Segurança e Interoperabilidade em redes NAP/NAC: uma conversa com Mark Ashida

30 de October de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
Categoria: Blog 

No dia 6 de setembro, a Microsoft e a Cisco anunciaram detalhes de uma parceria técnica firmada inicialmente em 2004 com o objetivo de desenvolver soluções de interoperabilidade entre companhias que usam dois tipos de sistemas de rede: o NAC e o NAP. Para aprofundar a discussão do assunto, o Porta 25 reproduz hoje uma entrevista em vídeo feita por Sam Ramji, do Laboratório Open Source da Microsoft nos EUA, com Mark Ashida, gerente geral do Enterprise Networking Group.

Na conversa, além de discutir sobre as aplicações da NAP e da NAC, os dois técnicos também tratam das atividades do Xorp, uma divisão na Microsoft, e as razões que levaram Ashida a julgá -la como a “mais aberta”. Para contextualizar a entrevista, vale ler (em inglês) um documento que esmiúça os detalhes da parceria.

Desenvolvedores de TI e sistemas open source

27 de October de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
Categoria: Blog 

Hoje, o Porta 25 abre espaço para dois artigos publicados recentemente na Rede que tratam da interação e o convívio entre desenvolvedores tradicionais de tecnologia da informação e sistemas open source.

O primeiro foi publicado na “MIS Quarterly” de setembro. Nele, Brian Fitzgerld, da Universidade de Limerick, faz uma análise do que ele batizou de “The Transformation of Open Source” (ou A Transformação do Open Source) e as expectativas geradas pelo “Open Source 2.0″. No texto, Fitzgerald acredita que desenvolvedores de TI – entre elas a própria Microsoft – terão papel importante no OSS 2.0.

O segundo, publicado no “Communications of the ACM” de outubro, Pamela Samuelson, da UC Berkeley, discute a “IBM’s Pragmatic Embrace of Open Source” (ou a Adoção Pragmática que a IBM fez do Open Source). Como o título é relativamente auto-explicativo, cabe aos interessados ingressar na leitura para se interar melhor sobre o assunto.

Confira os textos nos links acima.

Paul Moore, da Centrify, responde a perguntas de leitores do Port25

26 de October de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
Categoria: Blog 

No Porta 25, você confere uma entrevista em áudio feita por Sam Ramji com Paul Moore, executivo da Centrify. A empresa na qual Moore trabalha é especializada no desenvolvimento de softwares que controlam acesso e centralizam processos de identificação de usuários em redes que rodam diversos sistemas operacionais.

Como a Centrify já foi assunto no Port25 norte-americano, Ramji aproveitou para pedir respostas para perguntas e comentários feitos pelos leitores do blog no primeiro post que tratava do assunto.

Vale lembrar que a Centrify é patrocinadora do TechX, um show itinerante que também conta com o apoio de empresas e sites como a IBM, Linux.com, Slashdot e Microsoft, entre outros, e que tem como objetivo discutir e buscar soluções para problemas de interoperabilidade

Ouça aqui (em inglês) a íntegra do podcast.

Sobre moedas e mercados

24 de October de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
Categoria: Blog 

Hoje, o Porta 25 publica o segundo documento produzido a partir da parceria destinada a desenvolver soluções de interoperabilidade formada entre a Microsoft e a Unicamp – Universidade Estadual de Campinas. Confira a seguir o texto batizado de “Sobre moedas e mercados”.

“Debates acalorados têm movimentado a comunidade de desenvolvedores e usuários de software há algum tempo. A comparação entre as duas filosofias básicas de como levar um projeto de computação adiante, como uma ‘Catedral’ ou um ‘Bazar’ (pela definição de Erick Raymond), acirrou-se desde que o Open Source estabeleceu-se como uma maneira não apenas viável, mas, por vezes, mais eficiente e vantajosa de desenvolver produtos, em relação ao método mais conservador de manter o código limitado aos olhos apenas de um grupo de programadores e gerentes numa empresa. Entretanto, ainda fazendo uso da metáfora de Raymond, a própria comparação entre uma catedral e um bazar no sentido de torná-los excludentes soa absurda, já que ambos se fazem necessários por diferentes razões. Da mesma maneira, tanto a existência de empresas que protegem seus códigos e adotam modelos de gerenciamento quase monásticos, quanto de grupos de pessoas lideradas por alguém carismático que foca o esforço de voluntários são essenciais para o progresso da indústria.

Uma discussão sobre a dicotomia Open e Closed Source deve ser feita baseando-se não nos extremos ou em visões limitadas a respeito do mercado, mas sim no que realmente ocorre. Stallman, criador do projeto GNU e do ‘copyleft’, é obviamente um pregador: o movimento Free Software da forma como foi concebido, e é importante frisar ‘movimento’ nesse caso, trata-se não apenas de uma abordagem ao desafio de criação de um software, mas também um modo idealista de ver o mercado. Ignora, em sua essência, que, para se sustentar, uma indústria (e o próprio desenvolvedor) precisa de capital e não pode se basear apenas nos lucros vindos do fornecimento de serviços e no patrocínio de empresas de hardware. Para se caracterizar em um mercado, o desenvolvimento, como implementação de soluções, precisa buscar retorno financeiro oferecendo produtos à demanda. Assim sendo, embora como filosofia de desenvolvimento o modo bazar se apresente como uma ótima alternativa teórica (uma vez que faz proveito das vantagens da quantidade de mão-de-obra reduzindo drasticamente as desvantagens organizacionais de uma grande equipe, ao driblar as condições da Curva de Ford), ele se mostra insustentável economicamente quando comparado ao modo catedral.

Ainda que haja muita discussão a respeito da revolução que o Open Source vem causando, os diversos dogmas, em si, são mais corriqueiros do que clamam os fundamentalistas de ambos os lados. Práticas do tipo deixar os códigos de programas disponíveis, adotar a estratégia de muitas pessoas não profundamente ligadas ao projeto do software participarem de sua revisão (mesmo que sejam funcionários da própria empresa, como é o caso da Microsoft) e buscar formas mais maleáveis de gerenciamento são adotados por diversas empresas do mundo inteiro, desde muito antes de licenças como a GPL existirem. O que possibilita todo o impacto é a facilidade advinda da Internet, que pode unir um número considerável de indivíduos com habilidade acima da média e interesse real (e não estimulado financeiramente) por projetos com os quais podem contribuir de maneiras diversificadas. A idéia de fazer algo por puro prazer, ganhando com isso fama nas comunidades de que faz parte, e ainda aumentar suas habilidades sem muitas exigências (por exemplo, currículos fenomenais), que não sejam esforço e autodidatismo, é extremamente atraente para qualquer um que se diga programador. E sendo a paixão pelo que se está fazendo e a liberdade de explorar alguns dos grandes combustíveis geradores de qualidade e melhorias em qualquer atividade, é apenas natural que projetos Open Source quando guiados da maneira apropriada tornem-se sucessos incontestáveis.

A solução para esse suposto dilema? Convivência. A catedral dificilmente terá a produtividade do bazar, o bazar dificilmente será sólido, sustentável como a catedral. Mas ambos são os lados de uma mesma moeda que não seria uma moeda se não tivesse dois lados. Cabe aos donos de empresas e aos desenvolvedores usarem o lado que lhes convier, e por que não, misturá-los como quiser”.

Interoperability Lab da Unicamp dá seus primeiros frutos

20 de October de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
Categoria: Blog 

No final de agosto, a Microsoft e a Unicamp – Universidade Estadual de Campinas – inauguraram o Interoperability Lab. Nele, bolsistas ficariam encarregados de desenvolver dois projetos open source com um mesmo objetivo: aprimorar a comunicação entre máquinas operando diferentes plataformas e compreender, para se inteirar e participar do mercado de código livre nacional.

Como prometido no post do dia 28 de agosto, o Porta 25 publica hoje conteúdo produzido por dois bolsistas da iniciativa na Unicamp: Bruno e Dênis. Confira a seguir o texto que eles batizaram de “A Catedral e o Bazar Versão Brasil”.

“O movimento do software livre é inegável e provavelmente irreversível. A cada dia há mais adeptos e colaboradores que vão desde programadores , tradutores, testadores até doadores. São muitas pessoas colaborando para manter e melhorar centenas de projetos livres no Brasil. Não queremos discutir se o investimento em software livre é interessante ou não. O que iremos discutir é como ele se manifesta aqui no Brasil.

Atualmente o movimento livre no Brasil é grande. Internacionalmente somos citados como exemplos de uso do software livre, devido a nossa política. Nosso governo federal incentiva o uso do Software Livre e usa em vários projetos. São freqüentes as notícias com o título “Governo federal economiza R$ X milhões com software livre”. Somando a isso, todo mês ocorre pelo menos um evento de software livre em diversas regiões do país. O maior deles este ano provavelmente foi o FISL 7.0 (Fórum Internacional de Software Livre) no semestre passado que contou com a presença do próprio Richard Stallman, o pai do software livre. A partir destes dados podemos confirmar que realmente o software é forte no Brasil.

Mas se olharmos mais fundo sobre o desenvolvimento de software livre no Brasil, veremos que a maioria de nossas empresas ainda utiliza softwares pagos, muitos deles piratas, e que os grandes utilizadores de software livre no Brasil são o governo e alguns simpatizantes. E junto a isso, a maior parte dos colaboradores brasileiros trabalha ou em projetos internacionais ou em projetos nacionais (traduções) de softwares internacionais. Temos poucos exemplos de projetos nativamente brasileiros de grande porte. De exemplos, conheço os projetos LUA (linguagem) e o Kurumin (distribuição Linux).

Então surge a pergunta: por que os brasileiros lotam fóruns internacionais de software livre, são fiéis colaboradores e usuários de software livre, colaboram em fóruns respondendo às dúvidas dos outros, mas não conseguem produzir nossos próprios softwares? E por que não existem grandes empresas como IBM e RedHat de software livre brasileiras? O que há de errado com nossos bazares, que nos faz procurar os bazares de fora?

Se olharmos para nossa cultura, somos um dos povos mais acolhedores do mundo. O brasileiro preocupa-se mais com amigos do que com dinheiros. A teoria de colaboração mútua do software livre pelo simples prazer de ajudar, é bem de acordo com a nossa cultura. A resposta que consegui chegar foi a nossa simples falta de nacionalismo. A exemplo da linguagem LUA, que após ser elogiada internacionalmente, é que ela passou a ser discutida no Brasil.

O que quero dizer é que neste cenário atual do software livre, o Brasil é muito citado por ser um exemplo de sucesso no uso, especialmente do Linux. Mas o Brasil está muito mais pra testador do que pra produtor de software livre. Até nisso somos dependentes. E se algum dia este movimento acabar no resto do mundo, ele também acabará no Brasil. Enquanto não acreditarmos em nosso próprio potencial, nossos bazares continuarão vazios, e nossas grandes mentes continuarão indo para as catedrais e bazares de fora.”

Port25 contará com participação de especialista em computação de alta performace

19 de October de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
Categoria: Blog 

Depois de anunciar a inclusão de Cyril Voisin como colaborador do Port25, o blog anuncia hoje a chegada de um novo colunista: Frank Chism, especialista em tecnologia da Microsoft. Frank trabalha no ramo de computação de alta performance (HPC) há 41 anos e abastecerá o blog com as últimas informações e análises do mercado dos supercomputadores.

Uma entrevista em vídeo com Chism foi produzida pelo Port25 para apresentar o novo integrante do time. Na conversa, Sam Ramji, do Laboratório Open Source da Microsoft nos EUA e Chism falam um pouco da história das supermáquinas e fazem um breve relato do que está acontecendo hoje nesta área da computação.

O primeiro post de Chism deve entrar até o final desta semana ou no começo da próxima. Fique ligado!

Confira a entrevista, em inglês, aqui.

Xensource, Microsoft e virtualização – uma conversa com Simon Crosby

18 de October de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
Categoria: Blog 

A Microsoft anunciou hoje a inclusão do Virtual Hard Disk Format (VHD) na lista de especificações cobertas pela Open Specification Promise (OSP). Em última instância, isso significa que indivíduos e organizações podem usar, redistribuir e modificar o formato de virtualização desenvolvido pela Microsoft gratuitamente.

Com o anúncio, o Port25 julgou ser interessante conversar com a Xensource, companhia que usa o formato VHD. Hoje, portanto, o leitor poderá baixar um podcast no qual Sam Ramji, do Laboratório Open Source da Microsoft, conversa com Simon Crosby, CTO (Chief Technical Officer) da Xensource. Os assuntos abordados vão da parceria das duas empresas para o desenvolvimento do Veridian e as perspectivas para as virtualizações.

Compartilhamento de impressoras entre Windows e Linux

17 de October de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
Categoria: Blog 

Como foi prometido na última sexta-feira, o Porta 25 traz hoje um capítulo do livro “Windows and Linux Integration“, escrito por Jeremy Moskowitz. Vale lembrar que o autor concedeu uma entrevista em vídeo ao Port25 e é reconhecidamente dedicado à solução de problemas de interoperabilidade e compatibilidade entre sistemas de código aberto e fechado (Linux e Windows).

No capítulo oferecido para download, Moskowitz discute especificamente soluções para problemas de compartilhamento de impressoras entre Windows e Linux. Clique aqui para baixar o capítulo na íntegra (em inglês).

Novo colaborador do Port25 apresenta diferentes usos para o Boot Manager do Vista

16 de October de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
Categoria: Blog 

Hoje, o Port25 comemora uma parceria de conteúdo firmada com Cyril Voisin, que integra o conselho de segurança da Microsoft na França há nove anos. A partir de hoje, o Port25 – e o Porta 25 – reproduzirá material produzido pelo Cyril, que além de ser um CISSP, (Profissional Certificado de Segurança de Sistemas de Informação) também realiza trabalho voluntário ensinando segurança de rede em escolas francesas.

Cyril mantém um blog focado principalmente em segurança, mas que também trata de assuntos que interessam aos membros do Port25 como interoperabilidade e sua relação com a segurança dos sistemas. No texto linkado hoje, Cyril explica como usar o Boot Manager do Windows Vista para fazer um Boot de Linux ou um Boot duplo com BitLocker Protection e TPM Support. Confira a íntegra (em inglês) aqui.

Windows and Linux Integration: uma conversa com o autor

13 de October de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
Categoria: Blog 

No post de hoje, você confere uma entrevista em vídeo feita por Sam Ramji, do Laboratório Open Source da Microsoft nos EUA, com Jeremy Moskowitz. Jeremy é autor do livro “Windows and Linux Integration“, mencionado na conversa, além de ser o administrador de dois sites destinados à comunidade open source (http://www.winlinanswers.com e http://www.gpanswers.com).

Na próxima segunda-feira, o Port25 vai reproduzir o primeiro capítulo do livro escrito pelo entrevistado (em inglês), que se dedica quase que exclusivamente aos problemas de interoperabilidade e compatibilidade entre sistemas de código aberto e fechado (Linux e Windows).

Confira aqui a entrevista.

Recursos para desenvolvedores de open source para o Vista

11 de October de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
Categoria: Blog 

Recentemente, no post do dia 07 de setembro, falamos da existência de checklists com as principais diferenças entre o Windows XP e o Windows Vista no que diz respeito à integração de software. Essas listas ajudam programadores a diminuir eventuais conflitos entre soluções open source e o novo sistema operacional da Microsoft.

Entre as checklists citadas, falamos da DevReadiness.org – que trata de “Guidance”, “Technical Whitepapers”, “Tools” e “Demos” – e da Application Compatibility, hospedada nos servidores da Microsoft Development Network. O post foi reproduzido do Port25, que ao tratar do assunto, recebeu feedback de uma série de leitores.

Em função deste feedback, a versão norte-americana deste blog resolveu criar uma espécie de base de dados para atender às questões colocadas pelos desenvolvedores open source e as empresas que criam soluções em código aberto (ISV ou Independent Software Vendor). Para isso, o Port25 quer selecionar um pequeno grupo de voluntários dispostos a vistoriar e organizar as informações enviadas pelos programadores-internautas.

O blog do Laboratório Open Source da Microsoft nos EUA pede para que os interessados manifestem-se por meio do e-mail port25@microsoft.com. Vale lembrar que o programa será conduzido em inglês.

Conversa com Steve Wozniak, co-fundador da Apple

10 de October de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
Categoria: Blog 

No post de hoje, você confere uma entrevista conduzida por Sam Ramji, diretor do Laboratório Open Source da Microsoft, com Steve Wozniak, co-fundador da Apple. Wozniak – também conhecido como Woz – atualmente corre o mundo para divulgar o seu livro: “iWoz: From Computer Geek to Cult Icon: How I Invented the Personal Computer, Co-Founded Apple (And Had Fun Doing It)”.

Na conversa, Wozniak dá a sua definição para software livre, fala do início da computação comercial nos anos 70 e relata parte de sua experiência como engenheiro eletrônico na Hewlett-Packard (HP). O guru da computação explica ainda as inseguranças que o assombravam no início do projeto Apple – desenvolvido em parceria com seu amigo, Steve Jobs. Confira aqui (em inglês) os 10 minutos de entrevista.

Será a volta dos microkernels?

9 de October de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
Categoria: Blog 

Na indústria da Tecnologia da Informação, vigora a lei de que o que é novo ficará velho e depois será considerado novo de novo. Foi assim com o “Service Bureau”, que surgiu na época dos mainframes, desapareceu com a era dos PCs e agora ressurge pouco modificado como “SaaS” – sigla para Software as a Service. Pois o processo parece se repetir, atualmente, com os “Microkernels“.

Eles surgiram no final dos anos 80, início dos anos 90 e são definidos pela Wikipedia como um “kernel do sistema operacional que oferece apenas os serviços mais básicos (system calls), enquanto outros serviços (comumente oferecidos pelos kernels) são prestados por programas (user space programs) chamados servidores”. Com a consagração dos sistemas operacionais atuais (Linux e Windows) os microkernels sumiram dando lugar ao que se pode chamar de MACROkernel.

Mas o microkernel ensaia uma volta por meio das máquinas virtuais. Não o que nós já conhecemos como máquinas virtuais (definidas pela Xen, Microsoft e VMWare), mas sim o que a ciência da computação compreende como máquina virtual e virtualização. Difícil de entender? Confira gráfico explicativo da nova aplicação e leia mais detalhes no post que Anandeep Pannu escreveu para o Port25.

A Mozilla chegou

5 de October de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
Categoria: Blog 

Hoje o Porta 25 reproduz o relato de Hank Janssen sobre o terceiro dia de trabalho da equipe da Mozilla no Laboratório Open Source da Microsoft, ocorrido ontem.

“Tenho a felicidade de anunciar a presença dos programadores da Mozilla no Laboratório Open Source da Microsoft. De início, vieram Robert Strong, Mike Schroepfer, Doug Turner, Vladimir Vukicevic e Scott Macgregor. O grupo que ajudou a desenvolver o Firefox e o Thunderbird teve encontros com vários funcionários da empresa e devo admitir que ambos os lados estão aprendendo muito com a experiência. Confira um resumo dos principais assuntos tratados:

Cardspace

Mike Jones e Garrett Serack deram um panorama da tecnologia, que é uma espécie de carregador de tokens de identidiade (carrier of identity tokens). Conversamos sobre o que a tecnologia pode oferecer e como ela contribuirá para a administração de identidades virtuais. O Windows Vista vai oferecer a função Cardspace à parte e o .NET 3.0 já virá com suporte para a solução. Também nos comprometemos a trabalhar para permitir o uso do Cardspace dentro do Firefox.

IE Lower Integrity Marked

O Internet Explorer poderá funcionar com a configuração Low Integrity Marked – o que melhora a segurança, mas limita os lugares para os quais o programa pode escrever (o que é bom). Promovemos uma conversa entre os programadores da Mozilla e os desenvolvedores do Internet Explorer para avaliar os prós e os contras da tecnologia. Durante o papo, os cinco representantes da Mozilla mostraram interesse em desenvolver uma versão do Firefox com configuração parecida com a do Intenet Explorer Low Integrity Marked.

MS WPFE

Os desenvolvedores da área de plugins discutiram a viabilidade do funcionamento do MS WPFE dentro do Firefox. Por se tratar de um assunto muito técnico, os interessados podem ter acesso a detalhes por aqui.

MSI

Os programadores em MSI conversaram sobre as alterações e as vantagens de utilizar a nova forma de instalação dentro do Vista. Surgiram dúvidas quanto aos problemas do uso da solução na instalação de plugins (arquivos XPI) da Adobe e outras fabricantes.

Se você quiser ler as impressões do pessoal da Mozilla, visite o blog do Vladmir Vukicevic, que fez relatos da visita à Redmond (que continua amanhã).

Hank”

Sara Ford conversa com James Howison

4 de October de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
Categoria: Blog 

No post do dia 14 de setembro, o Porta 25 reproduziu o relato de Hank Janssen, do Laboratório Open Source da Microsoft, sobre os primeiros tempos da iniciativa e a recepção da comunidade OSS (Open Source Software) ao ingresso da Microsoft nesse mundo. Em seu texto, Hank falou de Sara Ford, com quem se encontrou logo depois da apresentação feita por James Howison na OSCON 2006.

Sara não escondia o entusiasmo com o que tinha acabado de ouvir. Atualmente trabalhando no “Virtual Studio and Power Toys” da Microsoft, Sara volta ao Port25 – agora como blogueira – e apresenta o podcast de uma entrevista feita com James Howison, pesquisador dos mais variados assuntos ligados a tecnologia e colaboração humana.

Entre os trabalhos desenvolvidos por Howison o destaque fica para “Why can’t I manage my Academic papers like my MP3s” ou “Por que não consigo administrar meus trabalhos acadêmicos como eu organizo meus MP3″. Nele, o pesquisador aborda as dificuldades em administrar documentos acadêmicos e imagens digitais (para ler o texto disponível apenas em inglês, clique aqui).

Atualmente, o acadêmico está terminando seu doutorado pela Syracuse University Information School, e é habitué da OSCON.

Para ouvir o podcast (em inglês), clique aqui.

ServerCore: a interface do usuário (GUI)

3 de October de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
Categoria: Blog 

Hoje, o Porta 25 reproduz uma entrevista em vídeo feita por Sam Ramjii e Hank Janssen, do Laboratório Open Source da Microsoft, com Lain McDonald e Andrew Mason, que desenvolvem GUI(Graphical Use Interface) para o Windows Server.

A conversa girou em torno de Windows Server Core e o desenvolvimento de um processo de instalação do Windows Server baseado em uma linha de comando que objetiva simplificar a administração e minimizar o processo de instalação de servidores para quatro diferentes funções: AD, DHCP, DNS e Servidor de Arquivos, entre outros.

Na conversa, os quatro especialistas discutem a arquitetura destes servidores e as razões que levaram ao desenvolvimento da solução de tal forma além de compará-la com soluções Linux e exibir diferentes interfaces. Confira aqui!

Codeplex, o SourceForge da Microsoft

2 de October de 2006 por Roberto Prado · Deixe um comentário
Categoria: Blog 

No post de hoje, vamos apresentar o Codeplex, um site criado pela Microsoft para funcionar como repositório de código-aberto da comunidade de desenvolvimento de soluções open source nacional.

Se você tem um projeto em código aberto – especialmente se ele for multiplataforma ou tratar de questões de interoperabilidade entre os ambientes Linux e Windows – hospedá-lo no Codeplex pode aumentar sua visibilidade dentro da Microsoft e do mundo open source. Não há restrições para projetos que já estiverem hospedados em outros repositórios, como o SourceForge e o Código Livre – o Codeplex está aberto para receber o sua solução.

Para participar, acesse o tutorial criado por Joice Käfer que explica todos os passos desde a criação de um usuário no sistema até a gestão de um projeto, passando por dicas de formatação e criação de páginas. Confira!

  • Windows Azure
  • Wordpress
  • PHP
  • SQL Azure
Desenvolvido por www.tortatoit.com.br