Office 2007 produzirá documentos em formatos compatíveis com outras versões do pacote de softwares

31 de August de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
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Ontem falamos das vantagens de se usar arquivos baseados em Open XML. Mas é certo que o usuário do Office 2007 terá de abrir arquivos criados com a última versão do software em versões anteriores do Office. Para evitar conflitos, a Microsoft desenvolveu um sistema que restringe automaticamente as características e funcionalidades não-disponíveis nas versões com as quais o usuário pretende compartilhar seus documentos.

Caberá ao usuário ou ao administrador do Office 2007 determinar as características padrão – basicamente um conjunto de configurações que estabelece regras para o arquivamento dos documentos. Isto pode ser feito durante a instalação do pacote Office ou incluído, posteriormente, sob o perfil de um usuário ou de um papel específico.

Vale lembrar que os documentos armazenados no formato Open XML terão novas extensões que permitirão ao Office 2007 distinguir esses arquivos de outros documentos binários (usados em versões anteriores do Office). As novas extensões adotam as mesmas de arquivos binários existentes, porém acrescentam a elas uma letra ao final, o “x”. Por exemplo, um arquivo de Word, que atualmente tem a extensão .doc, passa a ter a extensão .docx. O mesmo vale para o Excel – muda de .xls para .xlsx -, Powerpoint – muda de .ppt para .pptx – e assim sucessivamente para todos documentos produzidos por softwares do pacote Office.

Brian Jones, Gerente de Produtos do Microsoft Office, mantém um blog na Rede de Desenvolvedores Microsoft (MSDN) dedicado aos formatos de arquivo XML do Office. No site, Jones publica análises, aprofunda as razões que sustentam as decisões de projeto do Office 2007 e aponta links para os mais interessados no assunto. Confira aqui (em inglês).

Entenda as vantagens dos arquivos Open XML

30 de August de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
Categoria: Blog 

A Microsoft vai introduzir formatos de arquivo baseados em Open XML – de código aberto – nas novas versões do Microsoft Office System e do Microsoft Office 2007. Com isso, programas populares da empresa como Word, Excel e PowerPoint passarão a usar o Open XML. Entenda as principais vantagens dos arquivos neste formato.

1. Aberto e isento de royalties – O Open XML se baseia nas tecnologias XML e ZIP, que são gratuitas. A especificação do formato e dos esquemas é aberta e permite que desenvolvedores a utilizem como julgar necessário.

2. Padrão de interoperabilidade – Tendo o padrão Open XML como base dos arquivos, todo o processo de intercâmbio de dados entre aplicativos do Microsoft Office e os sistemas corporativos será simplificado. Isso acontecerá basicamente porque, com o Open XML, o acesso não fica mais restrito apenas aos aplicativos Office – ou seja, esses arquivos podem ser lidos por outras soluções que sejam compatíveis com XML.

3. Compatível e estável – O Open XML é projetado para oferecer mais robustez que os formatos binários – legíveis apenas pelas máquinas – e, com isso, reduzir o risco de perda de informação devido à corrupção ou dano nos arquivos.

4. Eficiente – O Open XML utiliza a tecnologia de compressão ZIP para salvar os documentos. Esse tipo de compressão de arquivos deve resultar em uma economia de custos ao reduzir o espaço de disco necessário para armazenar os arquivos, e a largura de banda necessária para transportá-los por correio eletrônico, pela rede ou na Internet.

5. Seguro – Como formato de livre acesso, o Open XML se traduz em arquivos mais seguros e transparentes. Os documentos podem ser compartilhados de forma confidencial, uma vez que a informação identificável como de tipo pessoal ou sensível (por exemplo, nomes de usuários, comentários, caminhos de arquivos, etc.) pode ser identificada e eliminada com facilidade. Isso se dá em parte porque arquivos Open XML são codificados em língua legível para os seres humanos (em oposição ao formato binário, legível apenas por computadores).

Autor de ensaio que é referência no mundo open source conversa com o Port25

29 de August de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
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No post de hoje, você confere uma entrevista em vídeo feita por Bryan Kirschner, do Port25, com o professor de engenharia de software da escola Politecnico di Milano Alfonso Fuggetta. Na conversa, eles abordam as políticas européias para assuntos ligados à tecnologia da informação e as questões que envolvem o open source.

Além de professor, Fuggetta é o autor de um respeitado ensaio intitulado “Open Standards, Open Formats, and open source”, que é tido como referência em boa parte das discussões sobre código aberto. O italiano também acumula os cargos de CEO do CEFRIEL e de Docente Associado da Universidade da Califórnia.

O professor aborda ainda algumas questões levantadas por seu ensaio e explica o que o levou a escrever o texto. Veja aqui!

Microsoft firma parceria com a Unicamp para desenvolvimento de soluções de interoperabilidade

28 de August de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
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A Microsoft fechou hoje mais uma parceria com a Unicamp – Universidade Estadual de Campinas. A idéia é desenvolver dois novos projetos de interoperabilidade. De acordo com o professor do Departamento de Sistemas de Computação (DSC), Sandro Rigo, que participou da palestra inaugural do Interoperability Lab, o primeiro projeto pretende aprimorar a comunicação entre máquinas operando com diferentes plataformas. “Deverá ser uma atuação transparente”, explica Rigo ao Portal Unicamp sobre como as máquinas que operam em Windows devem se comunicar com as que operam em Linux.

Já o segundo projeto, que atua no mesmo sentido apesar de estar mais restrito ao ambiente acadêmico, trará resultados efetivos na redução de custos para a área comercial. A produção de conteúdo técnico relacionado a HPC (High Performance Computing – Computação de Alta Performace), Windows CCS e Integração do Windows Server com Linux também está prevista no acordo.

O gerente de projeto da Microsoft, Fábio Cunha, argumentou que os dois projetos são um forte movimento da empresa em direção à interação com o software livre. A escolha da Unicamp como parceira foi justificada com o argumento de que a Microsoft já havia infra-estrutura montada na Universidade. Para administrar os dois novos projetos, quatro bolsistas serão selecionados.

O conteúdo produzido pelo Interoperability Lab na Unicamp será acompanhado e publicado pelo Porta 25. Fique ligado!

Impressões da Linux World 2006

25 de August de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
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Anandeep Pannu, do Port25, foi ao Linux World 2006, em São Francisco, e escreveu um breve relato do que viu e ouviu. Para ele a feira foi decepcionante. “Eu achava que o Linux World seria uma espécie de OSCON – um show PARA propostas em Open Source. Mas havia mais soluções closed source desenvolvidas sobre plataformas Open Source do que produtos Open Source de fato. Parece que as empresas descobriram como ganhar dinheiro em cima do Linux”, resumiu o articulista do blog do Laboratório Open Source da Microsoft nos EUA.

Sobre as palestras, Anandeep comentou: “Em vez de discutir assuntos importantes, elas foram transformadas em propagandas de desenvolvedoras de soluções fechadas em Linux. A única exceção foi a conversa entre Eric Raymond, Jon “Mad Dog” Hall, Chris De Bona e Dirk Hohndel, que teve mediação de Larry Augustin”.

Confira a íntegra do relato aqui (em inglês).

Virtualização – a nova onda

24 de August de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
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A virtualização foi, novamente, o assunto do dia na Linux World Conference, em São Francisco. Aliás, virtualização é o assunto preferido em praticamente qualquer convenção de TI.

Também conhecida como “particionamento lógico” – nome dado por engenheiros da IBM -, a virtualização é basicamente a possibilidade de rodar diferentes sistemas operacionais simultaneamente em um mesmo terminal.

O assunto vem ganhando fôlego porque está cada vez mais fácil e acessível criar vários ambientes virtuais em um único sistema. A Intel e a AMD, por exemplo, já desenvolvem chips voltados para a virtualização.

O que antes era extremamente complicado já pode ser feito em casa com softwares chamados de hypervisors – ou hipervisores. Esses programas funcionam simulando as atividades normais de um sistema operacional dentro e de forma concomitante às atividades de outro sistema operacional.

Essa tecnologia reduz custos. No Open Source Labs da Microsoft, nos EUA, por exemplo, em vez de usar 50 computadores para testar 50 sistemas operacionais (o que requer espaço, energia elétrica e manutenção) usa-se um único servidor HP baseado em Opteron para simular os 50 sistemas operacionais.

Outra situação onde a ferramenta pode ser utilizada é nos casos de perda total de dados. Com a virtualização dos servidores de empresas como “call centers”, se houver a perda de dados fundamentais para a operação, é possível rodar uma virtualização – ou seja, uma simulação – do antigo sistema.

Esse processo pode ser feito em uma fração do tempo que se levaria para recuperar as informações dos servidores de forma integral. A empresa volta a funcionar mais rapidamente e poupam-se custos da ociosidade dos empregados e da própria companhia, que ficariam parados aguardando a restauração do antigo sistema.

A virtualização é tão interessante para empresas que o IDC estimou que em 2006, 45% dos servidores vendidos serão virtualizados. A Microsoft investe na tecnologia com uma série de softwares: Virtual PC, Virtual Server 2005 (download gratuito aqui), Virtual Hard Disk e Viridian, um hipervisor que virá instalado no Windows Server Longhorn.

Conteúdo do Porta 25 é livre

23 de August de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
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Seguindo a linha do o Port25, blog do laboratório de Open Source da Microsoft americana, o Porta25 decidiu abrir o conteúdo para uso indiscriminado de seus usuários.

Isso significa que todo código postado no Porta 25 (da perspectiva legal, compilações e instruções de setup são considerados códigos) pode ser usado, reusado, modificado, citado e comercializado livremente – algumas exceções se aplicam e podem ser lidas aqui.

Este tipo de licença tem o nome MS-PL ou Microsoft Permissive License. Trata-se de uma autorização no estilo BSD que fomenta o uso amplo e irrestrito de conteúdo (em nível mundial, não excludente e sem a necessidade do pagamento de royalties ou direitos de registro).

Além disso, os posts (bem como as entrevistas em vídeo e em áudio) podem ser copiados, hospedados e impressos livremente contanto que eles sejam reproduzidos na íntegra – condição também exigida pela popular Creative Commons (CC) by-nc-nd license (Attribution Non-commercial No Derivatives).

Os termos detalhados para o uso podem ser lidos aqui.

Tanto o Porta 25 quanto o Port 25 abriram mão de utilizar o padrão estabelecido pelo Creative Commons porque ele impunha uma série de restrições. Por exemplo, entrevistas e artigos escritos por terceiros – que não os autores oficiais do blog – teriam que passar por uma burocrática seqüência de autorizações até chegar ao leitor.

No entanto, não está descartada a possibilidade de usar a licença estabelecida pelo Creative Commons em casos específicos.

A abertura do conteúdo de um site da Microsoft é inédita e esperamos que seja de muito proveito para aumentar o nível da discussão sobre Open Source no Brasil.

Especialista do Grupo de Computação de Alta Performance da Microsoft discute CCS e Open Source

21 de August de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
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No post de hoje, você confere uma entrevista feita por Sam Ramjii, do Port25, com Ryan Waite, administrador de programas do HPC, Grupo de Computação de Alta Performace.

Waite, que trabalha na Microsoft há 13 anos, envolveu-se recentemente no desenvolvimento e apresentação do Computer Cluster Server (CCS). Na conversa, ele e o representante do Port25 discutem como o Open Source influenciou o CCS e as contribuições que a primeira plataforma recebeu da comunidade de produtores de software em código aberto. Confira aqui a íntegra da entrevista em vídeo.

Indústria ensaia padronização para descrição em XML

18 de August de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
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A Microsoft, junto com a Sun, IBM, Intel, HP e Dell, publicou o rascunho de uma nova lista de especificações que estabelece um padrão para descrições de redes de computadores, aplicações de servidores e outros recursos de TI em linguagem XML (extensible markup language). Batizada de SML (Service Modeling Language – Linguagem para Modelagem de Serviço), a novidade simplifica a administração de serviços construídos sobre essas plataformas.

Para contextualizar a importância do anúncio, tanto para a indústria quanto para os profissionais de TI, o Port25 entrevistou Praerit Gart, diretor sênior do Dynamic Services Initiative. Ouça aqui a conversa de Gart com Sam Ramjii e entenda melhor o impacto da Service Modeling Language.

Aprendendo com a OSCON 2006

17 de August de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
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Hank Janssen e Anandeep Pannu, do Port25, participaram de boa parte das discussões que aconteceram durante a OSCON 2006. A convenção anual que reúne profissionais de software Open Source foi realizada em 27 e 28 de julho em Portland, Oregon, nos EUA. Para dar conta de tudo que seria tratado no evento, eles se dividiram para acompanhar as principais palestras e agora conseguiram postar resumos com os melhores momentos de cada cobertura.

Enquanto Anandeep acompanhou as palestras que tratavam de assuntos mais estratégicos e de negócios, Janssen cobriu as discussões técnicas. Confira, nesta primeira parte, os resumos de Anandeep (em inglês):

1. First impressions

2. A Closed Source Project becomes Open Source – How We Succeeded

(Lars Thallman, mySQL)

3. So, You want to Build an Open Source community: Learning from Apache

(J Aaron Farr, Member, VP Apache Excalibur)

4. Lessons Learned in Taking a Closed Source Product Open

(Neelan Choksi, Sr. Director, BEA Systems)

5. Birds of a Feather Session, “Open Source in Higher Education”

(Moderator – Bart Massey, Portland State University)

6. The Surprising History of Copyright, and What it Means to Open Source

(Karl Fogel, Google, Inc.)

7. Building Succesful Open Source Projects

(Jorg Janke, Founder and Principal, Compiere)

Sam Ramjii e Miguel de Icaza, da Novell, conversam sobre Linux

15 de August de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
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Nesta última entrevista, também feita no simpósio LANG.NET pelo Port25, Sam Ramjii conversa com Miguel de Icaza, vice-presidente de desenvolvimento de plataformas da Novell e co-fundador da Ximian. Miguel também é responsável por dois conhecidos projetos Open Source: o GNOME e o Mono.

Na conversa, Sam e Miguel tratam de uma série de assuntos. Um deles é a história por trás do Mono. Nessa parte, é discutida a evolução do projeto e como ele se insere no .NET, entre outras coisas. Os dois programadores também falam sobre Java – linguagem com a qual Miguel admite ter pouca intimidade -, sobre as contribuições vindas da comunidade Open Source e sobre as evoluções gráficas previstas para os novos ambientes de trabalho em Linux.

Acompanhe!

Sam Ramji conversa com John Lam sobre RubyCLR, Avalon Ruby Editor e financiamento de Open Source

14 de August de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
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Como foi dito no post anterior (09/08), durante o LANG.NET, o Port25 gravou entrevistas em vídeo e em áudio com os participantes do evento. No post de hoje, você poderá acompanhar uma conversa entre Sam Ranji e John Lam, o criador do RubyCLR e do Avalon Ruby Editor.

Na entrevista, Lam conta sua história como programador (antes de exercer a profissão ele escreveu na PC Magazine e fez doutorado em Química) e explica a história lúdica da criação RubyCLR. Por incrível que pareça, de acordo com Lam, o software nasceu como presente de aniversário para o seu filho, que completaria um ano de idade. Lam também explica a sua relação com a comunidade Open Source e as contribuições que ela trouxe para sua criação.

Confira a íntegra da entrevista e algumas imagens do RubyCLR aqui.

Visite também o blog do John Lam, que fez um post sobre a conversa que teve com o Port25.

O simpósio LANG.NET foi criado pela Microsoft discutir a experiência do desenho em linguagens programáticas, a implantação de compiladores (compilers) e a construção de ferramentas que tem por objetivo administrar plataformas de execução (execution platforms) como .NET CLR e aplicações de ECMA CLI.

Profissionais discutem compiladores e máquinas virtuais em evento da Microsoft

9 de August de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
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Na semana passada, a Microsoft realizou o simpósio LANG.NET em sua sede, em Redmond, no estado de Washington. A conferência tinha como foco discutir a experiência do desenho em linguagens programáticas, a implantação de compiladores (compilers) e a construção de ferramentas que tem por objetivo administrar plataformas de execução (execution platforms) como .NET CLR e aplicações de ECMA CLI.

Durante o evento, o Port25 gravou entrevistas em vídeo com os participantes do evento. Veja aqui o clipe de uma conversa na qual Sam Ramji e John Gough, professor emérito da Universidade de Tecnologia de Queensland, discutem compiladores (compilers), máquinas virtuais (virtual machines) e linguagens dinâmicas (Dynamic Languages). Gough também explica como se envolveu com o projeto .NET.

Ouça Podcast sobre OS Heap Manager e NetIO Stack e veja entrevista com Bill Hilf

7 de August de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
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Um grupo de engenheiros do Windows estarão presentes na Black Hat Security Conference deste ano para apresentar, pela primeira vez, uma série de tópicos técnicos. Os assuntos a serem tratados vão de melhorias feitas a confiabilidade e performance do OS Heap Manager a discussões sobre o NetIO Stack – um stack TCP-IP rearquitetado e reescrito.

Um podcast com três engenheiros que discutem a questão pode ser ouvido aqui. Os três são Noel Anderson (Administrador do Grupo Wireless do Windows); Adrian Marinescu (ex-membro do time do Kernel do Windows e Administrador Heap) e Aboldate Gbadegesin (Arquiteto de Redes Centrais do Windows – entre elas o TCP/IP).

Confira também uma entrevista com Bill Hilf, coordenador do laboratório Open Source da Microsoft, na qual comenta os desdobramentos dos seus projetos de desenvolvimento de ferramentas de código aberto.

Dica do Port25: Black Hat Security Conference 2006.

Dicas para administradores de TI

4 de August de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
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Hoje, os departamentos de TI vivem em estado de constante pressão. Exige-se cada vez mais capacidade de administração e mais prestação de serviço. As funções do departamento de TI incharam e exigem a execução simultânea de uma série de tarefas como administrar o dia-a-dia, ser eficiente, conhecer a crescente complexidade dos novos serviços de TI e sempre ficar de olho nos rumos e no ritmo do mercado.

Por ser um setor extremamente ativo, houve um enorme crescimento da área e uma série de conceitos foi revista e reexaminada. O ITIL (IT Infrastructure Library – Biblioteca de Infraetrutura de TI) junto com o MOF (Microsoft Operations Fundamentals – Fundamentos para Operações Microsoft) são dois dos melhores guias para a prática da administração de serviços no setor de Tecnologia da Informação. Confira alguns destaques desses valiosos manuais separados pelo Port25:

Conceito da Ponte: a administração dos serviços de TI pode ser entendida como uma ponte entre os Negócios e a Tecnologia. Ela é a conexão entre as necessidades do “business” e as soluções tecnológicas. Para ter uma boa ponte, é preciso alinhar essas duas pontas para que as necessidades, tanto de um lado quanto do outro, sejam atendidas.

Pense no Framework: O desenvolvimento de uma estrutura de suporte deve ser pensado com o objetivo de atender às necessidades da empresa. Nesse sentido, é recomendado evitar fórmulas e optar por criar soluções únicas sempre que elas forem necessárias.

Benefícios trazidos pelo uso do Framework na Administração de serviços de TI: aumento na qualidade do serviço; melhor alinhamento com as necessidades da empresa; maior percepção da complexidade do serviço e aumento da eficiência com otimização da utilização dos recursos.

Outras dicas para administradores em TI podem ser encontradas no itSMF (IT Service Management Fórum – Fórum de Administração de Serviços de TI), que é um grupo independente e sem fins lucrativos que tem por objetivo promover práticas e conceitos de IT Service Management.

Se você trabalha com TI, compartilhe suas experiências com a gente!

DotNetNuke e suas aplicações

2 de August de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
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Recebemos um e-mail do Marcelo Silva sobre DotNetNuke. O DotNetNuke é uma ferramenta open-source para criação de páginas comerciais, ambientes de Intranet e Extranet corporativos além de portais de publicação online. A solução é criada sobre plataforma Microsoft ASP.NET e pode ser usada tanto comercialmente como não comercialmente sem qualquer custo para o usuário – contanto que o nome da ferramenta seja citado no projeto.

Boa parte do conteúdo sobre esse assunto é encontrado apenas em inglês na Rede, mas estamos buscando sites em português. Enquanto isso, vale a pena visitar o GotDotNet Resource Center, que tem uma série de dicas para o uso da ferramenta. Outra fonte de informação válida é o livro Building Websites with VB.NET and DotNetNuke 3.0. Confira!

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