Innovation Centers promovem interação acadêmica
Em meu mais recente post falei sobre virtualização. Isto fez-me lembrar de um dos projetos que apoiamos através da parceria da Microsoft com os centros de inovação de universidades brasileiras. Desde que começamos estes projetos, um de nossos objetivos era promover a colaboração entre equipes distintas de uma instituição de ensino e, especialmente, entre as várias instituições. Isso passou a acontecer gradualmente, de forma natural, especialmente a partir do momento em que os bolsistas dos Innovation Centers passaram a se conhecer pessoalmente em eventos como o SBAC-PAD.
O projeto VISA, desenvolvido por Manuela Klanovicz Ferreira, orientada pelo professor Henrique Cota de Freitas, da UFRGS, porém, usa desde o princípio uma ferramenta desenvolvida pelo Instituto de Computação da Unicamp, sob a coordenação do professor Sandro Rigo, a ArchC.
A linguagem ArchC permite a criação de protótipos de processadores e seu devido teste, muito antes dos mesmos poderem ser efetivamante fabricados. O projeto VISA tem por objetivo criar processadores com múltiplos núcleos e testá-los com instruções específicas para a virtualização de sistemas operacionais, melhorando o seu desempenho. O detalhe é que, quando o projeto VISA foi iniciado, a decisão pela utilização do ArchC como sua ferramenta básica foi feita ainda sem o conhecimento de que o professor Sandro, que também coordena o desenvolvimento do projeto Interop Router ,na Unicamp, é o autor do ArchC e, ainda hoje, um de seus principais colaboradores.
Virtualização, um caminho para a interoperabilidade
Na semana passada publicamos o primeiro de uma série de três artigos assinados por mim na revista Mundo.NET, da Editora Mundo. O artigo de hoje fala sobre virtualização de servidores, a busca por alternativas que integrem as plataformas a fim de melhorar os recursos disponíveis e torná-los interoperáveis. Conheça os benefícios da virtualização e entenda os motivos pelos quais este tema está em evidência no segmento de TI.
Confira abaixo o artigo na íntegra.
Qualquer iniciativa que proporcione economia nas despesas mensais das companhias é sempre bem-vinda. A partir dessa prerrogativa, não é por acaso que a virtualização de servidores jamais esteve tão em evidência no segmento de TI corporativo. Num ambiente cada vez mais comum, no qual as empresas trabalham com diferentes sistemas operacionais de forma simultânea, a busca por alternativas que integrem as plataformas a fim de melhorar os recursos disponíveis e torná-los interoperáveis é necessária. A virtualização resolve essa questão ao permitir que múltiplos sistemas operem a partir de uma única máquina, fato que significa uma infra-estrutura tecnológica mais dinâmica que gere redução da complexidade e dos custos operacionais empresariais.
Um estudo realizado pela consultoria internacional IDC comprova que cresce a cada dia a presença desta tecnologia em ambientes de baixo custo, proporcionando melhor utilização da capacidade ociosa do hardware. Outra pesquisa de tendências, realizada pela Microsoft em 2007, mostrou que existe maior pressão nos ambientes de TI e, por isso, os CIOs passam a dividir ainda mais seus investimentos na área, sendo 70% para manutenção dos sistemas em operação e apenas 30% para a implementação de novas tecnologias, com foco em resultado de negócios, aproximação com o consumidor e produtividade total. Esses valores refletem a preocupação desses gerenciadores de TI em reduzir custos, estar atento à competitividade do mercado, regulamentação e segurança, tudo isso para manter o bom andamento dos negócios.
As novas tecnologias devem ser capazes de coexistir e trabalhar em conjunto com outros sistemas simultaneamente, ou seja, permitir o uso da plataforma Linux, por exemplo, sem a necessidade de rodar apenas em servidores do mesmo tipo. Tal iniciativa concede ainda mais o poder de escolha aos usuários. Nesse sentido, novas soluções lançadas possibilitarão ambientes de alta disponibilidade, eliminando também imprevistos, como é o caso do Windows Server 2008, com suporte a ambientes Windows, Linux e Solaris. Um exemplo dessa tendência do mercado é a parceria selada entre a Novell e a Microsoft em 2007, que já têm produzido uma série de tecnologias que permite a interoperabilidade de ambientes, especialmente o Novell SUSE Linux Enterprise Server, para integração entre ambiente Linux e plataforma Microsoft.
A adoção de novos sistemas que possibilitem a interoperabilidade gera demandas cada vez mais eficientes, especialmente no que diz respeito à arquitetura, segurança, virtualização, migração rápida e também a hospedagem em Data Centers ecologicamente corretos. Essa necessidade se resume na presença de alguns sistemas primordiais nessas novas plataformas, que englobem gerenciamento virtual das máquinas, de operação, de configuração e de proteção dos dados armazenados.
Aperfeiçoando as funcionalidades do próprio sistema, as novas plataformas virtuais lançadas no mercado mundial este ano permitem a ampliação do suporte de sistemas operacionais como à multiprocessamento simétrico, dividindo as tarefas entre os dois ou mais núcleos e processadores. Outro diferencial está no balanceamento de carga na rede, que inclui novas capacidades para configurar com mais facilidade as diversas máquinas virtuais presentes nos vários servidores. Ainda, será possível realizar migrações com mais rapidez do host para o guest com a máquina virtual rodando e downtime mínimo. O aumento de escalabilidade vertical e horizontal pode ser notada entre as conseqüências provenientes, assim como a nova arquitetura de aperfeiçoamento de hardware e a otimização de uso dos recursos físicos.
Entre os principais benefícios da virtualização, está a consolidação de servidores, a continuidade de negócios, flexibilidade e aumento no aproveitamento e utilização das máquinas. A preocupação com o meio ambiente também faz parte dos benefícios proporcionados pela interoperabilidade com aplicação de sistemas de virtualização, uma vez que um servidor virtual pode operar adequadamente em carga máxima por mais de 18 meses, é possível consolidar os ambientes de TI migrando de oito a 16 servidores reais para apenas um servidor virtual. Oferecem flexibilidade de escolha e se posicionam com tecnologia avançada na camada de virtualização inserida no sistema operacional. Iniciativas como estas enfatizam os desafios dos CIOS na adoção de estratégias de continuidade dos negócios e fortalecem a crescente necessidade da interoperabilidade na gestão dos ambientes organizacionais de TI.
Outras projeções da IDC apontam para um cenário em que estima ser virtualizado apenas 17% dos servidores em todo o mundo até 2010, contra 5% existente em 2005. Já a partir de 2011, a virtualização deverá evoluir para o estágio 3.0, quando a automação de diversos recursos e rotinas, que hoje são feitos manualmente, liberará tempo dos administradores de TI. Dessa forma, ambientes de alta disponibilidade e clientes virtuais também crescerão de maneira significativa e deverão atingir aproximadamente US$ 54 milhões na América Latina em cinco anos. Assim, se torna evidente o aumento da adoção de sistemas interoperáveis, especialmente a virtualização, por empresas de pequeno, médio e grande porte em busca da redução significativa de custos, melhor gerenciamento dos recursos e segurança.
Para saber mais sobre o assunto acesse os links abaixo:
Windows Server Virtualization Blog Site
Windows Server Virtualization TechNet Site
Windows Server Virtualization CTP Step-By-Step Installation Guide
Interoperabilidade à lenha…
Pouca gente lembra, mas no início dos anos 80 a Microsoft participou de um esforço para a criação de um padrão para computadores pessoais. O mentor dessa idéia foi o executivo Kazuhiko Nishi, da subsidiária japonesa da empresa. Nishi imaginou que, uma vez que o VHS tornava-se um padrão de fato para os videocassetes, um computador padrão poderia fomentar a indústria de software para consumo caseiro da mesma forma que o consumo de filmes. Nascia, assim, o MSX, que não virou um padrão de fato, como todos sabem, mas que até hoje é um padrão admirado e cultuado por hobistas e hackers no mundo inteiro.
Emuladores e jogos para a plataforma MSX são facilmente encontrados em mecanismos de busca. Mas eu só trouxe esse assunto para o Porta25, para mostrar que, afinal, interoperabilidade não é assunto tão novo assim na Microsoft.
PASH, o Power Shell Open Source
Usuários avançados do Windows Server já conhecem o Power Shell uma poderosa linguagem de “scripting” (usada para automatizar a execução de processos em lote e seus controles) que, com o Windows 2008, é incorporada como padrão no sistema. O Power Shell, tipicamente chamado de POSH, agora tem uma alternativa em código aberto, o PASH, que mistura os nomes POSH e BASH (típico Shell para os ambientes Linux), é multiplataforma e desenvolvido totalmente com o framework .Net 2.0, podendo ser compilado em qualquer sistema que tenha suporte ao .Net ou ao Mono. Ainda que o primeiro download do projeto tenha sido liberado há mais de duas semana, ele já implementa 50% da funcionalidade nativa do Power Shell e, no site do projeto é possível ver as telas do mesmo rodando em versões do Windows (inclusive CE) e Linux.
Laboratórios de interoperabilidade: celeiro de novas tecnologias e idéias
A partir de hoje vou dividir com vocês alguns artigos publicados na revista Mundo.NET, da Editora Mundo, uma publicação especializada em .net., que visa proporcionar aos profissionais informações e artigos técnicos de alto nível. No artigo de hoje, entenda a importância da Interoperabilidade e como a notoriedade desta palavra de difícil pronúncia vem impulsionando empresas privadas e instituições de ensino a criarem laboratórios para interoperar diferentes plataformas de forma mais harmoniosa e eficaz.
Confira abaixo o artigo na íntegra.
As soluções criadas nos laboratórios de interoperabilidade ajudam a aumentar o retorno que as empresas têm sobre seus investimentos em soluções de TI, ao mesmo tempo em que também reduz os custos e riscos relacionados à integração de sistemas diversos. Além disso, o fato dos laboratórios de pesquisa estarem ligados a instituições de educação, ajuda a gerar conhecimento local, como artigos, guias, documentação e linhas de código.
Na Unicamp, o desenvolvimento de projetos de interoperabilidade entre plataforma Microsoft e de código-fonte aberto tem acontecido em laboratório de pesquisa próprio desde 2006. Localizado no Instituto de Computação da Universidade Estadual de Campinas, no interior de São Paulo, o laboratório foca em pesquisa de computação de alta performance e na integração entre o Active Directory e o Open LDAP, aplicativos que permitem o gerenciamento remoto de objetos da rede, possibilitando que os usuários acessem todos os recursos do ambiente de tecnologia.
Os benefícios criados pela presença dos laboratórios de interoperabilidade vão além do avanço tecnológico e da geração de conhecimento neste setor. Ao se relacionarem com executivos e profissionais de grandes empresas da área de TI, como a Microsoft, os estudantes bolsistas, que são parte do grupo de pesquisa, têm experiências práticas de como funciona o mundo corporativo e recebem informações importantes para seus futuros profissionais.
Outro caso bem-sucedido de criação de laboratórios de interoperabilidade aconteceu na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). A equipe composta por desenvolvedores e alunos bolsistas da instituição tem pesquisado tecnologias interoperáveis para gerar mais integração entre o Windows Server 2003 e o Linux.
O laboratório realiza pesquisas computacionais em alto desempenho, geração automática de documentos no formato OpenXML, virtualização, além das soluções da Microsoft para Clusters e as ferramentas Open Source. Juntos, estudantes e profissionais desenvolvem programas em ambientes 3D, em especial aqueles que possuem humanóides, e trabalhos com diversos formatos eletrônicos de documentos, com a criação de softwares conversores, para integrar documentos em OpenXML.
Com a importância crescente da interoperabilidade, novos projetos têm sido implementados em todo Brasil, como é o caso da Unesp de Bauru, que em breve terá seu próprio laboratório de pesquisas, e da UFPA (Universidade Federal do Pará), onde um de seus professores tem recebido apoio em suas pesquisas de integração de plataformas. Desse modo, a receita que une altos investimentos privados e o trabalho intelectual gerado pelas instituições de ensino garante não apenas o suprimento gradual das atuais necessidades do mercado de TI, como também cria uma nova geração de especialistas em tecnologia, focada no desenvolvimento de soluções que já nasçam integradas entre si.
Segurança e confiabilidade sempre foram dois pontos primordiais para que o CIO de uma grande corporação ou o responsável pela área de TI de uma pequena empresa optasse por uma plataforma tecnológica. No entanto, recentemente, as empresas brasileiras têm dado cada vez mais importância a um tópico que, há 10 anos, não chamava tanta atenção: a interoperabilidade, ou seja, a capacidade de uma plataforma trabalhar de forma simples em colaboração com outra (conectar pessoas, sistemas, dados e dispositivos), atendendo de forma satisfatória e menos custosa um ambiente de TI misto. Com base nesta necessidade, empresas privadas e instituições de ensino e pesquisa têm unido forças e formado laboratórios, para descobrir novos modos de tornar a interoperabilidade entre plataformas distintas, como Windows e as ofertas de código aberto, mais harmônica e eficaz.
E o prêmio vai para…
Em tempos de computadores cada vez mais potentes, com muita memória e preço cada vez mais acessível, pode parecer que não há uma preocupação muito grande com o desenvolvimento de programas que consumam pouquíssimos recursos da máquina e, mesmo assim, tenham altíssima eficiência. Apenas parece! A Microsoft Research acaba de premiar, junto com a EuroSys, o desenvolvedor Adam Dunkels por seu trabalho com sistemas embarcados. Dentre os muitos trabalhos de Adam está o Contiki OS um sistema operacional concebido para sistemas embarcados com pouca memória e que, mesmo assim, devem trabalhar em rede.
Adam recebeu 2.000 Euros junto com o prêmio, que foi entregue dia 10 de abril. Segundo Adam: “O prêmio não reconhece apenas meu trabalho de pesquisa, mas também a importância de sistemas embarcados para redes. 98% de todos os microprocessadores vendidos hoje são usados em sistemas embarcados.”
Disponível para download o CTP (Community Technology Preview) de Fevereiro do SQL Server 2008
Já está disponível para download o CTP (Community Technology Preview) de Fevereiro do SQL Server 2008. Este CTP traz todas as funcionalidades planejadas para o SQL Server 2008, veja abaixo algumas das principais funcionalidades incluídas neste CTP. Para fazer download basta acessar o link: http://www.microsoft.com/sql/2008/prodinfo/download.mspx
Principais funcionalidades incluídas:
· Compressão de dados
· Melhorias no gerenciamento baseado em políticas
Para maiores informações acesse:www.microsoft.com/brasil/sql2008;http://blogs.technet.com/sqlserverbrasil/default.aspx
Podcast acordo Microsoft & Novell
O podcast de hoje fala sobre o acordo entre a Microsoft e Novell, que vem num momento estratégico onde a Microsoft começa tratar de Interoperabilidade e coloca em linha com as suas estratégia de “Construir Pontes”. Neste programa falamos como o acordo impulsionou as vendas de SUSE Linux , a colaboração técnica que o mesmo proporcionou, possibilitando atender a demanda de mercado com uma solução mais abrangente, além de os motivos pelos quais a comunidade não aceitou as contribuições da Novell.
Para ouvir este podcast clique aqui:
Podcast Acordo Microsoft e Novell.mp3
Podcast Microsoft e Open Source
Neste podcast falamos sobre o relacionamento da Microsoft com o desenvolvimento do código livre e aberto no Brasil. Para este bate papo convidei Carlos Ribeiro da Novell, Silvio Palmieri da Organização Sou Livre, Helio Castro do projeto KDE, Cesar Brod da Brod Tecnologia e Fabio Cunha da Microsoft. Dentre os assuntos abordados está polêmico processo de abertura da APIs, a oportunidade de desenvolvedores terem acesso as informações, a preservação da Propriedade Intelectual e como o desenvolvimento do mercado de Open Source influenciou o desenvolvimento do Windows Server 2008.
Para ouvir este podcast clique aqui:Podcast Microsoft e Open Source.mp3
Porta25 agora tem Podcast
Com o objetivo de discutir temas voltados para desenvolvedores e técnicos de informática, resolvemos criar uma sessão mensal de podcasts. Para esta primeira sessão convidei para uma mesa redonda, Silvio Palmieri da Organização Sou Livre, Hélio Castro do projeto KDE, Cesar Brod da Brod Tecnologia, Carlos Ribeiro da Novell e Fabio Cunha da Microsoft para falarem sobre três temas um tanto quanto polêmicos que resultaram nestes podcasts, a serem publicados nos próximos dias aqui no Porta25. O tema de hoje é Interoperabilidade, onde cada convidado ofereceu o seu entendimento e perspectiva em relação ao assunto. Para ouvir clique aqui: Podcast 01 – Interoperabilidade.mp3.
Não perca os demais programas:
Microsoft e Open Source
Acordo Microsoft & Novell
Codeplex: Por dentro das novidades
Os leitores já sabem que concentramos as referências para os projetos apoiados pela Microsoft nos Centros de Inovação da UFRGS, Unicamp e Unesp em nosso portal no Codeplex . O que eu gostaria de chamar a atenção é para a possibilidade de “assinatura” das novidades de cada projeto através de um “feed” RSS.
Caso você queira saber mais sobre o RSS, recomendo esse artigo mas, em resumo, o RSS permite que você “cole” em uma página ou seu cliente de correio eletrônico as notícias que vêm de outras páginas. Você sabe que uma página fornece suas novidades e atualizações pelo padrão RSS quando ela possui uma figura similar a essa ao lado da barra de endereço (tipicamente, links para o RSS também aparecem em outros pontos da página, chamando a atenção para o mesmo).
Dentro do próprio Codeplex, usamos o RSS para “capturar” as novas informações dos projetos que apoiamos, reunindo-as nessa página. Assim, se você quiser acompanhar um projeto específico, sinta-se à vontade tanto para visitar essa página como para adicionar o próprio “feed” RSS de nossos projetos a seu leitor preferido.
E, claro, o Porta25 também possui seu próprio RSS! Use e abuse!
Padrão Ecma Office Open XML obtém certificação internacional ISO
A votação final foi favorável 87 órgãos internacionais ajudaram a aprimorar a especificação voltada ao formato de documentos. Após mais de 14 meses de intensa revisão e análise de estudos técnicos realizados por seus países membros, o Comitê Técnico Conjunto da Organização Internacional de Padronização Informações públicas indicam que a proposta do Padrão Open XML recebeu grande apoio das nações. De acordo com os documentos disponíveis na internet, 86% de todos os países que participaram do processo na ISO/IEC votaram a favor do formato. O padrão aberto tem obtido uma ampla adoção na indústria de software para uso em uma variedade de plataformas, incluindo Linux, Windows, Mac OS e Palm OS. Centenas de fornecedores independentes de softwares e fornecedores de plataformas em todo o mundo, tais como Apple, Corel, Sun Microsystems, Microsoft e Novell, desenvolvem soluções utilizando o Open XML, fato que oferece valor real para os usuários de tecnologia de informação em todo o mundo. Uma pesquisa independente concluiu que o uso do Open XML tem grande probabilidade de se expandir ainda mais no futuro.* Milhares de companhias manifestaram apoio ao Open XML e sua ratificação pela ISO e IEC. Mais detalhes podem ser conferidos por meio do site (ISO) e da Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC) finalizaram o processo formal para a certificação internacional ao Padrão Ecma Office Open XML http://www.openxmlcommunity.org
Aqueles que trabalham com o Open XML podem atestar os benefícios desse formato de arquivo aberto nas áreas de gerenciamento de dados e arquivo, recuperação de dados, interoperabilidade com sistemas de linhas de negócios e a preservação de documentos a longo prazo. O Open XML é otimizado para o nível de precisão e detalhe que facilita o transporte de bilhões de documentos existentes. Os formatos de arquivo Open XML são capazes, de uma maneira exclusiva, de integrar outros tipos de sistemas e dados com documentos Open XML, ao mesmo tempo em que mantêm uma separação limpa e clara da apresentação (marcação Open XML) e dos dados (esquemas do cliente e instâncias do mesmo). Isso significa que as organizações podem usar formatos Open XML para elaborar relatórios de informações provenientes de outras aplicações e sistemas sem ter que traduzi-las primeiro. Isto é uma inovação chave para desenvolvedores que procuram incorporar informações de negócios em tempo real nos seus documentos ou para aqueles que procuram marcar documentos por “tag” com seus próprios sistemas de categorização, para aprimorar a compreensão dos conteúdos.
Apache POI e Microsoft
Um dos vários projetos de código aberto com os quais a Microsoft contribui é o Apache POI que consiste em uma série de APIs em Java para a manipulação direta de arquivos do MS Office. Através do POI e seus componentes é possível, por exemplo, criar, ler e escrever diretamente uma planilha do Excel ou interagir com uma planilha existente.
Uma série de estudos de caso no próprio portal do projeto ilustra muito bem a aplicabilidade do Apache POI. Segundo Sam Ramji, diretor de tecnologia e estratégias de plataformas da Microsoft, a doação de código para uma organização como a Apache Foundation irá beneficiar tanto os clientes da empresa quanto a comunidade de código
aberto: “Ao contribuir com novas soluções para o Apache estamos colocando nossas intenções em ações, dando retorno para essa comunidade dinâmica”
A notícia completa poce ser lida aqui http://www.microsoft.com/presspass/press/2008/mar08/03-25SourcesensePR.mspx




