Programa de Capacitação e Recrutamento
A Microsoft, em parceria com diversas instituições de ensino e com a Catho Online, lançou o Programa de Capacitação e Recrutamento. O objetivo é apoiar a indústria nacional de software por meio do treinamento de profissionais e o direcionamento desta mão-de-obra especializada para vagas de trabalho. Esta parte contará com o apoio do Canal de Empregos .NET – criado pela Microsoft para aproximar empregador e empregado.
A iniciativa também prevê reciclagem e inserção de profissionais no mercado de trabalho. Para atingir cinco das maiores cidades do Brasil – Curitiba, Porto Alegre, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo – a Microsoft envolveu instituições de ensino como a PUC do Rio Grande do Sul e do Paraná, o Senac do Rio de Janeiro e de São Paulo, o IESB, a Lactec e a Allen Informática.
Mais informações sobre o programa podem ser obtidas aqui. Caso você já tenha decidido se inscrever, baixe o manual do candidato correspondente à cidade em que você reside e esclareça possíveis dúvidas que tenham ficado clicando aqui. Para ir diretamente ao formulário de cadastro, clique aqui.
A evolução da História da Arte por meio de soluções Open Source
O post de hoje dá continuidade à série de relatos sobre pessoas interessantes com as quais a equipe do Port25 cruzou na OSCON 2006. E Andreas Knab, engenheiro de sistemas computacionais da School for Instructional Technology, que integra a James Madison University, é uma delas.
Anandeep Pannu, que integra o corpo de profissionais que trabalham no Laboratório de Open Source da Microsoft nos EUA, conduziu uma conversa com o engenheiro que tratou quase que exclusivamente de um projeto Open Source .NET da Universidade chamado Madison Digital Image Base (Base de Imagens Digitais).
Trata-se de uma iniciativa que tem por objetivo digitalizar um grupo de slides usados em aulas de História da Arte – um “substituto para os tradicionais projetores”, argumenta Pannu. Confira detalhes da conversa ouvindo o podcast(em inglês) ou acessando dois sites (também em inglês) que tratam do assunto mais detalhadamente.
Projeto Wiki – http://mdid.org
Demo Site (requer registro) – http://mdid.org/demo
A perspectiva de quem vende hardware
No post de hoje você confere uma entrevista em vídeo feita por Anandeep Pannu, do Port25, com James Jech, administrador sênior de alianças globais e desenvolvimento de negócios da Dell Enterprise Systems Group. Na conversa, Anandeep, que integra o Laboratório Open Source da Microsoft nos EUA e o executivo discutem a evolução do hardware e o impacto que isto tem na escolha dos sistemas operacionais e no desenvolvimento de suas infra-estruturas. Confira aqui!
Confira entrevista com o autor de "Linux in a Windows World"
No post de hoje, o Porta 25 reproduz um podcast no qual Sam Ramjii, do Laboratório Open Souce da Microsoft nos EUA, entrevista Rod Smith, autor do livro “Linux in a Windows World” ou “Linux em um mundo Windows”. Na conversa, Rod explica as razões que o levaram a escrever o livro e dá uma prévia do que os leitores podem esperar do texto. Um pouco do histórico de Rod e as dificuldades encontradas por ele quando escrevia “Linux in a Windows World” também são assunto da conversa.
A O’Reilly Publication, editora do livro, permitiu que o Port25 reproduzisse um trecho do livro que dá detalhes sobre a configuração de um Samba Server. Fica o agradecimento de toda a Microsoft e da comunidade open source. Para baixar o arquivo com o texto (em inglês) e no formato PDF, clique aqui e boa leitura!
Título: Linux in a Windows World
Primeira edição: Fevereiro de 2005
ISBN: 0-596-00758-2
Páginas: 494
URL: http://www.oreilly.com/catalog/linuxwinworld/index.html
Ponte da Amizade e Interoperabilidade
Em recente conversa que tive com Fábio Cunha, gerente de projeto da Microsoft para o Unicamp Open Source Interop Lab, discutimos o quanto desenvolver a interoperabilidade é importante. Lembramos da imagem da Ponte da Amizade, que além de sustentar o tráfego de milhares de pessoas diariamente (muitas delas apenas mulas carregando mercadorias), sustenta, essencialmente, negócios.
Em iniciativa noticiada por um post neste blog no dia 28 de agosto, a Microsoft se juntou à Universidade de Campinas (Unicamp) para desenvolver um laboratório que estude e crie soluções que viabilizam a interoperabilidade. Isto é, desenvolva soluções que permitam que softwares em código aberto e fechado dialoguem.
A construção de uma ponte real – concluímos – é bem mais fácil porque possui dois pontos-chaves, o de partida e o de chegada. Em nosso caso só temos o de partida e apenas a visão do ponto de chegada: a coexistência pacífica, e proveitosa para o mercado, entre os produtos criados e disponibilizados pela comunidade de software livre e a plataforma Microsoft.
A finalidade do laboratório é, em síntese, construir uma Ponte da Amizade entre as mais variadas soluções de código aberto e fechado. Com a parceria, queremos produzir material de qualidade – seja ele na forma de código, publicações científicas ou posts neste e em outros blogs. O que for produzido no laboratório deve incrementar iniciativas comerciais por meio do desenvolvimento de diversas Pontes da Amizade – que no nosso caso são as soluções de interoperabilidade.
Por que a Microsoft convidou a Mozilla para conhecer o Vista?
No post de hoje, será reproduzido um relato de Sam Ramjii sobre o convite que a Microsoft fez à fundação Mozilla para que dois de seus membros visitassem o Labortatório Open Source da Microsoft e discutissem possíveis problemas de interoperabilidade entre programas como Firefox e Thunderbird com o Windows Vista.
As razões do convite
Vi muita especulação sobre a decisão que tomei de convidar desenvolvedores da Mozilla para comparecer à sede da Microsoft, em Redmond. Por isso, resolvi escrever este post e esclarecer o meu raciocínio – assim, os leitores podem tirar suas conclusões com informações corretas.
Parte da minha missão pessoal é advogar em nome do Open Source dentro da Microsoft. Há algum tempo, afirmei em um post que dividir o mundo em open source e closed source não fazia sentido – afinal, software é software.
Empresas desenvolvedoras de software (ISVs, como são conhecidas na Microsoft) que rodam Windows têm uma ampla gama de recursos ao seu dispor – de tecnologia para capacitação e programas especiais de licenciamento ao desenvolvimento de negócios e assistência em vendas. Atualmente, o protocolo desenvolvido pela Microsoft para lidar com parceiros contempla este tipo de empresa de software.
Já projetos Open Source – com algumas exceções – não são geridos por empresas, mas sim por pessoas, geralmente sem qualquer registro jurídico e desinteressadas em construir um negócio. E os protocolos para parceiros da Microsoft não foram desenvolvidos para lidar com este tipo de organização. Faz sentido – sendo a Microsoft uma empresa comercial com objetivos de gerar lucro, seu modelo de negócios foi adaptado para lidar com empresas que também funcionam assim. Todos os desenvolvedores deveriam poder criar aplicações que rodem em Windows, independente de seus modelos de licenciamento. E diferentes estilos de criação das aplicações pedem diferentes estilos de apoio e suporte.
Como bem sabem os leitores do Port25, a Microsoft está trabalhando com a JBoss e a SugarCRM para que essas empresas possam entregar versões de seus produtos compatíveis com Windows – e não queremos que estas sejam as únicas empresas open source parceiras. Também estamos em contato com a XenSource para permitir virtualizações de excelente qualidade de Linux e Windows (de novo, independente do modelo de licencimento).
De certa forma, estou tentando algo novo ao convidar o pessoal da Mozilla (tanto do Firefox quanto do Thunderbird) para visitar Redmond. Recebi uma série de e-mails internos da companhia – algumas equipes querem se encontrar pessoalmente com os desenvolvedores do Firefox para mostrar novas funções do sistema operacional e desenvolver um ambiente cooperativo de criação. Queremos não só ajudar a Mozilla, mas também entender as mudanças pelas quais temos que passar para suportar este novo estilo de desenvolvimento.
Em sua visita, Mike Beltzner lembrou que temos a oportunidade de oferecer suporte para projetos open source de várias naturezas – uma vantagem para o Vista, que tem docs, sample code, ferramentas de teste e pontos de integração. Como resposta, criamos o projeto de um site que deve reunir as informações necessárias para estes desenvolvedores e o projeto deve ser criado de acordo com as necessidades da comunidade. A partir deste ponto, o laboratório vai aumentar sua área de atuação. Para isso, queremos oferecer mais recursos aos desenvolvedores open source e aumentar a equipe para lidar de forma mais direta com projetos em código aberto.
Será uma longa viagem e eu estarei aqui para acompanhá-la.
Sam
Java e Interoperabilidade .NET: JNBridge
No post de hoje, você confere uma entrevista em vídeo feita por Sam Ramjii com Wayne Citrin, CTO e fundador da JNBridge, empresa foi responsável pelo desenvolvimento do JNBridgePro e comprometida com o desenvolvimento de soluções que viabilizam a interoperabilidade entre Java e .NET.
Citrin doutorou-se em Ciência da Computação na Universidade de Berkeley, Califórnia e participou ativamente de estudos no laboratório da IBM em Zurique, Suíça. Antes de criar a JNBridge, Citrin também foi pesquisador de linguagens programáticas e de compiladores. Ele também integrou o corpo discente da Universidade de Colorado.
Veja a entrevista, em inglês, aqui ou leia o blog de Citrin, também em inglês, aqui.
CodigoLivre.org.br, o maior repositório Open Source da América Latina
O CodigoLivre.org.br, segundo estimativas próprias, é o maior repositório de software livre da América Latina. O portal começou de forma tímida em 08 de janeiro de 2001, como projeto desenvolvido em parceria com a Univates (Centro Universitário do interior do Rio Grande do Sul). “De início, além de oferecer as soluções em software livre para download, o site foi criado para organizar as versões destes softwares e oferecer um sistema simples e eficaz de atualização”, conta César Brod, consultor em software livre.
Aos poucos, o portal foi ganhando tamanho e importância. “As pessoas pediam espaço para armazenar e distribuir os programas e a gente foi oferecendo”, explica Brod. Atualmente, o CodigoLivre.org.br armazena mais de 1,7 mil projetos em open source, tem cerca de 13 mil colaboradores registrados e já contabilizou mais de três milhões de downloads. “A Intel e a HP são parceiras que contribuíram com hardware, também temos ajuda da Unicamp, da própria Univates e da Solis, mas a gente funciona na base da boa vontade mesmo”, resume o consultor, que admite que atualmente busca alguém para “adotar” o CodigoLivre.org.br.
Hoje, muitas das novas soluções postadas no site buscam a interoperabilidade. Ou seja, são softwares desenvolvidos para rodar em diversas plataformas. “O Archimedes, por exemplo, baseado em CAD, roda em Windows, Linux e Mac”, lembra Brod. Outros programas como o J.SMS e o Agatha Project também funcionam tanto em Linux quando em Windows. A interoperabilidade é vista como chave no processo de assimilação das soluções open source pelo grande público.
Análises das diferentes atribuições em networking: FreeRADIUS
Além de dar dicas técnicas, endereços de blogs e produzir entrevistas em vídeo, o Laboratório Open Source da Microsoft realiza uma série de análises técnicas e projetos de pesquisa. Estes trabalhos têm como objetivo ajudar a resolver problemas de interoperabilidade entre soluções da Microsoft e tecnologias open source. Hoje, será publicada a segunda parte de um documento de três partes. Se você perdeu a primeira parte, sobre DHCP, não se preocupe, ela pode ser acessada em PDF (553k) por aqui (em inglês). Confira a seguir, um resumo acadêmico do artigo.
Resumo:
Este documento avalia e detalha o software GNU GPL-licensed FreeRADIUS. No texto, estão incluídas análises de recursos suportados pelo servidor bem como um detalhamento dos processos de configuração, administração e usabilidade do sistema.
Boa parte da análise foi feita em um sistema RedHat Enterprise Linux version 4 (RHEL4) com um pacote fornecido pela FreeRADIUS versão 1.0.1. Uma avaliação da versão posterior (1.1.0) também foi incluída. Leia a íntegra do documento em inglês no formato PDF (396k) aqui.
Mudanças na Microsoft trazidas pelo Open Source
Hoje, o Porta25 reproduz o relato de Hank Janssen, do Laboratório Open Source da Microsoft, sobre os primeiros tempos da iniciativa e a recepção da comunidade OSS (Open Source Software) ao ingresso da companhia neste mundo. Confira!
“Quando começamos o Port25 e o projeto OSS, fomos recebidos com bastante ceticismo. Mas muito mudou aqui na Microsoft desde então. E eu queria destacar uma destas mudanças. Há alguns anos, pensar em open source na Microsoft era razão para ser ridicularizado tanto pelos colegas de trabalho quanto pelo mercado. Mas, aos poucos, percebo pequenas e grandes mudanças nesta realidade. Esse blog, por exemplo, é um sinal positivo dessa mudança.
Na OSCON 2006, realizada entre os dias 24 e 28 de julho em Portland, eu conheci uma interessada funcionária da Microsoft chamada Sara Ford. Atualmente, ela trabalha na área do Virtual Studio and Power Toys. Blogueira ativa há algum tempo, ela se mostrou uma entusiasta dos softwares open source.
Na feira, conversei com ela e participei de alguns projetos nos quais ela também estava envolvida. Ela acompanhou, ainda na OSCON, uma apresentação de James Howison sobre as comunidades open source e percebi o quanto ela havia se impressionado – positivamente – com a idéia. Comecei a perceber que as coisas estavam mudando interna e externamente – gente de dentro da Microsoft já estava se interessando pelo open source.
Nos próximos posts, pretendo compartilhar mais algumas impressões desses últimos quatro meses que passei no Laboratório Open Source da companhia. Fique ligado!”
Mais lições da OSCON
No post de hoje, você confere o vídeo de um tutorial apresentado de James Howison sobre comunidades OSS (Open-Source Software ou Software de Código Aberto). Howison é figura conhecida nos eventos promovidos pela O’Reilly e atualmente está escrevendo seu doutorado para a Syracuse University Information School. Lá, ele também integra o grupo de pesquisa Kevin Crowston, patrocinado pela NSF (National Science Foundation ou Fundação Nacional de Ciência).
O vídeo mostra um pouco da discussão que acontece atualmente dentro da Microsoft sobre aplicativos escritos em código aberto. O Port25 aguarda oportunidade para gravar um Podcast com Howison, que tem muito a acrescentar sobre o universo open source.
LinuxCHIX reúne mulheres interessadas por Linux
A quarta edição da reunião nacional da LinuxCHIX, uma comunidade internacional criada para mulheres e por mulheres que se interessam por Linux, aconteceu entre os dias 8 e 9 de setembro em Florinópolis. E a Microsoft esteve lá, representada por Dirk Frehse – especialista em soluções de infra-estrutura da Microsoft Brasil. Dirk falou sobre os temas “Arquitetura de Virtualização da Microsoft e sua interoperabilidade” e “Autenticação e Autorização entre Linux e Windows”. “Gostaria de agradecer a oportunidade, além de me colocar à disposição para contribuir com a continuidade do diálogo aberto entre Microsoft e comunidade Open Source através da troca de conhecimentos”, disse Dirk ao Porta 25.
Além de tratar das soluções baseadas na plataforma Linux, a reunião também teve como função apoiar as “CHIX” – que soa como “chicks”, uma forma carinhosa de se referir às mulheres em inglês – que tem participação ativa no mercado computacional. O evento atraiu desde recém interessadas pelo assunto às usuárias mais entendidas e incluiu programadoras profissionais e amadoras, administradoras de sistemas e documentadoras técnicas. De acordo com informe no site da organização, embora a participação feminina no universo Linux ainda seja pequena, ela vem aumentando gradativamente. Atualmente, diz a LinuxCHIX, as mulheres já respondem por até 20% dos participadores de eventos para entusiastas da solução em código aberto.
Duas edições do LinuxCHIX já aconteceram em São Paulo e à medida que o movimento foi ganhando força, os eventos passaram a ser organizados em outros estados. Santa Catarina e Belo Hoprizonte, por exemplo, já foram sede para reuniões. Os assuntos tratados no último encontro, em Florianópolis, foram de Telefonia IP a Kernel Linux para iniciantes, passando por Udev, virtualização da Microsoft e interfaces gráficas modernas. Para mais detalhes sobre o encontro do LinuxCHIX, clique aqui.
Unicode – código sem prazo de validade
Hoje o assunto volta a ser Open XML, formato padrão para arquivamento de dados no Microsoft Office 2007. E ele é retomando para explicar uma importante característica do arquivo, principalmente no ambiente corporativo: sua validade, que é o tempo de evolução tecnológica que o padrão consegue tolerar.
Há aproximadamente 20 anos, boa parte das informações “frias” das empresas (arquivos mortos, entre outros) eram armazenadas em disquetes ou fitas de dados em um determinado formato. Com o tempo, as formas de armazenamento foram evoluindo e os formatos dos arquivos tiveram de ser repetidamente alterados. Ou seja, eles perdiam a validade – não eram mais compatíveis com os novos sistemas. Essas alterações levavam tempo e custavam dinheiro.
Com o Unicode – padrão utilizado pelos arquivos XML – o código é armazenado não em uma língua exclusivamente informática – e portanto datada pela tecnologia -, mas sim em um código legível tanto para a máquina quanto para o ser humano. Desta forma, por armazenar a informação em um código que dificilmente mudará – e se mudar, o fará de forma bastante lenta – a língua escrita e falada, a validade deste arquivo é praticamente infinita. Em bancos de dados, essa característica é fundamental.
Aplicações Open Source para Windows Vista: Kit informativo
Recentemente, um grupo de desenvolvedores da Mozilla foi convidado pela Microsoft para passar alguns dias no Laboratório Open Source da empresa se familiarizando com o Vista, novo sistema operacional da companhia que deve chegar ao mercado no começo de 2007. A idéia é que, com a troca de informações, a Mozilla desenvolva seus aplicativos – como o Firefox e o Thunderbird – para que eles sejam compatíveis com o novo OS.
Da visita, veio uma dica de Mike Beltzner, diretor de usabilidade da Mozilla. Ele sugeriu que a Microsoft criasse uma espécie de “checklist com as principais diferenças entre o Windows XP e o Windows Vista no que diz respeito à integração de software”. Assim, eventuais conflitos entre as soluções da Mozilla e da empresa poderiam ser resolvidos de forma mais simples e rápida.
Algumas dessas checklists já existem. A DevReadiness.org, por exemplo, trata de “Guidance”, “Technical Whitepapers”, “Tools” e “Demos”. Já o Application Compatibility, hospedado no Microsoft Developmente Network, trata de assuntos como “Thirty minute compatibility check”, “Extended feature details” e “Integration guidance”. Uma entrevista com o evangelista técnico do DevReadiness.org pode ser lida na íntegra aqui.
Software na Tailândia e em mercados emergentes
Recentemente, Bill Hilf, do Port25, visitou a Tailândia e publicou algumas de suas impressões sobre mercado de softwares local e, de forma mais genérica, sobre o mercado de softwares em países emergentes. De acordo com Bill, boa parte da indústria de aplicativos em países com economia ainda em desenvolvimento é segmentada. Isso significa que enquanto alguns grupos estão avançados na criação de soluções administrativas, outros trabalham em ritmo mais lento e atendem assim a outras demandas mais simples que também existem no mercado.
Essas condições inerentes a países emergentes exigem uma postura diferente da Microsoft. Nesses países, a companhia tende a atuar de forma mais ampla preservando assim o crescimento e a saúde da indústria de softwares como um todo. Por exemplo, na Tailândia, o gerente geral da empresa Andrew McBean trabalha quase que exclusivamente em uma iniciativa federal para aprimorar soluções de software para educação, segurança, e infra-estruturas para previsão de desastres naturais (como Tsunamis).
Bill lembra ainda que muito do que é desenvolvido e aprendido nos países emergentes serve de lição para outros mercados – sejam eles emergentes ou desenvolvidos. E essa troca vem sendo chamada de “technodiversity”, termo cunhado por Allison Randall em seu blog no O’Reilly Radar. Dentro de um ambiente no qual se vive a technodiversity, mercados e pessoas podem se beneficiar de soluções criadas com os mais diferentes objetivos. Leia mais sobre o “technodiversity” aqui.
PXE Dust – A mágica da instalação sem CD
Todo administrador de rede sabe o quanto é improdutivo utilizar CDs para instalar softwares em servidores. São horas, por vezes até dias, até que tudo seja incluído de forma correta e organizada. Uma solução – da qual muitos usuários já devem ter ouvido falar – tem nome e se chama PXE (Preboot Execution Environment ou Ambiente de Execução do Pré-Boot).
Trata-se de uma opção de boot instalada no firmware do bios dos chips de interface de rede mais modernos do mercado. Em suma, é um misto de dhcp(bootp) e tftp.
Com essa solução, configura-se o servidor para que não haja necessidade da utilização de CDs na reinstalação do equipamento. Para instruções pormenorizadas do assunto, acesse documento de 103 páginas em formato PDF que descreve o processo. Uma descrição do processo feita pelo Port25 também pode ser lida aqui.
Administração de infra-estruturas globais
Hoje, o Porta 25 apresenta uma entrevista feita por Kishi Malhotra, do Port25, com Arne Josefberg, gerente geral de serviços em infra-estrutura de operações do Windows Live. Formado em física pelo Lund Institute of Technology, Josefberg entrou para a Microsoft há pouco mais de 20 anos e já passou pelas mais variadas áreas da empresa. Sua carreira começou na gerência técnica da subsidiária nórdica da empresa. De lá, Josefberg foi para a administração em suporte de produtos, passou pelas sessões de certificação, tecnologia da informação e infra-estrutura.
Hoje, com o cargo que tem, o executivo é responsável pela estratégia, design e operação de infra-estruturas digitais para os negócios da Microsoft. Josefberg cuida de centrais de dados globais, redes, hardware e padrões para sistemas operacionais. Na conversa, todos esses assuntos são tratadas. A administração de infra-estruturas globais e os desafios envolvidos nessa prática são tratados com mais detalhe. Confira aqui o vídeo da conversa.
Distribuindo o futuro: Open Source na Microsoft
Semana passada, a O’Reilly Media postou trechos de duas conversas que ocorreram durante o O’Reilly Radar Executive Briefing. Uma delas foi entre Tim O’Reilly e Brian Behlendorf sobre aulas de Apache e Collabnet. A outra foi entre Bill Hilf e Danese Cooper, da Intel, sobre Open Source na Microsoft . Confira a seguir a discussão entre os quatro especialistas.
O’Reilly: Distribuindo o futuro, 21 de agosto de 2006:
“Open Source na Microsoft“
Tempo corrido: 33:40
Software como serviço
(a partir de 0:50 a 10:32) Muitos dos softwares usados diariamente não precisam ser instalados ou baixados para funcionar. Nesse trecho, o fundador do Collabnet Brian Behlendorf conversa com Tim O’Reilly sobre as lições aprendidas com o uso do Apache e do Collabnet. (tempo corrido: 9:42)
Microsoft e Open Source
(a partir de 10:32) Na segunda parte do vídeo, o gerente geral de plataformas da Microsoft, Bill Hilf, conversa com Danese Cooper, da Intel, sobre licenciamento de software, formatos abertos de documento (Open Document Format) e – de forma relativamente genérica – Open Source na Microsoft. (tempo corrido: 22:26).




