Port25 responde dúvidas enviadas por leitores
Hoje, o Porta 25 reproduz um vídeo feito pelo Port25 no qual cinco dos integrantes do Laboratório Open Source da Microsoft nos EUA respondem a uma série de perguntas feitas pelos leitores do blog. Como bem diz o post, nem todas as perguntas foram respondidas, portanto, é justo dizer que este será o primeiro de uma série de vídeos.
Em dezembro de 2006, um texto no mesmo blog pediu para que os leitores mandassem suas dúvidas não só sobre o funcionamento do Laboratório da Microsoft mas também sobre o movimento Open Source em si.
As questões levantadas deram uma noção da amplitude dos temas que poderiam ser tratados. A primeira, por exemplo, pede para que os profissionais detalhem os cinco projetos em código aberto na atualidade que eles julgam mais importantes e influentes. Com as respostas, os integrantes do OSSL esperam estimular o envio de mais perguntas. Confira a íntegra da primeira parte da conversa em vídeo por aqui.
Administrando processos de identificação – soluções e desafios
Seja rodando Windows em Linux ou vice versa, a administração de processos de identificação pode ser considerada um desafio. Para explorar este assunto, Hank Janssen, do Laboratório Open Source da Microsoft nos EUA e do Port25, conversou com Dustin Puryear, autor, consultor e palestrante da TechX World, além de dono da Puryear Information Technologia. Dustin se especializou em resolver problemas de integração relacionados à interação entre diferentes ambientes e dedicou alguns de seus livros ao assunto.
Dois, que não tratam necessariamente deste assunto mas que são leitura recomendada, estão disponíveis gratuitamente no formato e-book: “Best Practices for Managing Linux and UNIX Servers” e “Spam Fighting and Email Security for the 21st Century“.
Hoje você confere a primeira parte do podcast com a entrevista. Nela, Hank e Dustin exploram assuntos relacionados a implantação de sistemas de administração de identidade e se foca, principalmente, na importância do respeito e do estabelecimento de políticas de uso. Confira aqui. Em breve, confira a segunda parte da conversa.
Desenvolvedor do MultiMediaBox e do NetEdit conversa com o Porta 25
Hoje, o Porta 25 abre espaço para Sindolfo Filho, que além de tocar dois projetos open source (MultiMediaBox e NetEdit), atua ativamente na comunidade divulgando e defendendo soluções abertas como Linux, Open Office, Firefox e NetBeans, entre outros. “Também costumo contribuir de alguma forma com outros projetos. Por exemplo, estou planejando iniciar uma tradução do projeto jrisk hospedado no SourceForge”, explica.
Os dois projetos de autoria de Sindolfo estão hospedados em repositórios públicos, importantes por ajudar na “divulgação e no bom andamento das iniciativas, pois oferecem hospedagem e ferramentas úteis como sistema de releases, fóruns e gerenciamento de bugs”, diz ele.
Sindolfo não arquiva ambos os projetos em um mesmo repositório. Enquanto o MultiMediaBox está armazenado para consulta e co-desenvolvimento no SourceForge, o NetEdit está aberto para avaliação pelo Codeplex. Ele explica a origem da solução armazenada no Codeplex.
“O NetEdit surgiu da minha necessidade de utilizar um editor simples para programação que reunisse características úteis para o desenvolvimento de programas Java mas que não fosse tão poderoso e complexo como um NetBeans”, conta. “Ele oferece a edição em rede, recurso no qual vários desenvolvedores podem se conectar entre si e editar um documento colaborativamente”.
Quanto à interoperabilidade – tanto de sua solução quanto de todas as disponíveis no mundo do código aberto – Sindolfo é direto: ela é importante principalmente por dar flexibilidade ao usuário, que pode escolher qual plataforma operacional prefere usar. “O projeto também ganha, pois tem o potencial de atingir um público maior e mais diversificado”, justifica.
Sobre o apoio da Microsoft a iniciativas como a da criação do Codeplex, Sindolfo opina. “Embora ainda bastante tímidas, as iniciativas da Microsoft relacionadas ao mundo open source demonstram a força e a importância que o movimento atingiu atualmente. Espero que estas iniciativas venham a fortalecer ainda mais o mundo open source no sentido do estabelecimento de novas propostas e projetos em código aberto por parte da Microsoft”, finaliza.
Entrevista trata da Engenharia e Ciência da Computação Empírica
Hoje, o Porta 25 reproduz uma entrevista feita por Anandeep Pannu, do Laboratório Open Source da Microsoft nos EUA, com Stephen R. Schach, professor de Ciência e Engenharia da Computação na Vanderbilt University. A conversa aconteceu quando o professor fez uma breve visita a Seattle e tratou de diversos assuntos.
O que ganhou mais destaque, porém, foi o que trata da engenharia e ciência da computação empírica e algumas das experiências conduzidas pelo professor em ambiente acadêmico. Veja a íntegra, em vídeo, aqui (em inglês).
Parceria Microsoft/Zend desenvolve PHP com performace 300% superior
Este é mais um post que trata do andamento de uma das atividades noticiadas por este blog. Trata-se da colaboração Microsoft/Zend anunciada em outubro de 2006 e que já está entregando alguns de seus resultados.
Uma prévia técnica do Microsoft FastCGI para o IIS6 e IIS7 pode ser consultada por aqui. Já o Zend Core 2.0, que inclui uma versão para Windows da tecnologia Zend Enabler pode ser consultado aqui.
Combinadas, as duas soluções devem aumentar a performance do PHP em até 300%, o que oferece ao usuário atividades em PHP em níveis comparáveis aos das realizadas em Linux.
Como anda o desenvolvimento do SML (Service Modeling Language)
Hoje, o Porta 25 reproduz o um relato de Sam Ramji, diretor do Laboratório Open Source da Microsoft nos EUA.
Em agosto, postamos um podcast no qual conversamos com Praerit Garg sobre o anúncio da publicação de um rascunho do “Service Modeling Language” (Linguagem de Modelagem de Serviço) desenvolvido por uma parceria entre a Microsoft e uma série de empresas do ramo da tecnologia da informação. Este post é para informar os leitores do andamento da publicação das especificações.
No dia 12 de setembro, um workgroup nos deu uma boa idéia do retorno que estávamos tendo oriundo principalmente da comunidade open source. Boa parte do retorno veio por e-mail e um dos assuntos mais abordados foi o nome dado à liguagem. Muitos achavam que “Service Modeling Language”, ou SML não dava conta de todas as capacidades das novas especificações.
Depois de muita discussão, o grupo de trabalho publicou uma segunda versão do rascunho do SML e uma primeira versão das especificações de formato intercambiável do SML. Um grupo de trabalho para garantir e testar a interoperabilidade da linguagem também foi montado e conta com a participação de indivíduos e empresas interessadas principalmente na implantação da tecnologia.
Caso você queira participar dos grupos de discussão, acesse http://www.serviceml.org, onde mais detalhes da iniciativa são oferecidos e continue acessando o Porta 25, que dará continuidade ao acompanhamento da iniciativa.
Archimedes: uma conversa com o desenvolvedor Hugo Corbucci
Hugo Corbucci tem participação ativa na comunidade open source. Sua presença se destaca entre os divulgadores de programas como Linux, OpenOffice e Firefox e se expressa claramente em seu maior projeto atualmente: o desenvolvimento do Archimedes, um software de desenho técnico (CAD) voltado para arquitetura. “Trabalhar com código aberto permite obter rapidamente um retorno sobre a qualidade do software e a sua relevância para os usuários e, portanto, para o mercado. Além disso, ao trabalhar com código aberto também se ganha uma imensidão de trabalhadores prontos a ajudar e, às vezes, resolver seu problema”, explica.
Para ter o apoio da comunidade open source, Corbucci conta que é importante incluir o projeto em repositórios como o Codeplex, da Microsoft, o Sourceforge.net ou ainda o CodigoLivre.org.br e algumas ferramentas Wiki. “É uma oportunidade de desfrutar de recursos gratuitos que podem ajudar”, explica, lembrando também que os repositórios apresentam os projetos em uma espécie de vitrine do open source. “Também tivemos alguns trabalhos enviados para prover compabilidade no sentido AutoCAD”, conta o desenvolvedor, que introduz um novo e importante aspecto do projeto – a interoperabilidade.
Uma das medidas tomadas para viabilizar a interoperabilidade foi a adoção do padrão XML de arquivamento. Com ele, garante Corbucci, “qualquer um pode escrever um módulo no seu software para que ele trabalhe com esse formato ou no Archimedes para que este entenda outro formato”. Quanto à importância da participação de um player como a Microsoft em uma iniciativa open source, Corbucci é claro: “Ter a Microsoft envolvida nesse modelo de trabalho é importantíssimo para, em primeiro lugar, reafirmar o sucesso do modelo e, em segundo lugar, fortalecer ainda mais a comunidade de software livre disponibilizando profissionais de qualidade para contribuir com código e, portanto, idéias novas”, conclui.
Toolkits e a convivência entre open source e software proprietário
Hoje, o Porta 25 reproduz uma entrevista feita por Byan Kirschner com Mike Hines. A idéia da conversa nasceu das opiniões com as quais Kirschner entrou em contato por meio de artigos acadêmicos acerca da convivência entre software proprietário e open source. Inspirado por estes artigos, Kirschner descobriu a importância dos toolkits na viabilização dessa convivência – e é aí que entra Mike Hines.
Hines descreve um case no qual o Sharepoint Learning Kit para o Microsoft SharePoint2007 – que Kirschner classifica essencialmente como um “toolkit” – foi desenhado para professores e será lançado sob a Shared Source License. Confira a íntegra da conversa aqui.
Brasil, Código Aberto e Interoperabilidade
Hoje o Porta 25 reproduz um texto elaborado por César Brod. Confira!
O Brasil tornou-se, nos últimos anos, um terreno fértil para o desenvolvimento e integração de soluções baseadas em sistemas de código livre e aberto. Uma olhada no portal CodigoLivre nos mostra que mais de 1,7 mil projetos são mantidos por mais de 13 mil desenvolvedores. Dentre estes projetos, 309 são baseados na plataforma Microsoft, 291 são independentes de sistema operacional. Há alguns poucos baseados em PalmOS e, claro, a maior parte deles, 509, está sob POSIX (alguma forma de Linux ou Unix). Somando, porém, os projetos que rodam na plataforma Microsoft e os que não dependem de uma plataforma ou outra, vemos que este número é maior do que os que rodam exclusivamente em POSIX.
Estes números podem não refletir fielmente a realidade, especialmente porque em muitos repositórios públicos verifica-se que muitos projetos que são iniciados não são levados adiante após algum tempo. Mesmo assim, considerando a proporcionalidade, verificamos que elas são bastante próximas da realidade. A conclusão é que os desenvolvedores de código aberto estão preocupados que seus sistemas tenham a capacidade de serem executados em plataformas operacionais diversas.
Nota-se que, apesar de algumas reações históricas (e também histéricas) contra as ações da Microsoft em sua aproximação com o mundo Open Source, há um grupo significativo de desenvolvedores de código aberto que são favoráveis ao diálogo e com a possibilidade de ter o suporte necessário para que seus sistemas estejam prontos também para o ambiente Microsoft. Esta foi uma das principais razões que nos levaram a aplicar aqui no Brasil, algumas ações que levariam à facilitar a interoperabilidade entre múltiplos ambientes, de forma similar ao que já era feito no laboratório coordenado por Bill Hilf, nos Estados Unidos.
Ainda que o Porta25 de Roberto Prado tenha entrado no ar em abril de 2006, já constituindo uma ação local da Microsoft em sua aproximação com o código aberto, o Núcleo de Desenvolvimento Open Source e Interoperabilidade começou em agosto de 2006. Iniciamos com um time local, baseado no Rio Grande do Sul, gerenciado por mim e tendo a Fabiana Iglesias como diretora de relações institucionais. Dois assistentes técnicos, Joice Käfer e Luis Bosque, completam a equipe.
Desde o princípio, colocamos nosso projeto dentro do portal Codeplex. Nosso projeto esteve sempre entre os mais ativos do Codeplex e dispõe de um tutorial para o uso do portal em português, um handbook sobre interoperabilidade entre Active Directory Services e OpenLDAP e materiais sobre High Performance Computing produzidos pela equipe do laboratório da Unicamp, coordenado por Fábio Cunha. Também convidamos outros projetos nacionais que fossem multi-plataforma ou tratassem, de alguma maneira, de questões de interoperabilidade, para que se hospedassem no Codeplex. Hoje temos listados sete projetos, outros estão por vir.
Acreditamos que estamos apenas no começo. Com um pequeno orçamento proporcionamos entregas bastante visíveis e promissoras. Há muito mais o que fazer. Para a segunda fase deste projeto esperamos ampliar as ações que já começamos e iniciar outros projeto entre eles o ADS + OpenLdap Handbook, o projeto de Certificação Digital e o que envolve HPC (High Performance Computing).
Case University Hospitals of Cleveland
Na última parte da vídeo-entrevista que o Port 25 fez com o University Hospitals of Cleveland sobre o novo portal physician da instituição, o bate-papo foi com Joe Yelanich, executivo de contas da FCG (First Consulting Group). A FCG tem uma longa história na indústria médica de TI e escolheu desenvolver sua solução usando tecnologia de ponta da JBoss e Microsoft.
A entrevista é interessante principalmente porque Joe mostra o ponto-de-vista de uma consultoria sobre a escolha de plataformas e por que FCG escolheu um mix de tecnologias JBoss, Java e Microsoft para construir seu portal de saúde. Clique
href="http://port25.technet.com/archive/2007/01/05/first-consulting-group-building-physican-portal-on-jboss-microsoft.aspx"
target="_blank">aqui para ver o vídeo.
Interoperabilidade: case University Hospitals of Cleveland
Ontem publiquei um post sobre o
href="http://port25.technet.com/archive/2007/01/03/university-hospitals-of-cleveland-physician-portal-built-on-jboss-and-microsoft-solution.aspx"
target="_blank">primeiro de três vídeos com uma entrevista que o Port 25 fez com o
href="http://www.uhhospitals.org/"
target="_blank">University Hospitals of Cleveland sobre o Physician Portal, uma solução para a área de saúde construída graças à interoperabilidade do
href="http://www.microsoft.com/windowsserver2003/default.mspx"
target="_blank">Windows Server e
href="http://jboss.com/"
target="_blank">JBoss. Ed Marx, CIO do hospital, falou sobre as necessidades do hospital em relação à TI e como eles chegaram a uma solução construída – e que tem o melhor – do open source e da tecnologia Microsoft.
No post de hoje fica a sugestão de assistir ao
href="http://port25.technet.com/videos/ms_uhhs_HealthP2.wmv"
target="_blank">vídeo com a entrevista com Dr. Nathan Levitan e Dr. Ed Michelson. Cada médico falou sobre o impacto que sistemas diferentes e disconectados causavam na qualidade do atendimento prestado aos pacientes e como a implementação do portal foi bem sucedida, no sentido de reunir informações sobre pacientes de 150 locais. Vale a pena assistir.
Interoperabilidade na prática
Você deve se lembrar de um href="http://www.microsoft.com/presspass/press/2005/sep05/09-27MSJBossInteropPR.mspx" target="_blank">acordo da Microsoft e da JBoss anunciado em 2005 para desenvolver formas de promover melhor a interoperabilidade entre os sistemas JBoss Enterprise Middleware e o Windows Server. Foi um anúncio muito importante e uma grande oportunidade de explorar formas das duas empresas trabalharem juntas para os clientes comuns.
Recentemente, o Port 25 teve a oportunidade de visitar um desses clientes, a
href="http://www.uhhospitals.org/"
target="_blank">University Hospitals of Cleveland, que implementou uma solução conjunta JBoss/Microsoft. O resultado, um portal chamado de Physician Portal, permite que os médicos tenham acesso a múltiplos e diversos sistemas de cuidados com pacientes a partir de um único ponto de acesso. A redução da complexidade e o aumento na interoperabilidade não apenas geraram redução de custos para o hospital, mas melhoraram a padronização e a qualidade do atendimento ao paciente.
Na primeira parte da entrevista do Port 25 com o CIO do Hospital, Ed Marx, são abordadas questões ligadas às perspectivas técnicas da solução. Clique aqui para ver o
href="http://port25.technet.com/videos/ms_uhhs_P1Tech.wmv"
target="_blank">vídeo.
"Interoperabilidade" educacional
Ao contrário do que muita gente pode pensar, o conceito de interoperabilidade vai além da integração de plataformas tecnológicas. Ele pode ser aplicado até mesmo quando o assunto é educação. O processoo de Bolonha ilustra bem este conceito. Seu propósito é desenvolver uma área de educação de excelência na Europa, criando padrões para a graduação acadêmica e padrões de garantia de qualidade compatíveis e comparáveis em toda a Europa. Traduzindo em miúdos, o objetivo é fazer com que a formação superior européia seja de qualidade e uniforme, ou seja, tenha o mesmo nível em toda a Europa. A proposta do processo de Bolonha foi assinada por 29 países Europeus e já há sinais deste movimento aqui no Brasil. A educação caminha para um cenário onde as competências requeridas e adquiridas deverão ter validade em qualquer parte do mundo.
Quer saber mais sobre o processo de Bolonha? A
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bologna_process"
target="_blank">Wikipedia
tem muitas outras infomações e você também pode consultar o
href="http://www.bolonha.ist.eu/"
target="_blank">site da Universidade de Bolonha.




