar um aplicativo Node.js no Windows Azure, provando também que o Windows Azure é uma plataforma de cloud aberta e flexível que permite que os desenvolvedores criem aplicativos utilizando qualquer linguagem, ferramenta ou framework.
A demo do Scott ainda apresentou o Windows Azure SDK para Node.js, lançada como open source no mês passado – ele está disponível para download no Github. O release é fruto de meses de trabalho conjunto entre a Microsoft e a Joyent.
Você pode saber mais sobre o que rolou no Node Summit e como o Windows Azure ajuda os clientes a tirarem proveito da abertura e flexibilidade da nuvem nos blogs do Azure e Port25.
Colaboração com parceiros open source aprimora gestão de cloud
Esta semana a Microsoft anunciou um importante marco em seus produtos e na sua estratégia de cloud computing: a disponibilidade do System Center 2012 Release Candidate (RC), que já pode ser usado pelos consumidores para construírem suas nuvens privadas.
Com o System Center 2012,a Microsoft apresenta uma oferta que entrega muitas das capacidades de gerenciamento esperadas em uma nuvem privada, com as melhores relações de custo disponíveis. Um dos principais dogmas das soluções de cloud privada da Microsoft e do System Center 2012 é a “plataforma cruzada desde o início”. “Sabemos que nossos clientes têm mesclado ambientes. Então queremos ajudá-los em suas tarefas de gerenciamento de múltiplos hypervisors e sistemas operacionais. Os parceiros da Microsoft têm um papel muito importante no sentido de ajudar clientes a utilizarem todo o potencial do System Center. Eles fazem isso ao estenderem o suporte a plataformas que não sejam Microsoft.
Alguns parceiros já deram um passo adiante nesse sentido, trabalhando com o Grupo de Soluções Abertas (OSG) da Microsoft para desenvolver suas ofertas, baseadas nas capacidades de plataformas cruzadas do System Center, que são mais acessíveis e fáceis de usar.
A SUSE e o OSG da Microsoft, por exemplo, trabalham juntos desde 2006, e já ajudaram mais de 800 clientes a se beneficiarem de esforços conjuntos para aprimorar interoperabilidade e suporte entre Windows e Linux.
Outro bom exemplo dessa colaboração pode ser visto na BridgeWays, provedora de pacotes de gerenciamento que estendem o monitoramento do System Center a uma variedade de aplicativos e bancos de dados rodando em plataformas Microsoft e não-Microsoft, incluindo Linux, UNIX e VMware.
Em um post escrito para o blog Openess @ Microsoft, Matt Theodores, gerente geral de estretégia de marketing do Grupo de Soluções Abertas da Microsoft, fala sobre essas e outras parcerias bem-sucedidas no sentido de facilitar o suporte à interoperabilidade entre tecnologias Microsoft e não-Microsoft.
Se você se interessa ou trabalha com múltiplas plataformas, vale a pena conferir esse post.
Como a tecnologia aberta do Kinect influencia inovações
O Kinect talvez seja um dos melhores exemplos de openness (abertura de código da história da Microsoft. A opinião é de Colette Stallbaumer, director de marketing e operações da Microsoft. Em um post publicado no blog Openess@Microsoft, ele fala sobre como o Kinect conquistou milhões de usuários com sua “tecnologia invisível”.
Você provavelmente já conhece esse modelo de entretenimento acessível a todos, sem controles remotos e sem obstáculos entre o usuário e a tecnologia. No entanto, você talvez desconheça todo o caminho que ela percorreu até se transformar no que é hoje. “Com o suporte de uma comprometida comunidade de entusiastas, o equipamento originalmente desenvolvido para revolucionar o entretenimento rapidamente evoluiu para além dos games e chegou às inovações de negócios em todo o mundo”, diz o executivo em seu post.
Em seu artigo, Stallbaumer detalha o quanto e como o Kinect se transformou de um instrumento de diversão para uma ferramenta de inovação em diferentes áreas de negócios, incluindo saúde. E, tão importante quanto, ele explica como a abertura de código dessa tecnologia influenciou o seu uso para suportar tamanhas inovações,inclusive entre as comunidades de desenvolvedores e entusiastas open source ao redor do mundo.
Stallbaumer fez uma rápida retrospectiva na qual recorda que o ano passado foi repleto de surpresas inovadoras, como o lançamento do SDK do Kinect para Windows. O executivo ainda fala sobre aquilo que está por vir e sobre o programa de aceleração de desenvolvimento de soluções baseadas no Kinect, Kinect Accelerator.
Enfim, se você é desenvolvedor ou se simplesmente curte saber como o Kinect influenciou inovações ao redor do mundo, vale a pena ler o artigo completo de Stallbaumer.
Centro de Tecnologia Microsoft é inaugurado no Brasil
A Microsoft inaugurou no Brasil o maior Microsoft Technology Center (MTC) da América Latina. O MTC, que já é referência mundial de inovação em 17 países, permite a organizações, parceiros e clientes ter uma noção exata de como a tecnologia pode ser aplicada às suas necessidades e ainda mensurar seu impacto real.
Em seus 1300m2, as organizações poderão desfrutar de ambientes de desenvolvimento e implementação, centros interativos nos quais será possível degustar as mais recentes tecnologias e interagir com soluções de interface natural, além de laboratórios de soluções de indústria e salas multitarefas. O Envisioning Center é uma das principais experiências, pois se trata de um espaço que permite visualizar, por meio de cenários customizados, como o portfólio de soluções da Microsoft suporta e viabiliza as estratégias das organizações, permitindo que realizem todo o seu potencial.
Com 700 terabytes de capacidade de armazenamento em um datacenter com 360 processadores, o MTC dá acesso às tecnologias mais recentes da Microsoft e até mesmo às futuras, ainda em versão beta. No MTC, localizado em São Paulo, toda infraestrutura conta com a colaboração de 15 parceiros – AMD, Brocade, Dell, EMC, Emerson, Emulex, HP, Intel, Jabra, NetApp, Nokia, Panduit, Polycom, Schneider e SMART – que vêem nele uma oportunidade para demonstrar suas soluções integradas com a plataforma Microsoft.
O MTC combina o melhor da tecnologia e do conhecimento da Microsoft às soluções de seus parceiros. Deste modo é possível idealizar, planejar, desenvolver, implementar, operar e otimizar soluções inovadoras de tecnologia, testando os resultados em um ambiente que traduz a realidade das organizações. Ou seja, ele oferece a possibilidade de entidades dos mais variados setores testarem a gestão de suas plataformas e a interoperabilidade de seus recursos; realizarem provas de conceito; e verem como a nuvem pode ser utilizada para reduzir custos e consumo de energia.
Dentre as várias possibilidades de experiência no MTC, os usuários podem desde realizar briefings estratégicos com uma equipe especializada, até desenhar arquiteturas de negócios e testar o resultado das implementações. A definição do escopo dos projetos fica mais palpável, as soluções são confeccionadas sob medida e a transferência de tecnologia ocorre de forma planejada.
Impacto na sociedade
Está prevista ainda a utilização do MTC por ONGs, estudantes e empreendedores que participam dos projetos da Microsoft, tais como o BizSpark – programa de apoio ao empreendedorismo – e a Imagine Cup – Copa do Mundo da Computação. Eles poderão utilizar as tecnologias de ponta da Microsoft para desenvolver soluções ainda mais inovadoras e as que tiverem sido premiadas na Imagine Cup, assim como as soluções de destaque das startups ficarão disponíveis para que as mais variadas entidades as possam experimentar. Um exemplo é a solução ProDeaf (Programa de Apoio ao Portador de Deficiência), que transforma voz em língua de sinais (LIBRAS) e vice-e-versa, ajudando portadores de deficiência a se comunicar amplamente.
“O investimento de US$ 10 milhões na construção do Centro de Tecnologia Microsoft na cidade de São Paulo vem reforçar o genuíno compromisso da Microsoft com o desenvolvimento do País, a criação de oportunidades para toda sua rede de parceiros e o fomento à inovação nos mais variados níveis da sociedade”, afirma Michel Levy, presidente da Microsoft no Brasil.
Desenvolvedores levam game de iOS para o Internet Explorer
Desenvolvedores tiraram proveito do poder do HTML5 e da engine JavaScript do Internet Explorer 9 para trazer para o browser o popular game de iOS Cut The Rope.
Em mais um passo no sentido da interoperabilidade, a equipe de Internet Explorer da Microsoft se juntou com o ZeptoLab (criadores do game) e com especialistas do Pixel Lab para fazer o Cut The Rope rodar perfeitamente no IE9.
A versão nativa do jogo para iOS é muito complexa, com cerca de 15 mil linhas de código baseadas em Objective-C. Os desenvolvedores tiraram proveito da engine JavaScript para conseguir vencer o maior de todos os desafios do projeto: levar todo esse código complexo para o browser sem perder a personalidade e alta qualidade a que os jogadores de Cut The Rope estão acostumados.
O resultado final é uma tradução autêntica do game para a web, explorando aquilo que o HTML5 tem de melhor: gráficos canvas-rendered, áudio e vídeo baseado em browser, estilo CSS3 e a personalidade das fontes WOFF.
Os desenvolvedores interessados em saber mais detalhes sobre essa “tradução”e aprender a criar seus próprios sites HTML5 encontram todos os detalhes do trabalho em www.cuttherope.ie. Ah, e o game rodando em HTML5 pode ser visto no mesmo endereço.
Desenvolvedores: bibliotecas Windows Azure para Java estão disponíveis
Boa notícia para os desenvolvedores Java: estão disponíveis as bibliotecas Windows Azure que oferecem acesso baseado em Java para funcionalidades exibidas através da API REST no Windows Azure Service Bus.
Você pode fazer o download das bibliotecas Windows Azure para Java no GitHub.
Este é um passo inicial, já que continuamos trabalhando para que o Wndows Azure seja uma excelente plataforma de cloud para diferentes linguagens, incluindo .NET e Java. Se você usa o Windows Azure Service Bus no Java, por favor, conte-nos o que achou das novas bibliotecas e como podemos melhorá-las. Seu feedback é muito importante para o nosso trabalho.
Para obter mais informações sobre elas, você pode visitar o Windows Azure Java Developer Center.
Interoperability e openness são questões importantes para a Microsoft, nossos consumidores, parceiros e desenvolvedores. Por isso, acreditamos que essas bibliotecas permitirão que aplicativos Java se conectem mais facilmente ao Windows Azure, principalmente no Service Bus, fazendo com que aplicativos escritos em outras linguagens possam interoperar facilmente umas com as outras através do Windows Azure.
Curitiba tem curso gratuito de programação em Windows Phone 7
Se você é da região de Curitiba, possui conhecimentos de C#, está aqui uma oportunidade e tanto para aprender a desenvolver para Windows Phone 7. E o melhor: de graça!
Professores e alunos da pós-graduação em Desenvolvimento de Software em Mercados Internacionais e profissionais do Microsoft Innovation Center de Curitiba promovem palestras e cursos que são oferecidos para a comunidade interna e profissionais de Tecnologia da Informação.
O curso será ministrado no Centro de Estudos de Engenharia Civil “Professor Inaldo Ayres Vieira”, no Campus Centro Politécnico da Universidade Federal do Paraná (IFPR). Com carga horária de 20h, acontece de 16 a 20 de janeiro, em dois horários: das 8h às 12h ou das 13h30 às 17h30.
As vagas são limitadas e a seleção dos candidatos será feita por ordem de inscrição e com prioridade para alunos e servidores da UFPR e tempo de experiência profissional.
Mais detalhes e informações sobre pré-inscrição podem ser obtidos neste link.
PHP com Windows Server e IIS: Uma parceria de sucesso!
Por Fabrício Sanchez*
Houve um tempo na história, onde, profissionais que trabalhavam majoritariamente com a linguagem PHP não trocavam informações com profissionais que trabalhavam com outras plataformas, especialmente a plataforma .NET. Evidente que os problemas nunca foram derivados das tecnologias (PHP e .NET), mas sim, de algum tipo de preconceito (se com razão ou não, não sou eu quem vai dizer) que a comunidade open source nutria pela Microsoft. O fato é que, por muitos anos, mesmo com ambas as tecnologias sendo boas, elas nunca convergiram.
Nos últimos 4-5 anos, a Microsoft vem mudando este quadro e quebrando paradigmas. Tem se aproximado da comunidade PHP e tem implementado diversas iniciativas para incentivar a interoperabilidade de suas soluções. Como prova desta afirmação, basta analisar o container para execução de páginas server-side da empresa, o IIS (Internet Information Services). Hoje temos PHP trabalhando de forma nativa dentro do IIS (utilizando tecnologias como FastCGI e WinCache, ambas construídas com o apoio maciço da comunidade PHP) e não apenas funcionando, funcionando de forma consistente, suportando grandes cargas de requisições e dados. Além disso, a Microsoft tem investido também na construção de drivers e kits de acesso a dados, para que PHP na plataforma Windows, trabalhe nativamente com SQL Server, a plataforma de armazenamento e gerenciamento de dados da empresa.
Em um texto bem bacana publicado em seu blog, Fabrício Sanchez apresenta alguns aspectos técnicos relacionados ao suporte nativo oferecido pelo IIS ao core da linguagem PHP e, como consequência, exaltar evidências que o faça considerar este cenário ao colocar suas aplicações PHP em ambiente de produção.
Se você desenvolve em PHP, vale a pena ler o artigo.
*Fabrício Sanchez é desenvolvedor e especialista em produtos da Microsoft
Microsoft libera protocolo web para iOS
Comprometida em promover a interoperabilidade entre tecnologias, a Microsoft deu mais um passo na frente de software open source. O projeto OData Library para Objective-C foi submetido à galleria de dados, linguagens e interoperabilidade de sistemas da Fundação Outercurve.
Isso significa que o OData4ObjC, o cliente OData para iOS, agora é um projeto open source totalmente suportado pela comunidade.
O Protocolo Open Data (OData) é um protocol de internet utilizado para comunicação entre dispositivos cliente e serviços web RESTful. Ele simplifica a construção de queries e a interpretação das respostas enviadas pelo servidor. Além disso, especifica a forma como um serviço de internet pode estabelecer suas semânticas de maneira que uma biblioteca genérica consiga expressá-las para um aplicativo – isso significa que os aplicativos não precisam ser escritos de maneira customizada para uma única fonte.
A Fundação Outercurve já hospeda 19 projetos de OSS e, como Spyros Sakellariadis, gerente da Galeria observa em um post no seu blog, este é o segundo projeto de OData da galeria. O primeiro foi o projeto OData Validation, submetido em agosto de 2011.
“Com este novo projeto, esperamos envolver ainda mais os desenvolvedores da comunidade open source com a melhoria das bibliotecas OData”, disse.
Arlo Belshee, gerente senior de programa da Microsoft, diz em um post em seu blog que a abertura de código da biblioteca cliente OData para Objective C permitirá suporte de primeira classe para esta importante plataforma. “Combininado com o suporte existente para Android (Odata4j, OSS e Windows Phone (no odata-sdk da Microsoft), este release oferece suporte uniforme para todos os principais telefones”, afirma.
Framework open source PhoneGap traz suporte completo ao Windows Phone
A comunidade do PhoneGap finalizou a versão 1.3 do framework do open source mobile do HTML5. Ele traz uma série de novos recursos, sobre os quais você pode ver detalhes aqui.
A Microsoft anunciou em setembro que estava ajudando a garantir o suporte ao Windows Phone no PhoneGap: agora isso é parte da nova versão!
Além disso, todos os recursos do PhoneGap 1.3 agora são suportadas pelo Windows Phone, conforme você pode conferir no site deles, aqui!
Para completar, embora haja muito mais novidades, além dos recursos principais do PhoneGap, os desenvolvedores podem tirar proveito de uma série de plugins que suportam redes sociais, incluindo Facebook, LinkedIn, Windows Live e Twitter, bem como da sólida integração ao Visual Studio Express para Windows Phone.
Neste post escrito por Abu Obeida Bakhach, gerente de programa de estratégia de interoperabilidade da Microsoft, você lê muito mais sobre os detalhes da nova versão e as novidades de suporte do PhoneGap ao Windows Phone.
Desenvolvendo uma loja virtual no WebMatrix
Por Vinicius Souza e Fernando Martin*
O WebMatrix evoluiu e agora traz ainda mais facilidades para você desenvolver suas aplicações. Você pode fazer o download aqui e descobrir tudo o que a ferramenta pode te oferecer.
O WebMatrix é a nova ferramenta de desenvolvimento web da Microsoft focada em interoperabilidade e simplicidade. Com o WebMatrix, é possível desenvolver utilizando PHP ou Asp.Net e ainda utilizar aplicações web open source como o WordPress, por exemplo, utilizando o Web App Gallery direto na interface da ferramenta.
O WordPress é, sem dúvida, um dos projetos open source mais conhecidos e utilizados atualmente para o desenvolvimento de sites. Mas e se eu quiser desenvolver um e-commerce?
No App gallery do WebMatrix, temos a categoria e-commerce com 11 opções de projetos open source, até o momento da edição deste artigo.
Neste artigo, Vinicius Souza e Fernando Martin, da Microsoft, falam especificamente de uma dessas opções, o nopCommerce. Se você trabalha ou curte desenvolvimento, vale a pena conferir o tutorial.
Ele traz dicas e imagens para ilustrar o passo-a-passo.
*Autores
Vinicius Souza
Twitter: @vbs_br
Bacharel em Ciência da computação com experiência de mais de 10 anos em desenvolvimento utilizando diferentes plataformas, com ênfase em Java e .Net. Atualmente trabalha como especialista em desenvolvimento na Microsoft.
Fernando Martin (Caverna)
Twitter: @fernandomartin
Developer desde 2001, entusiasta por ferramentas de desenvolvimento, frameworks e games. Apaixonado por novas tecnologias e inovação, XBOX e fotografia, integrante do time de especialistas da Microsoft.
Utilizando o Web Storage com HTML5
Por Murilo Maciel Curti e Diego Blanco*
Com a chegada do HTML5, muitas das tarefas que os desenvolvedores precisariam fazer de uma forma complicada e com várias linhas de código, são facilitadas por novas tags e API´s que acompanham o HTML5.
Em um caso bastante particular, temos o Web Storage. Semelhantes aos cookies, eles permitem com que os dados sejam armazenados de duas maneiras, ´local storage’ e ´session storage’. Para quem está habituado ao uso de cookies, os nomes já parecem auto-explicativos. O ´local storage’ é uma modalidade que salva os dados por site, se mantendo mesmo após o browser ser fechado. Já o ´session storage’, a partir do momento em que a aba ou navegador for finalizado, os dados não estarão mais armazenados.
A pergunta que surge é: Mas, se ele funciona como um cookie, qual a vantagem em utilizar Web Storage?
A resposta é simples, facilidade de utilização, tamanho do espaço disponibilizado para a gravação desses dados e performance. A capacidade de armazenamento varia de acordo com o navegador, por exemplo o Firefox possui 5Mb por site, enquanto o Internet Explorer possui 10Mb. No caso da performance, temos vantagem uma vez que as informações não são enviadas em todos os requests ao servidor, mas sim quando precisamos de determinada informação.
Para utilizar tanto o ?local storage’ como o ´session storage’, é por meio de JavaScript. Basicamente, receberemos uma chave (id do nosso HTML) e faremos a gravação. Como exemplo de implementação:
Forcei a criação de uma função apenas para ficar mais claro. Aonde ´dados’ é o id passado via HTML. Como por exemplo:
Para resgatarmos esses dados, é bastante simples também:
Com isso, conseguimos armazenar dados de nossa página como se fossem Cookies, porém com as vantagens já citadas. Os dados estarão armazenados sem limite de tempo, mesmo com o fechamento do browser, o que possibilita uma navegação offline.
No caso do Internet Explorer, podemos utilizar também dois eventos, ao invés dos citados nos exemplos anteriores. Esses eventos ajudam ainda mais a termos controle sobre o Web Storage, que são:
- ‘onstorage’ – É disparado quando alguma área de storage é modificada
- ‘onstoragecommit’ – É disparado quando um local storage é escrito em disco (O Internet Explorer utiliza XML para isso).
Para limpar a ´local storage’, devemos fazer da mesma maneira que fazemos com os Cookies. Ou seja, excluir o histórico de navegação.
Falando de ´session storage’, utilizaremos as funções de forma bastante semelhante, apenas alterando o início:
Lembrando que o ´session storage’ traz o conceito de “Per Page Per Window” ou (PPPW), o que possibilita que várias sessões funcionem ao mesmo tempo em diferentes janelas, em um conceito semelhante ao de encapsulamento, da programação orientada a objetos. Fechando o browser ou a aba, os dados não estarão mais armazenados em nenhum lugar.
A segurança do ´session storage’, fica por conta do contexto de navegação de nível superior. A cada nova aba, o Internet Explorer por exemplo, cria um novo contexto. Com isso um script que está sendo executado em um contexto de nível superior, não possui acesso a outro que está em outra aba. O acesso só poderá ser feito por um site dessa origem, aberto na mesma janela.
Essa origem é determinada pelo protocolo, pelo host (ou endereço IP) e pelo número da porta do documento.
Web Storage funciona em todos os navegadores atuais. Para este artigo, as demos foram executadas no Internet Explorer 9. Para maiores informações acesse: http://www.internetexplorer9.com.br/
*Autores
Murilo Maciel Curti
Twitter: @shinjiR
Membro do time de especialistas em desenvolvimento da Microsoft Brasil com foco em desenvolvimento para Windows, HTML5, Windows Phone e jogos.
Diego Blanco
Twitter: @diblanco_
Bacharel em Sistemas da Informação, sempre trabalhou com Web e é apaixonado por isso. Tem basicamente dois hobbies, tocar guitarra e estar antenado com as últimas dos Games. Atualmente faz parte da equipe de Audiências Técnicas da Microsoft. www.diblanco.net
Evento debate interoperabilidade em Porto Alegre
No último dia 10 aconteceu na PUC-RS, em Porto Alegre, o InteropDay. Cerca de 800 profissionais se reuniram para discutir tendências e novidades para interoperabilidade entre tecnologias.
Fabrício Sanchez, especialista em desenvolvimento, palestrou sobre WebMAtrix e as parcerias de host que a Microsoft está desenvolvendo.
Já Fabio Hara, DPE IT Pro, falou sobre virtualização com Hyper-V. Ele apresentou demos virtualizando diferentes tipos de sistemas operacionais, como CentOS, OpenSUSE, Ubuntu e uma versão do Android.
Além disso, houve palestra ministrada por participantes do MVP (Microsoft Most Valuable Professional), também sobre virtualização.
O Windows Azure e o Windows Phone também foram assuntos dos debates e palestras realizados durante o InteropDay.
Se você perdeu o evento, ainda pode dar uma espiada no que rolou por lá aqui. Aproveite!
Windows Azure: interoperabilidade e melhor experiência para o desenvolvedor
O Windows Azure está em constante evolução com base no feedback de usuários e desenvolvedores. O sistema recebeu uma série de melhorias que aprimoram e facilitam o seu uso, interoperabilidade e o seu valor como um todo.
A gente listou algumas delas aqui:
- Nova experiência com o desenvolvedor
- Mais interoperabilidade
- Facilidade para começar a usar a plataforma
- Mais escala no banco de dados
- Muito mais valor como um todo
Mas não é só isso. Tem muito mais novidade, inclusive para a comunidade de desenvolvedores, que agora conta com SDK para Node.js, preview de distribuição baseada no Apache Hadoop para o Windows Azure e novas ferramentas para tecnologias OSS.
Neste link você encontra detalhes sobre cada uma das novidades e das melhorias em todos os campos.
Além disso, o Windows Azure ganhou um novo portal, que pode ser visto aqui.
Dicas e truques para você desenvolver um bom game
Por Vinicius Souza*
Se você perdeu o Game Developers Day 2011 que rolou no último sábado, fique tranquilo, que a gente separou algumas dicas pra ajudá-lo a criar um bom game!
Ao desenvolver um game, a primeira coisa que nós developers pensamos é no código que iremos desenvolver e esquecemos o mais importante à pessoa que vai utilizar de fato o nosso jogo.
Por mais legal e desafiador que tenha sido a programação, o que vai contar no final é a experiência do usuário com o seu aplicativo, por isso fizemos um compilado de dicas e truques, que servirá tanto para games, quanto para aplicativos em geral.
Necessidades fisiológicas
Leve em consideração as necessidades fisiológicas dos usuários da sua aplicação ou game, por exemplo, ao desenvolvermos um jogo para crianças faça um teste com as crianças e vejam elas jogando. As mãos das crianças são menores do que a nossa, parece óbvio agora… Mas enquanto estamos desenvolvendo não pensamos nisso. E alguns jogos exigem um contorcionismo de dar dó das crianças.
Outro item importante é testarmos o jogo ou aplicação no aparelho, o emulador é muito bom, mas ainda utilizamos o mouse para realizar o clique e isso gera um gap, que é descoberto apenas ao publicarmos a aplicação no device e utilizarmos nossos dedos para clicar em algo.
Segurança
Deixem o usuário seguro de tudo que está acontecendo, passando um sentimento de controle.
Um exemplo que posso dar aqui é no uso de redes sociais, deixe claro para o usuário que determinada ação vai para a rede social dele. É péssimo quando o usuário descobre que algo foi para a rede social dele somente quando começa a receber feedback de seus amigos ou seguidores.
É bom pedir confirmação, mesmo que ele tenha permitido anteriormente, mas não faça um interrogatório. Use o bom senso.
Social
É sempre bom utilizar redes sociais no seu jogo ou aplicativo, os usuários vão querer compartilhar a experiência que tiveram com seus amigos. Queremos sempre passar algum conteúdo diferente e relevante para nossa rede de amigos. E as redes sociais geram um conhecimento de nossa aplicação, tocando mais e mais possíveis usuários.
Estima
Trabalhe a autoestima do usuário, dando troféus, medalhas ou simplesmente fazendo um som que o faça compreender que o que ele acabou de realizar algo muito difícil. Um bom exemplo de tratamento de autoestima que tenho para compartilhar foi quando ao cheguei a um determinado nível em um jogo e no exato momento recebi uma mensagem de parabéns me informando que eu era o centésimo usuário do game a conseguir alcançar esse nível.
Cuidado com a banalização também, porque ao invés de elevar a autoestima do usuário, estaremos mitigando a paciência dele.
Precisa funcionar
Parece meio óbvio, mas sua aplicação ou jogo DEVE funcionar e funcionar bem. Faça testes de experiência com possíveis usuários.
Veja se o aplicativo está de fato fazendo o que se propõe a fazer e para todos os usuários que tenha testado a sua aplicação. Quando desenvolvemos não somos a melhor fonte de teste de nosso próprio aplicativo.
Funcionando, a utilidade é questionável
Posso fazer um aplicativo de shotgun – para quem não conhece, o objetivo desse aplicativo é permitir ao usuário carregar e atirar com uma espingarda calibre 12. Isso é feito utilizando-se dos sensores existentes no celular, o usuário carrega a arma movimentando o celular para cima e para baixo e atira quando o gatilho é clicado. Pergunte para você mesmo, qual a utilidade desse aplicativo? Não precisa nem responder.
O item surpresa
Não divulgue tudo nos Screenshots e na descrição da aplicação na hora de publicar no Marketplace para não estragar a surpresa. Imagine o quão legal será para o usuário quando ele descobrir alguma feature do seu aplicativo que ele nem sabia que tinha.
Mas também seja justo, em hipótese alguma foque em uma feature ou tela que o usuário só terá contato se procurar em todos os níveis, ao invés de surpreendê-lo, você vai frustra-lo.
Reviews exagerados não transmitem segurança
Acabou de publicar sua primeira aplicação, imediatamente você corre para seus amigos pedindo que façam reviews dela. Seus amigos, por serem seus amigos, vão exagerar um pouco e isso pode gerar um efeito completamente contrário ao desejado. Você já deve ter se deparado com reviews com o seguinte conteúdo.
“Melhor aplicação que existe! Mudou a minha vida.”
Por mais que o aplicativo seja bom, quem em sã consciência faz um review destes. Está na cara que foi a mãe do developer que fez esse review.
Um simples “O aplicativo faz tudo que promete, recomendo” pode ter muito mais efeito.
Utilize as ferramentas de teste
A Microsoft forneceu um monte de ferramentas para testarmos nosso aplicativo. Por isso, use e abuse delas. Use o Windows phone profiler para acompanhar o consumo dos recursos do device, use o teste de publicação para verificar se todas as imagens estão presentes, testes no emulador e no celular. Enfim, teste muito.
Caprichem no design do seu Tiles
Aplicativos com tiles bonitos vão acabar na tela inicial do telefone do usuário. Não sei vocês, mas eu organizo meu Tile hub com meus melhores Tiles e tenho orgulho em mostrá-los.
Todo mundo com roupa e boa educação
Não são permitidos fotos com nudez, nem tente! Sua aplicação não será aprovada ou você vai pensar que foi aprovada, mas ao tentar localizá-la nunca vai encontrar.
Sem brigas ou ameaças
Não faça ameaças a povos, crenças e etc. sua aplicação não será publicada também. Use o bom senso sempre.
Discriminação não!
Qualquer conteúdo discriminativo não será aprovado.
O caso do Brasil e Coréia do Sul
Para publicar um jogo no Marketplace do Brasil é necessário enviar uma documentação para o Ministério da Justiça para receber a certificação da faixa etária pretendida. Somente com essa documentação, seu aplicativo será publicado na Marketplace. Para ajudar a receber a certificação entre em contato com o Rafael Vilela (rafael.vilela@mj.gov.br). Ele vai enviar os documentos necessários para que sua aplicação seja aprovada. Sugiro também que disponibilize o seu aplicativo em outros países antes, para facilitar os testes que serão realizados pelo Ministério. Isso mesmo, eles vão testar sua aplicação para ver se realmente está certificada para a faixa etária que você pretende.
Após receber a certificação, você deverá inserir a imagem da faixa etária pretendida. Deve ser utilizada exatamente a imagem fornecida, não sendo permitido utilizar metáforas.
Somos exigentes
Todas as aplicações passarão por testes automáticos e manuais e a Microsoft é muito exigente com as aplicações que serão disponibilizadas no Marketplace. Por isso, mais uma vez, teste muito e utilize todo o conjunto de ferramentas disponíveis no Visual Studio.
Reports de erro
O nível de exigência iguala-se ao nível dos reports de erros recebidos. Eles precisam ter caminhos para reproduzir os erros encontrados e com quais modelos foram testados.
*Vinicius Souza atua como evangelista de plataformas e desenvolvimento na Microsoft Brasil
Novo driver da Microsoft dá acesso de desenvolvedores Linux ao SQL Server
A equipe de SQL Server da Microsoft anunciou na semana passada a disponibilidade de um preview do Driver SQL Server ODBC para Linux, que permite aos desenvolvedores nativos acessarem o Microsoft SQL Server a partir de sistemas operacionais Linux.
Agora, a confiabilidade do driver de nível corporativo ODBC para Windows (conhecido como AQL Server Native Client ou SNAC) foi levada para a plataforma Linux para os clientes com aplicativos nativos em multiplataformas.
Você pode fazer o download do driver aqui.
Nesse release, o Driver SQL Server ODBC para Linux será um driver de 64-bit para o Red Hat Enterprise Linux 5. Este novo release do driver suportará o SQL Server 2008 R2 e o SQL Server 2012 . Entre os recursos de destaque do driver (além daquilo que você já espera de um driver ODBC) estão o suporte para o protocolo de autenticação Kerberos, SSL e codificação UTF-8. Este release também traz ferramentas eficientes e os utilitários BCP e SQLCMD para o mundo do Linux.”, disse Shekhar Joshi, gerente sênior de programa da equipe Driver Microsoft SQL Server ODBC para Linux.
Este é, segundo ele, mais um exemplo do comprometimento não só da Microsoft, mas da equipe de SQL com a interoperabilidade.
Você pode ler o post completo escrito por Shekhar aqui. E mais informações sobre o primeiro release do Driver ODBC para Linux da Microsoft podem ser encontradas aqui.
Novidades e oportunidades para desenvolvedores no Game Developers Day
O Game Developers Day 2011 (GDD 2011), que acontece neste sábado (10/12), é o primeiro evento criado em conjunto pela Nokia e a Microsoft para apoiar a indústria de jogos mobile no Brasil. No GDD 2011, será apresentada a oferta da parceria entre Nokia e Microsoft para os desenvolvedores de jogos para smartphones, além dos novos aparelhos Nokia com Windows Phone, o Nokia Lumia 710 e o Nokia Lumia 800.
Alguns dos principais temas a serem abordados são: ferramentas de desenvolvimento para Windows Phone, monetização no Marketplace, integração com Xbox Live, suporte local disponível para os criadores de jogos, e estudos de casos de desenvolvedores brasileiros.
O encontro pretende reunir 200 desenvolvedores profissionais de jogos mobile e desktop, que poderão aprender, compartilhar experiências e conhecer o que há de novo nessa indústria.
Neste link você pode conferir a agenda do dia e fazer a sua inscrição.
Acordo garante uso de aplicativos corporativos da Microsoft em diferentes plataformas móveis
Como parte dos constantes diálogos que mantém com seus clientes corporativos, a Microsoft percebeu que cada vez mais surgem demandas por interoperabilidade geradas por conta da consumerização da TI nas empresas. Esta crescente tendência não diz respeito apenas a funcionários que usam seus mais recentes gadgets para trabalhar, mas ao uso desses dispositivos para acessar aplicativos e serviços corporativos.
Já ficaram para trás os dias em que a equipe de TI conseguia gerenciar o acesso remoto a recursos corporativos através da simples instalação de aplicativos em celulares BlackBerry que pertenciam à própria empresa. Hoje, os funcionários querem utilizar seus equipamentos inteligentes, nos quais mantêm tudo sobre suas vidas pessoais e profissionais. Os ganhos de flexibilidade e de produtividade obtidos ao garantir suporte aos profissionais que utilizam seus próprios dispositivos dão a esses equipamentos o status de diferencial competitivo – e não mais de “algo bacana de se ter”.
No entanto, isso cria complexidade porque os departamentos de TI precisam estar preparados para suportar acessos a recursos corporativos a partir de uma enorme variedade de plataformas.
Esse acordo de licenciamento de protocolo firmado entre a Microsoft e a AgreeYa Mobility é um passo na direção certa para endereçar alguns desses desafios de interoperabilidade de nossos clientes corporativos. A AgreeYa Mobility desenvolve aplicativos para diversas plataformas móveis. E com esse acordo esses aplicativos passarão a interoperar com alguns aplicativos e serviços corporativos da Microsoft, como o SharePoint, Remote Desktop Services, Windows Azure e Windows Server Active Directory. É uma solução para organizações de TI que precisam garantir acesso a esses recursos para seus usuários finais utilizam dispositivos pessoais, bem como para aqueles que querem uma completa integração entre suas vidas pessoais e profissionais nos dispositivos móveis de sua preferência.








