Barton George entrevista Sam Ramji
Um dia antes da abertura oficial da OSCON, Barton George, gerente de software livre e aberto da Sun gravou um podcast com Sam Ramji. Você pode ouvir a conversa aqui.
Workshops de Open XML em vídeo
Recentemente falei aqui a respeito de uma série de workshops que tiveram por tema o Open XML.Agora, o conteúdo também está disponível em 11 módulos interativos e 3 vídeos, que abordam:
- Arquitetura de arquivos Open XML
- Detalhes práticos dos diagramas do Open XML
- Como trabalhar com o novo .NET 3.0.
- Como criar documentos Open XML orientados a dados.
Para acessar o material, em inglês, basta clicar aqui.
Bryan Kirschner, Microsoft e open source
O trabalho de Bryan Kirschner é fazer com que a Microsoft e o open source cresçam juntos. Essa é a forma como ele apresenta suas responsabilidades. E, toda vez que o faz, provoca comentários de quem trabalha na Microsoft e também quem está de fora da empresa, porque, para muita gente, à primeira vista, esse objetivo é contraditório.
Essas reações levaram Kirschner a escrever um post para contextualizar seu trabalho. Para isso, ele volta ao ano de 1995, quando saiu a primeira versão oficial e pública do Apache server e quando o MySQL AB foi criado, e relata diversos momentos importantes para o avanço da tecnologia.
Vale a pena ler o post na íntegra. Você vai ter uma visão muito mais completa sobre open source e software proprietário e vai perceber que crescer juntos é o caminho natural para os dois mundos (que na verdade são muito mais próximos do que se imagina à primeira vista).
Os 25 projetos mais ativos do Codeplex
A Eweek.com listou recentemente os 25 projetos mais ativos do Codeplex. Quem não sabe o que é o Codeplex pode ler um dos mais recentes posts que escrevi, no qual explico o que é e qual é o propósito do repositório.
A matéria da EWeek.com apresenta imagens e breves textos explicativos a respeito de cada projeto. É uma boa maneira de ter o primeiro contato com o Codeplex, que hospeda atualmente mais de 2,1 mil projetos. Entre os trabalhos apresentados, estão:
XNA Animation Component Libraries
PowerShell Community Extensions
Anandeep Pannu e a Oscon 2007
Um dos mais recentes posts do Port25 trata das impressões de Anandeep Pannu após sua participação na OSCON 2007 que aconteceu de 23 a 27 de Julho, em Portland, nos Estados Unidos.
Em sua segunda passagem pelo evento, Pannu reconhece uma queda em seu entusiasmo diante do quadro geral de palestras. Ele notou a mesma reação em outros participantes, mas o “desânimo” não impediu que ele fizesse comentários interessantes em seu post a respeito dos debates que acompanhou.
Pannu aborda a constituição da GPL 3.0, o trabalho da Microsoft voltado ao Open Source – inclusive com site próprio – e o esforço da empresa no desenvolvimento de tecnologia de banco de dados visando virtualização, gerenciamento de sistemas e identidade.
Para ler a íntegra do texto, em inglês, clique aqui.
Avaliação
Na reunião da Comissão de Estudo da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), a entidade decidiu que encaminhará ao ISO/IEC JTC1 um voto de desaprovação ao padrão OpenXML. No entanto, o voto será encaminhado com comentários técnicos que foram objeto de consenso do Grupo de Trabalho que analisou o referido documento e que devem contribuir para o aperfeiçoamento do padrão OpenXML.
Acredito que o fato de ter havido consenso técnico representa efetivamente uma oportunidade de evolução da norma, processo natural na elaboração de qualquer norma técnica. O País cumpriu um importante papel nesta etapa de avaliação, o que demonstra sua capacidade técnica para participar do processo normalização internacional.
Vamos continuar a interagir com representantes da sociedade civil, empresas privadas, associações empresariais, universidades e Governo Federal no desenvolvimento do padrão OpenXML, que é uma alternativa ao modelo ODF. O OpenXML reconhece versões anteriores de formatos de documentos, permite a conversão dos documentos em ODF e vice-versa, sem que haja dependência de um único fornecedor para ambos os padrões.
Alemanha diz sim ao ECMA Open XML
O grupo de trabalho NIA 34 do DIN (Deutsche Institut für Normung) votou a favor para que o ECMA Open XML se transforme em um padrão ISO. Gerd Schürman, líder da força de tarefa do DIN para a tradução de formatos de documentos, declarou que “O processo de aceitação do ECMA Open XML como padrão ISO resultará no avanço tecnológico dos dois padrões – ECMA Open XML e ODF 1.0″. Veja o comentário completo no blog de Jason Matusow.
Interoperabilidade para promover avanços
Há uns três meses, meu colega Dirk Frehse comentou em seu blog que a eWeek publicou uma reportagem citando algumas das mudanças implementadas na versão do Windows Server 2008 que são uma resposta para algumas características e vantagens de desempenho do Linux, em determinados cenários, em relação à solução da Microsoft.
Resolvi usar essa matéria para ilustrar como a aproximação da Microsoft e do mundo open source é importante para a indústria. A interoperabilidade entre sistemas das duas realidades, além de trazer benefícios para clientes, também faz com que a indústria avance e promova melhorias em seus produtos. Aprender e entender o que cada um faz de melhor só colabora para o desenvolvimento de plataformas melhores e para garantir o avanço tecnológico.
Pela liberdade de escolha
Foi publicado hoje no jornal Gazeta Mercantil um artigo que escrevi sobre liberdade de escolha. O mote é sobre a votação no ISO (Organização Internacional pra Padronização) da adoção do Open XML como formato padrão para documentos eletrônicos, como planilhas e memorandos. Confira, na íntegra, o artigo publicado nesta terça-feira.
Pela liberdade de escolha
Em setembro, a ISO (International Organization for Standardization) coloca em votação o Open XML como formato padrão. A discussão na comunidade de TI é ampla. A entrada do ECMA OpenXML como padrão adicional ao ODF beneficiará toda a indústria local de software, e principalmente, os clientes e usuários, que têm dito em alto e bom som que desejam interoperabilidade, respeito ao legado e investimento e principalmente possibilidade de escolha e inovação.
Arquivos baseados em XML possibilitam a leitura de quaisquer documentos no seu formato original e ajudam a integrar os processos, enquanto também provê oportunidades significativas para integradores de software (ISVs – Independent Software Vendors) criar aplicações de alto valor.
O Office 2007, pacote de aplicativos de produtividade da Microsoft, por exemplo, já conta com o formato baseado em Open XML, que possibilita a leitura de documentos do Office 2003, Office XP e Office 2000 por meio de uma atualização gratuita, assim como o sistema também suporta outros formatos.
O Open XML representa um importante avanço em relação a concretização da visão de XML, que busca ampla interoperabilidade, permitindo que documentos sejam arquivados, reestruturados, incrementados ou modificados, e reutilizados de forma dinâmica.
Algumas discussões trazem comparações entre o Open XML com o ODF (Open Document Format). É importante reconhecer que estes formatos foram criados com objetivos bem diferentes e que eles são somente dois dos muitos formatos padrões em uso atualmente, os quais têm suas características ideais para diferentes usuários em diferentes cenários.
Há quem ignore o fato de que o Open XML é um avanço e benefício para os usuários. Tentar parar o processo de consideração do formato como padrão ISO é limitar a possibilidade de escolha e de inovação tecnológica, por motivos comerciais. Os esforços da IBM em ter apenas o ODF como formato restringe a oportunidade de escolha.
Recentemente, representantes de empresas brasileiras de tecnologia que atuam com soluções Microsoft (International Association of Microsoft Certified Partners) declararam que a entrada do Open XML na ISO geraria 14% mais negócios, visto que possibilitaria maior atuação em conjunto entre desenvolvedores de TI, mesmo entre empresas que atuam com diferentes plataformas.
No início de julho, o estado americano de Massachusetts divulgou uma prévia da revisão de sua política de seu modelo de referência técnica para empresas (ETRM – Enterprise Technical Reference Model). A intenção era permitir a colaboração da comunidade a respeito da nova política até o dia 20 do mês, que resultou em mais de 460 contribuições de pessoas e organizações.
Os clientes querem escolha, interoperabilidade e inovação. O Open XML atinge esses objetivos e possibilita integração de tecnologias por meio de tradutores, gerando maior produtividade aos usuários.
ANSI realiza série de estudos para uso do Open XML
O ANSI (Instituto Nacional Americano de Padronização dos Estados Unidos) começou a receber as avaliações sobre o uso do formato Open XML. Esses estudos técnicos, que foram realizados por diversos comitês norte-americanos de análise em padronização, fazem parte do processo que servirá de base para que a entidade formalize, até o dia 2 de setembro, a posição dos Estados Unidos sobre a certificação ISO ao formato Open XML.
Caberá ao JTC-1 (Comitê Integrado de Tecnologia ), responsável por definir os padrões técnicos de ISO e da Comissão Eletrotécnica Internacional, receber os votos dos mais de 100 países parceiros, entre eles Brasil e Estados Unidos, para decidir se certifica internacionalmente o padrão Open XML. Entre as características que deverão ser atestadas pelas equipes de avaliação, estão as seguintes:
Funcionalidade, tendo como metas:
- Adequação;
- Acurácia;
- Interoperabilidade;
- Conformidade;
- Segurança de acesso.
Confiabilidade tendo como metas:
- Maturidade;
- Tolerância a falhas;
- Recuperabilidade.
Usabilidade, tendo como metas:
- Inteligibilidade;
- Apreensibilidade;
- Operacionalidade.
Eficiência, tendo como metas:
- Comportamento em relação ao tempo;
- Comportamento em relação aos recursos.
Manutenibilidade, tendo como metas:
- Analisabilidade;
- Modificabilidade;
- Estabilidade;
- Testabilidade.
Portabilidade, tendo como metas:
- Adaptabilidade;
- Capacidade para ser instalado;
- Conformidade;
- Capacidade para substituir.
Um pouco sobre o Codeplex
Com freqüência, falo sobre projetos que estão hospedados no Codeplex, mas nunca escrevi um post apenas sobre o Codeplex (e mesmo que já tenha escrito, vale a pena escrever de novo).
O Codeplex é um repositório de projetos open source da Microsoft. É possível usar o Codeplex para criar novos projetos e dividi-los com o mundo, além de participar de projetos já iniciados ou usar as aplicações hospedadas no site e dar o seu feedback. A Microsoft não controla, revisa, apóia ou distribui os projetos no Codeplex. O site é um repositório Web que funciona como um serviço para a comunidade de desenvolvedores.
Interoperabilidade Windows e Linux
O post da última segunda-feira no Port 25 é de autoria de Sam Ramji. Ele trata do trabalho realizado pela Microsoft em conjunto com Novell e XenSource em três áreas críticas para o desenvolvimento da tecnologia de banco de dados: virtualização, gerenciamento de sistemas e identidade.
O texto é ilustrado pelos slides utilizados por Ramji na OSCON, em Portland, e na LinuxWorld, em San Francisco, quando os temas foram objeto de palestra. Além disso, o autor apresenta comentários que expandem a reflexão a respeito dos tópicos.
Workshops de Open XML para download
Durante a primeira metade de 2007, membros de Microsoft, Sonata, InfoSupport, Allette, ente outros, apresentaram workshops a respeito do desenvolvimento do Open XML em mais de 30 países. Esses workshops estão estruturados em um conjunto de apresentações inter-relacionadas, e cobrem os tópicos mais comuns a respeito dos cenários de desenvolvimento do Open XML.
Esse conteúdo, além de dados adicionais, está agora disponível para download gratuito. Confira aqui!
Novell defende aproximação de Linux e Microsoft
Run Hovsepian, CEO da Novell, defendeu durante a LinuxWorld Conference, que programadores e usuários de software livre devem contribuir com empresas de software proprietário, como a Microsoft. Segundo Hovsepian, a popularidade adquirida pelo Linux nos desktops está atrelada à colaboração com empresas de software proprietário e, eventualmente, no estabelecimento de parcerias com elas.
Hovsepian defendeu especificamente o acordo entre Novell e Microsoft para criar soluções de interoperabilidade entre Linux e Windows.
Sam Ramji e Justin Steinman
Sam Ramji participou do Open Source Think Tank, um pequeno evento que contou com a participação de cerca de 100 influentes executivos e usuários/desenvolvedores de open source. Durante o evento, Sam e Justin Steinman responderam a algumas perguntas sobre a parceria Novell/Microsoft. Steinman é o diretor de marketing da Novell para Linux e plataformas abertas.
Clique aqui para ouvir a entrevista e se você quiser mais informações, navegue em http://www.moreinterop.com/, onde é feita a maioria dos anúncios sobre a parceria.
IAMCP diz que aceitação do Open XML como padrão ISO geraria mais 14% de oportunidades de negócios para empresas
A IAMCP (International Association of Microsoft Certified Partners), em português, Associação Internacional de Parceiros Microsoft, defende a padronização do formato de documentos Open XML (Extensible Markup Language) na ISO (International Organization for Standardization). Para a associação, a inclusão do OXML na ISO geraria mais de 14% em oportunidades de negócios para as empresas brasileiras.
Além disso, com a abertura do padrão de documentos Microsoft Office Open XML, os usuários terão mais capacidade para armazenar e gerenciar dados em longo prazo, com mais opções de fornecedores e ferramentas à sua escolha. E favorecerá também desenvolvedores de serviço, que precisam de mais opções para melhor atender a demanda do mercado.
Mais uma fonte para esclarecer dúvidas sobre OXML
Aqui vai mais uma dica de uma boa fonte para esclarecer dúvidas sobre OXML. O site www.microsoft.com/interop/osp reúne, entre outras coisas, blogs sobre interoperabilidade. Também traz estudos de caso e notícias sobre o tema.
ECMA Open XML e suporte à acessabilidade
O ECMA Open XML oferece suporte à acessabilidade em diversos aspectos. A Microsoft desenvolveu um relatório preliminar que explica como o Open XML se compara a W3C Web Content Accessibility Guidelines e W3C XML Accessibility guidelines.
A Microsoft doou o documento para a comunidade de desenvolvedores Open XML. Dessa forma, a empresa espera aumentar o nível de conhecimento e segurança em relação à existência de suporte à acessibilidade do padrão.
V1.01+-+Accessibility+of+Ecma+Office+Open+XML+File+Formats.zip
Open source e amadurecimento
Já faz algum tempo que não escrevo sobre o que tenho lido no Port 25, mas queria sugerir a leitura de um post bem interessante, publicado por esses dias.
É o primeiro post de Jon Rosenberg, diretor de Source Programs da Microsoft, no Port 25 e ele diz que sempre se pega pensando sobre o futuro do open source e como o movimento criado pelo código aberto ajuda as empresas a amadurecerem.
Não quero contar muito mais o que está no post, até porque acho que essa “introdução” já é suficiente para despertar a curiosidade. Clique aqui e leia o post na íntegra!
ECMA Open XML entra na lista de padrões aprovados pelo estado de Massachusetts
No início de julho, o estado de Massachusetts divulgou uma prévia da revisão de sua política ETRM (Enterprise Technical Reference Model). A idéia era permitir a colaboração da comunidade a respeito da nova política até o dia 20 do mês. Mais de 460 pessoas e organizações deixaram suas contribuições.
A revisão na ETRM inclui a adição do ECMA Office Open XML, assim como o ODF 1.1 à lista de padrões aprovados. Clique aqui para ler o texto na íntegra sobre a política ETRM de Massachusetts. Neste link você lê uma carta de Henry Dormitzer, subsecretário de administração e finanças, sobre a nova política. Ele ressalta que Massachusetts foi o primeiro estado americano a adotar uma polícia encorajando o uso de documentos abertos, baseados no formato XML.




