Family.Show no Codeplex
Hospedado no Codeplex o Family.Show é um projeto capaz de realizar o mapeamento da árvore genealógica de famílias e relacionamentos, liberado em julho 2007 está atualmente em sua segunda versão. Tem fonte aberta e está licenciado sob Microsoft Public License
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Disponibilizado guia de segurança Windows Server 2008
A dica de hoje é sobre segurança, afinal um profissional de TI precisa estar um passo a frente em relação a este tema para proteger seus recursos e manter o ecossistema funcionando. Com base nisto, foi disponibilizado um guia de segurança do Windows Server 2008 que tem como objetivo realçar os conceitos de segurança, e destacar as novas tecnologias e características deste produto. Para saber mais e fazer download do guia clique aqui .
Imagine Cup 2008 anuncia data da final brasileira
A Imagine Cup, competição global, promovida pela Microsoft e dedicada a encontrar soluções para problemas do mundo real, desde sua primeira edição em 2003 já contou com a participação de mais de 100.000 estudantes de 100 países e regiões diferentes. O tema deste ano é “Meio Ambiente”, os competidores devem imaginar um mundo onde a tecnologia permita um meio ambiente sustentável. Nesta quarta-feira 28/05 acorre a final brasileira que será transmitida ao vivo pela web das 14h às 17h através do link: www.tvweb.unip.br/imaginecup. Serão oito finalistas da categoria Projeto de Software, julgados por 15 especialistas para representar o Brasil na etapa mundial. A final acontece 3 a 8 de julho em Paris, na França.
Microsoft disponibiliza lista de formatos suportados pelo Office
O Office 2007 já possui suporte para 20 diferentes formatos de documento no Microsoft Word, Excel e Office PowerPoint. E com a liberação do Service Pack 2 (SP2) que está programada para o primeiro semestre de 2009 serão incluídas as especificações de formato XPS, PDF (Portable Document Format), PDF/A, e ODF (Open Document Format). Ao usar o SP2, será possível abrir, editar e salvar documentos usando o ODF, além de salvar documentos nos formatos XPS e PDF diretamente da aplicação sem precisar instalar outro código. Para oferecer sustentação aos usuários das versões Office XP e Office 2003 no formato ODF, os usuários continuarão a colaborar com a comunidade open source no desenvolvimento do projeto Open XML-ODF translator em SourceForge.net.
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Postgresql e .Net
Um dos mais populares e potentes gerenciadores de bases de dados em código aberto é o Postgresql. O projeto Npgsql lançado em 2006 e que recentemente liberou o terceiro Beta de sua versão 2.0, permite que programas desenvolvidos com o framework .Net utilizem, com facilidade, o Postgresql. Os manuais disponíveis na página do projeto possuem uma série de exemplos que permitem aos desenvolvedores adquirirem, rapidamente, familiaridade com o seu uso. É possível fazer o download dos binários já compilados do Npgsql tanto para o .Net como para o Mono.
Este é mais um exemplo de interoperabilidade por projeto, uma vez que aplicações desenvolvidas com o Npgsql podem rodar em diversas plataformas.
Um outro aplicativo auxiliar, o Database.Net, está disponível gratuitamente e permite a rápida visualização e manipulação de dados em bases Postgresql, SQL Server entre outras.
Open source, open standard e interoperabilidade
O post de hoje traz mais um artigo da revista Mundo.NET. Confira o processo da interoperabilidade e suas fases até a estruturação, como os clientes têm exigido que seus fornecedores ofereçam softwares e serviços flexíveis para que seja possível integrar aplicativos ou, até mesmo, criar soluções totalmente inovadoras. Como a interoperabilidade tem influenciado nos diversos setores comerciais, refletindo uma relevante movimentação na indústria da tecnologia que tem sido sentida por empresas de todos os portes. Confira abaixo o texto na íntegra.
Houve um tempo em que as informações eram produzidas em menores quantidades e desconexas: bilhetes rabiscados em papel; dados datilografados em relatórios; documentos gravados apenas no disco rígido de um único computador; ou base de dados gravada e armazenada em mainframes. Contudo, a ascensão da web, a digitalização de dados e documentos e o aumento de computadores em rede, que nos possibilita conexão a um vasto número de informações com incrível rapidez e facilidade, têm mudado fundamentalmente o modo como nós lidamos com essas funcionalidades. Surgia, então, o conceito de interoperabilidade, e, com isso, as primeiras conquistas advindas dessa consciência, como a revisão dos modelos de negócios das grandes fabricantes, as parcerias entre empresas concorrentes. Enfim, estava dada a largada na movimentação da indústria em direção a possibilitar a completa integração de informações, independente da máquina ou do sistema.
O processo da interoperabilidade teve diversas fases até sua estruturação. Entre 2001 e 2002 passou por experimentações, aprendizados, até 2007, quando iniciou as parcerias para o desenvolvimento de variadas arquiteturas. Como resultado, estreitou-se os laços com comunidades desenvolvedoras de software livre e iniciou o compartilhamento de licenças e códigos. Os princípios da interoperabilidade previam mudanças nos procedimentos para acesso à tecnologia, novas práticas de negócios para abertura dos produtos, definição de novos princípios e ampliação do leque de produtos atingidos por ela. Vivemos em um mundo onde todos os sistemas precisam estar interligados e, por essa razão, os consumidores devem ter a opção de escolher soluções que melhor se adaptam as suas necessidades sem a preocupação desses softwares serem ou não interoperáveis com os sistemas já existentes.
Quando a indústria fabricante de software, por exemplo, possibilita o acesso às plataformas de desenvolvimento, além de promover o uso em conjunto entre diferentes formatos de documentos, também permite a criação de produtos inovadores e com maior valor aos usuários. Os próprios clientes têm exigido que seus fornecedores ofereçam softwares e serviços flexíveis para que seja possível integrar aplicativos ou, até mesmo, criar soluções totalmente inovadoras. A interoperabilidade se tornou condição-chave para as pessoas que constroem e gerenciam os sistemas de informação, uma vez que integram diferentes sistemas de softwares. Como há um constante aumento de informações criadas digitalmente e armazenadas em milhões de diferentes sistemas, o importante é garantir que elas, mesmo que geradas em um sistema, possam ser acessadas por qualquer outro existente.
A importância da interoperabilidade tem refletido nos diversos setores comerciais, com foco na força de trabalho distribuída e globalizada. Valorizada pela tecnologia em si, proporciona ambientes heterogêneos, serviços web e SOA (Software Oriented Architecture), com processos regulatórios setoriais e requerimentos legais. Isso se deve a realidade social, que cada vez mais não faz distinção entre casa e trabalho, mobilidade e usuário online, gerando uma quantidade incontável de conteúdo produzido. Entre as relevâncias advindas está a inclusão deliberada de soluções interoperáveis, o aumento do trabalho em parceria com clientes e competidores para construir ?pontes? e facilitar sua coexistência, tornar as vantagens tecnológicas das grandes empresas disponíveis às demais e a participação em órgãos de padronização capazes de fomentar a interoperabilidade.
Uma relevante movimentação na indústria da tecnologia tem sido sentida por empresas de todos os portes. O mercado passou por uma revisão de conceitos, aprendendo que, mesmo para manter a competitividade acirrada, era preciso que empresas concorrentes firmassem parcerias sempre com foco em beneficiar os consumidores. Devido a isso, no início de 2008, a Microsoft passou a compartilhar mais de 44 mil páginas com as APIs (Application Programming Interfaces) de seus principais programas, entre eles as versões preliminares dos códigos fontes inseridas no Windows Vista, .NET Framework, Windows Server 2008, SQL Server 2008, Office 2007, Exchange Server 2007 e Office SharePoint Server 2007, para que estes sejam adaptados aos diferentes produtos das mais variadas marcas, sempre com foco na comodidade do usuário final. A estratégia da companhia em trabalhar em colaboração com código aberto é uma boa opção para as comunidades de o software livre, que podem aprender a gerenciar projetos e se espelhar nos modelos de negócio das grandes empresas.
Alguns princípios foram adotados pelas empresas globais para delinear o desenvolvimento e aplicação da interoperabilidade. Entre eles estão a conexão aberta, que aumenta o acesso dos desenvolvedores aos diferentes recursos por conta da expansão do compartilhamento de códigos como APIs e protocolos abertos; a portabilidade de dados, que permite aos clientes acessar e usar os dados armazenados em outros produtos; o suporte a padrões diversificados com mecanismos de feedback e o engajamento amplo e aberto, com foco na comunicação e colaboração com clientes e com o ecossistema de tecnologia da informação, incluindo a comunidade de Software Livre
O desenvolvimento em conjunto da Microsoft com Novell, Mark Logic, Quickoffice e DataViz resultará em tradutores ODF e Open XML. Entre os benefícios do formato Open XML, formato de arquivo aberto, está o gerenciamento de dados e arquivos, recuperação dos dados por completo, interoperabilidade com sistemas de linhas de negócios e a preservação de documentos em longo prazo. Por fim, a aprovação do OpenXML como padrão ISO reforça a teoria inicial da importância da interoperabilidade ao mercado. Essa decisão contribuiu para pessoas, empresas, governos, escolas, uma vez que o novo formato atende às necessidades e permite ganho de escala. Dessa forma, a abertura de códigos certamente favorecerá a concorrência e causará maior competitividade, servindo como fonte geradora de grandes inovações tecnológicas. Esse é só o começo de um mundo tecnológico interoperável, integrado e com soluções e documentos disponíveis em qualquer lugar ou sistema, acessível a todos.
Microsoft e DAISY ajudam portadores de deficiência visual a terem acesso à leitura
Com o uso de arquivos Open XML, os usuários do Microsoft Office Word já podem produzir conteúdo voltado especialmente a portadores de deficiência visual.
A Microsoft Corporation lançou um software capaz de fazer com que qualquer pessoa crie mais facilmente documentos e outros conteúdos voltados aos portadores de deficiência visual ou usuários com dificuldades de acessar publicações impressas. A novidade está disponível gratuitamente para download aos usuários do Office Word no seguinte endereço eletrônico: http://www.openxmlcommunity.org/daisy.
O novo tradutor ?Save as DAISY XML? permitirá salvar arquivos de texto baseados em Office Open XML no formato base do padrão DAISY aceito em todo o mundo. A iniciativa teve origem no desenvolvimento conjunto da Microsoft com o Consórcio DAISY (Digital Accessible Information System) no projeto para permitir que esses usuários interajam de forma mais eficiente com tecnologias alternativas em seu dia-a-dia.
Também está disponível a nova versão do DAISY Pipeline, um download gratuito que permitirá ao usuário converter facilmente arquivos em DAISY XML para o formato DAISY Digital Talking Book (DTB ou Livro Digital Falado – LDF). Essas tecnologias representam uma solução gratuita e multifuncional para a conversão de documentos de texto em formatos acessíveis aos usuários portadores de deficiência visual. Mais informações estão disponíveis em http://www.daisy.org/projects/pipeline/.
Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da União Mundial de Cegos (World Blind Union), existem no mundo mais de 160 milhões de deficientes visuais ou indivíduos que apresentam algum comprometimento de visão. O acesso global ao ?Save as DAISY XML? para o Microsoft Office Word representa um importante passo para os usuários com algum tipo de deficiência visual porque todos terão acesso às informações contidas em bilhões de documentos do Microsoft Office Word, fato que ajudará a levarem uma vida mais independente e produtiva.
“O novo recurso proporcionará a quebra de barreiras para milhões de indivíduos com deficiência visual, além de melhorar a experiência de praticamente todos aqueles que adoram ler”, afirmou Chris Capossela, vice-presidente sênior do Information Worker Product Management Group da Microsoft. “Estamos orgulhosos em colaborar com o Consórcio DAISY para oferecer benefícios valiosos às pessoas com deficiência visual. Essa ferramenta faz com que qualquer indivíduo crie um conteúdo acessível com muito mais facilidade”.
“A iniciativa da Microsoft de incluir o ?Save as DAISY XML? no Microsoft Word é o primeiro passo em direção à oferta de conteúdo totalmente acessível para pessoas do mundo todo que sofrem de deficiência visual ou que não podem acessar publicações impressas. Sabemos que 70% de todas as informações são criadas com o Microsoft Word e esse novo plug-in oferece um salto sem precedentes em direção à iniciativa global de tornar as informações disponíveis para todos”, destacou George Kerscher, secretário-geral do Consórcio DAISY.
“Como defensor de tecnologias que ajudam os deficientes visuais e como presidente do comitê de uma organização que gerencia uma biblioteca digital baseada nos formatos DAISY XML, posso assegurar que essa novidade é um avanço significativo”, apontou Dominique Burger da BrailleNet Association. “A capacidade de gerar conteúdo no formato DAISY XML a partir de uma aplicação utilizada por milhões de pessoas em todo o mundo é uma notícia muito bem-vinda para todos aqueles que vêm buscando uma solução de amplo alcance”.
Esta nova ferramenta também representa uma oportunidade para que empresas e fornecedores independentes de software analisarem outras formas nas quais a tecnologia pode ser empregada para atender às necessidades daqueles que, até então, não tinham acesso aos materiais disponíveis exclusivamente em forma de texto ou de áudio. Empresas como seguradoras, prestadoras de serviços, de assistência médica e organizações que publicam manuais de treinamento necessitam de um método que ofereça documentos integralmente acessíveis a seus clientes e funcionários com necessidades distintas. Para essas organizações, o ?Save as DAISY XML? é a inovação que estavam esperando.
A iniciativa de colaboração de código aberto relacionada ao projeto de tradução Open XML para DAISY XML permite que desenvolvedores utilizem o código fonte e outros recursos em seus próprios aplicativos acessando o site do SourceForge. A adoção do Open XML continua a crescer em todo o setor em várias plataformas, entre as quais, Linux, Windows e sistemas operacionais Mac e Palm.
Mais sobre o aniversário do Porta25
Há alguns dias escrevi um artigo onde mencionei os dois anos do Porta25. Fiquei curioso então para saber, passado esse tempo, quantos outros portais, blogs e outros sites na web apontam para o que publicamos aqui. Usei o Live para fazer essa pesquisa, mas certamente os leitores podem conferir essa informação com outros mecanismos de busca. Meu método de pesquisa foi bastante simples. Digitei, no formulário de busca do Live, o seguinte:
“porta25.technetbrasil.com.br” -site:porta25.technetbrasil.com.br
-site:microsoft.com – site:codeplex.com
Em resumo, quis saber quantos locais na web apontavam diretamentre para “porta25.technetbrasil.com.br”, excluindo nossos próprios sites.
Virtualização para a convivência entre Windows e Linux
Uma série de soluções permitem a criação de um ambiente de virtualização dentro do Windows ou do Linux, quando um sistema fica como hóspede do outro. No caso do Windows Vista, é possível usar, por exemplo o VirtualPC para instalar o Linux como hóspede. O Windows 2008 Server possui, nativamente, o Hyper-V para essa função. No caso do Linux, soluções como o VirtualBox ou o XEN são opções para se ter o Windows como o hóspede.
Um artigo da Softpedia, entretanto, propõe a convivência transparente entre os dois sistemas operacionais, na mesma máquina. No artigo, o autor fornece um passo-a-passo para uma configuração que, segundo ele, é feita em 30 minutos. Os vídeos que ilustram o artigo mostram coisas bem interessantes, como a possibilidade de copiar e colar textos entre aplicações que rodam nos dois sistemas operacionais.
Ainda que esse não seja um assunto exatamente novo, vale a pena dar uma conferida!
Interoperabilidade é a tônica do framework Qt
A Trolltech, empresa reconhecida mundialmente por seus frameworks para desenvolvimento de aplicações em multi-plataformas, anunciou no último dia 6 de maio o lançamento da nova versão de seu principal produto, o Qt. Uma das aplicações mais conhecidas que utilizam o Qt é o ambiente KDE , comum em muitas distribuições Linux, mas a grande força do framework é a oferta de um ambiente integrado para o desenvolvimento de aplicações que rodam em qualquer plataforma operacional como o Windows, MacOS, Linux e mesmo telefones celulares.
No anúncio dessa nova versão, é citado o exemplo da Last.FM, aplicação que tem por base uma rede social onde os usuários compartilham seus gostos musicais e podem ouvir músicas através de uma “rádio web”. O vice-presidente da Last.FM, Toby Padilla, diz que o Qt foi escolhido pela empresa porque o software que seus usuários utilizam deve rodar em qualquer ambiente existente.
Os desenvolvedores Windows, familiarizados com o ambiente de desenvolvimento Visual Studio.Net, o Qt oferece total integração, facilitando a produção de aplicações que poderão rodar em diversas plataformas.
Produção e consumo do Open XML
Divido com vocês o terceiro artigo publicado na revista Mundo.NET. Neste texto falamos sobre as funcionalidades do padrão OpenXML, que obteve certificação internacional ISO no início deste mês. Entenda um pouco mais sobre o padrão, e como o Office 2007 define um formato aberto de arquivos que pode ser manipulado em qualquer aplicativo, trazendo assim para seus usuários e desenvolvedores benefícios como estabilidade, interoperabilidade, integração com dados empresariais, modularidade, extensibilidade e preservação do legado de documentos já existentes, abrindo então espaço para inovações em processos que envolvam o uso de documentos eletrônicos.
Confira abaixo o artigo na íntegra.
Produção e consumo do Open XML
Em um mercado de tecnologia no qual os clientes buscam cada vez mais exercer seu direito de escolha, com interoperabilidade e inovação, surge o Open XML. Trata-se de um formato de arquivos projetado para atender aos novos requisitos que o uso eletrônico de documentos atualmente demanda, seja em processos automatizados, sistemas colaborativos ou de gerenciamento eletrônico. Esse padrão aberto, mantido pela ECMA International (Associação Européia dos Fabricantes de Computadores), se baseia em duas tecnologias amplamente utilizadas: a de empacotamento e compressão do ZIP, que grava o conteúdo do documento, e a linguagem de marcação XML, que define suas partes. Esta visão é definida como Open Packaging Convention (OPC), que descreve um modelo lógico para representar o pacote, suas partes ou módulos e o relacionamento entre elas.
A especificação é implementada atualmente no Microsoft Office 2007 e em diversas suítes de escritório, como o Novell OpenOffice, Corel WordPerfect e Apple iWork ?08, além de estar presente em outras plataformas como o iPhone da Apple, e na suíte Documents to Go da Dataviz do Palm OS. Porém, o uso do padrão vai além dos escritórios. Sua implementação pode ocorrer em qualquer ambiente, independente da linguagem de programação e do sistema operacional, desde que haja bibliotecas de manipulação de ZIP e XML.
Na plataforma .Net há disponível a Packaging API, distribuída como parte do .Net Framework 3.0. Ela implementa a OPC, oferecendo classes para manipulação do seu modelo lógico. Com base nesta API foi lançado o Microsoft SDK for Open XML Formats, que estende a Packaging API, adicionando elementos de mais alto nível por meio de uma representação em classes de cada uma das partes suportadas por um documento.
Seguindo o mesmo conceito da Packaging API, foi desenvolvida a OpenXML4J, uma biblioteca gratuita voltada para desenvolvedores Java. Um exemplo de aplicação desta biblioteca pode ser encontrado no site do Núcleo de Desenvolvimento Open Source e Interoperabilidade, que hospeda diversos outros projetos Open Source, dentre eles oito demonstrações de cenários de uso do Open XML e um projeto de um conversor de textos para o formato.
Para analisar o conteúdo de um documento Open XML, toma-se como base um arquivo criado através do Microsoft Word 2007. Ao trocar sua extensão de .docx para .zip, é possível utilizar uma ferramenta de descompressão ZIP para descompactar e abrir o pacote. Assim, existe uma estrutura de arquivos e diretórios representando o modelo lógico estabelecido pela OPC. Dentre eles, identificam-se três elementos comuns a documentos textuais:
? [Content_Types].xml: Descreve o tipo de conteúdo de cada parte de um pacote;
? Diretório ?_rels?: Contém arquivos XML, porém na extensão ?.rels?. Estes arquivos descrevem os relacionamentos que uma parte possui;
? document.xml: É a parte principal, que contém o corpo do documento.
O Office Open XML define um formato aberto de arquivos que pode ser manipulado em qualquer aplicativo, trazendo assim para seus usuários e desenvolvedores benefícios como estabilidade, interoperabilidade, integração com dados empresariais, modularidade, extensibilidade e preservação do legado de documentos já existentes, abrindo então espaço para inovações em processos que envolvam o uso de documentos eletrônicos.
Por Daniel Augusto Assad de Oliveira e Leandro Jekimim Goulart, integrantes do Laboratório da Tecnologia Aplicada da UNESP de Bauru (SP).
Para saber mais sobre o tema acesse:
http://www.openxmlcommunity.org
http://www.iso.org
Qual o atual estado do código aberto?
Acabo de dar-me conta que já se vão dois anos de Porta25. Em meu primeiro post, no dia 21 de abril de 2006, eu comentava de minha participação no 7.o Fórum Internacional de Software Livre. Na época, a convite da Infomedia TV, eu e outros colegas da Microsoft participamos de uma série de debates, desde conceituais, sobre licenças, até extremamente técnicos, sobre aspectos de desenvolvimento e integração de ambientes. O título desse primeiro post era “A Discussão é Livre”.
Ainda que muita coisa tenha se passado nesses dois anos, com a Microsoft liberando mais e mais de sua produção sob licenças de código aberto e buscando contribuir e interagir cada vez mais com a comunidade de desenvolvimento, vejo que o espírito desse blog mantém-se o mesmo, e bem vivo! Recentemente publicamos aqui uma série de podcasts onde discutimos a relação da Microsoft com a comunidade de código aberto e o acordo entre a Novell e a Microsoft, entre vários outros assuntos.
No final de março, nos Estados Unidos, a InfoWorld promoveu uma mesa redonda sobre o estado do código aberto onde estavam presentes vários ícones do mundo Linux e OpenSource, mas onde a Microsoft também se fez presente através de seu diretor de estratégias de plataformas, Sam Ramji.
Talvez o que mais tenhamos buscado nessa iniciativa de comunicação e abertura é manter não só a interoperabilidade entre sistemas e ambientes, mas a interoperabilidade de pessoas e pensamentos, de forma que sigamos aprendendo cada vez mais uns com os outros. A discussão segue livre! Obrigado aos leitores que nos permitiram manter esse espaço por dois anos! Que muitos anos mais venham!
Microsoft e OpenPegasus
Uma das coisas mais importantes em ambientes informatizados complexos, compostos de vários computadores rodando vários sistemas operacionais, é a capacidade de gerenciar todo esse ambiente e, individualmente, cada um de seus componentes. Essa é uma das preocupações da DMTF – Distributed Management Task Force, que propôs e incentiva os padrões CIM – Common Information Model (Modelo comum de informação).
A fim de melhor interoperar com diversas plataformas e colaborar com o desenvolvimento de sistemas de gestão de ambientes informatizados, a Microsoft passou a fazer parte do comitê diretivo do OpenPegasus, projeto em código aberto do OpenGroup que implementa os padrões CIM.
Para saber mais, visite os links com os quais recheei este post e também o blog de Sam Ramji no Port25.




