Podcast MDVIS
Direto do laboratório do Innovation Center da UFRGS, mais um podcast. Desta vez, a voz da vez é a de Marcio Zacarias, bolsista do projeto MDVIS. Cesar Brod e Marcio falam sobre realidade aumentada, visualização com múltiplos displays e a boa recepção que o projeto tem tido em eventos, justamente porque é mais fácil demonstrá-lo do que falar sobre ele. Por isso mesmo, vale a pena navegar pelo blog do projeto ver as fotos e vídeos e não deixe de ouvir este podcast na sessão podcasts.
Middleware Linux dá flexibilidade à virtualização do Windows
O projeto LiMiddle, de Linux Middleware, foi desenvolvido pelo laboratório de interoperabilidade da UNESP e tem como objetivo preparar um middleware baseado na plataforma Gnu/Linux que tenha os mínimos componentes necessários para permitir a virtualização do Microsoft Windows em computadores com configuração de hardware heterogêneas.
Na prática, com o LiMiddle o usuário poderá executar um Microsoft Windows instalado em um HD local, um dispositivo de armazenamento portátil, como um pendrive USB ou ainda distribuindo pela rede. São vários cenários de deployment de desktop que tornam o LiMiddle um ferramenta muito poderosa e versátil ao lado de outras já conhecidas para deployment de Thin Clients Windows sobre middlewares Linux.
Saiba mais sobre o projeto através do link: http://www.ltia.fc.unesp.br/ltia2006/Artigos/Middleware_Linux.pdf ou também através do Codeplex.
Interop Router no WSPPD 2008
Na última quinta-feira, 18 de Setembro, a equipe do Innovation Center da Unicamp viajou rumo a Porto Alegre para participar do VI Workshop de Processamento Paralelo e Distribuído – WSPPD 2008 – sediado no Instituto de Informática da UFRGS para apresentar o projeto Interop Router.
Em formato de breves apresentações e explorando os diversos trabalhos aceitos, o evento foi dividido em quatro sessões: Programação Paralela e Aplicação, Arquitetura de Computadores, Computação em Grade e Cluster e Escalonamento. Durante os intervalos das apresentações os participantes reuníam-se para coffee breaks, e nestes momentos os participantes puderam trocar suas figurinhas e conversar mais sobre os projetos. O ambiente era favorável às discussões: alunos e pesquisadores, café e bolachas.
No voô de retorno, nem a turbulência surpresa atrapalhou a animação da equipe, que tirou diversas fotos dessa gratificante experiência. Clique aqui e confira algumas fotos do evento.
Codeplex passa a oferecer suporte ao SVN
O SVN é, de longe, o sistema de controle de versões de código-fonte mais utilizado pela comunidade de código aberto. E o suporte ao SVN pelo Codeplex era um dos itens mais solicitados por seus usuários, inclusive os desenvolvedores dos Innovation Centers de Interoperabilidade e Open Source . No último dia 14 de setembro, Sara Ford escreveu um post no Codeplex Weblog sobre a disponibilidade de suporte ao Tortoise SVN, o que, na prática, permite que os usuários utilizem seu cliente SVN preferido para seu controle de versões. Mais informações e instruções aqui, no post original da Sara.
Mulheres no mercado de TI
O post de hoje é dedicado ás mulheres do mercado de TI. Convidamos um time de professoras, bolsistas e pesquisadoras do Innovation Center da UFRGS para um bate papo que contou com a participação da professora Luciana Nedel, coordenadora dos projetos VART e MDVIS a professora Taisy Weber, pesquisadora nas áreas de tolerância a falhas e sistemas distribuídos; Bárbara Bellaver, bolsista do projeto HL2GLSL; Luciéli Tolfo Beque, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Computação e participante do grupo de Sistemas Embarcados; Sonia Andrea Lugo Vázquez, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Computação e pesquisadora na área de ‘Jogos em um ambiente Pervasivo’; além de Joice Käfer, formanda em Engenharia da Computação que, junto com Cesar Brod, da Brod Tecnologia trabalha na gestão dos projetos dos Innovation Centers. Dentre os assuntos discutidos estão as razões pelas quais as mulheres estão presentes, ou não, no mercado de TI, oportunidades, diferenças relacionadas ao gênero, preconceitos e possibilidades futuras. Estes e outros assuntos foram também debatidos no evento WIT – Women in Information Technologysize=”1″>, que aconteceu entre os dias 12 e 18 de julho de 2008 em Belém do Pará.
Podcast princípios de interoperabilidade
No podcast de hoje Fabio Cunha apresenta os chamados princípios de interoperabilidade, anunciados em fevereiro deste ano por Steve Ballmer,CEO da Microsoft. Neste momento ele afirmou que este é um passo muito importante para a empresa; aumentando as oportunidades de negócio e escolha para os clientes e desenvolvedores, além de tornar nossos produtos mais abertos e por compartilhar maior informação sobre nossas tecnologias.
Confira este e outros na sessão podcasts. E não percam na semana que vem uma série de podcasts sobre segurança!
Interoperabilidade A.C.
Não, o título não se refere à corrente alternada, mas a Antes de Cristo. Quando falamos de interoperabilidade lembramos que, mesmo com o mais recente uso e divulgação do termo, ele se refere à algo muito antigo. Desde o início da computação comercial existiu a necessidade de máquinas de diferentes fabricantes conversarem entre si. Um dos exemplos que mais gosto de citar sobre o assunto são os “kits de interoperabilidade elétrica” que as pessoas que viajam muito eram obrigadas a comprar para poderem ligar seus notebooks e outros aparelhos nos diversos países que visitavam. Hoje, a tal interoperabilidade de conexão elétrica já é garantida, na maior parte das vezes, pelas fontes de alimentação dos notebooks, que aceitam múltiplos tipos de tensão e freqüência de corrente. De qualquer forma, definidos os devidos padrões, a interoperabilidade é cada vez mais fácil e viável. Mas a equipe de nosso Innovation Center na Unicamp foi mais além: começou a levantar as questões de interoperabilidade na época da torre de Babel em um artigo bem humorado que reproduzo integralmente abaixo. Boa leitura!
Babilônia – 2500 A.C.
Todos falam a mesma língua. Maravilha! “Vamos construir uma torre alta o suficiente para chegar aos céus”. Sim, alguém teve essa idéia brilhante…
Lógico que Deus não gostou: “Espertões! Assim perde toda graça de ir pro céu. Para entrar aqui tem de fazer um monte de coisas que não tem nada a ver com esse artigo! Vai cada um pra um canto e todo mundo vai falar uma língua diferente!”.
Desde então, é só atravessar um rio um pouco mais largo que já não entendemos mais nada do que estão falando.
Um tal de Alan Turing veio e disse: “Faça-se o computador”. Foi um pouco mais difícil que no caso de Deus. O Turing, coitado, não terminou em 7 dias com direito a descanso. Ele, como todo computeiro depois dele, teve de passar várias noites em claro até que desse certo.
Depois dele veio um monte de gente, mas o problema já tinha sido criado há mais de 4500 anos: ninguém se entende, muito menos os computadores.
Criaram-se vários idiomas para eles e, em geral, muito pouco do que um entende, o outro entende do mesmo jeito – quando entende alguma coisa.
Independente de você estar interagindo com sistemas de um parceiro, acessando dados de um mainframe, conectando-se a aplicativos escritos em diferentes linguagens de programação ou tentando fazer o logon em sistemas múltiplos, a integração entre tecnologias heterogêneas, simultânea à redução dos custos, é atualmente uma dor de cabeça constante pra quem trabalha com TI.
Depois de bater um pouco a cabeça (que já doía), descobriu-se que não havia uma maneira mágica de resolver esse problema. As camadas de middleware não funcionam bem; compatibilidade, a nível de código, é inviável e é até difícil achar um adjetivo para o quão difícil seria tornar os sistemas intercambiáveis. A solução, como uma aspirina, foi óbvia. Deram para ela o nome feio de interoperabilidade.
Ela segue a idéia básica do porquê da internet funcionar em várias plataformas: protocolos. Com o conhecimento comum de protocolos básicos, os diferentes softwares podem interagir consistentemente, com pouco ou nenhum conhecimento dos demais.
Esse compromisso com comunicação entre programas vem sendo exigido de empresas que produzem software e a “interoperabilidade por design” vem se tornando essencial para lidar com a heterogeneidade do mercado.
Afinal, descobrimos que construir pontes é mais seguro do que fazer torres!
Autores: Raul Kist, Henrique Baggio, Bruno Melo, Daniele dos Santos e Ivo Trivella – construtores de pontes.
Plantas disponíveis em http://www.codeplex.com/LMSU
Recursos de Privacidade do Internet Explorer 8
Confira no blog Negócios de Risco um post sobre o beta 2 do Internet Explorer 8, que além de recursos de segurança ele traz publicamente pela primeira vez dois novos recursos de privacidade, o InPrivate Browsing e o InPrivate Blocking.
Para ver o post na íntegra clique aqui.
Novidades em Virtualização
Está previsto para as próximas semanas o lançamento do Microsoft Hyper-V Server 2008. Trata-se de um novo produto gratuito de virtualização de servidor baseado na tecnologia hypervisor “Hyper-v” já utilizada no Windows Server 2008. O Microsoft Hyper-V Server 2008 oferece uma solução de virtualização simplificada, confiável e otimizada que permite consolidar as cargas de trabalho tanto do Windows quando do Linux em um único servidor físico.
Já o System Center Virtual Machine Manager 2008 permite que os clientes configurem, implantem novas máquinas virtuais e gerenciem sua infra-estrutura a partir de um ponto central, independentemente do servidor onde essa infra-estrutura seja executada: Windows Server 2008 Hyper-V, Microsoft Virtual Server 2005 R2, Microsoft Hyper-V Server 2008 ou VMware Virtual Infrastructure 3.
A Microsoft exibiu pela primeira vez um recurso de migração ao vivo do Windows Server 2008 R2. A migração ao vivo utiliza a tecnologia integrada de hipervisor e recursos que permitem aos clientes mover aplicativos em execução entre os servidores por todo o centro de dados para se adaptarem às necessidades computacionais dinâmicas e em constante mudança. Também foi anunciado o Application Virtualization 4.5, que possibilita aos usuários de desktop aproveitar todo o poder do Windows Vista por meio do fluxo contínuo de aplicativos pesados (com inúmeros recursos) para o desktop.
Confira o texto na íntegra clicando aqui.
Tech-Ed 2008
O Tech-Ed Brasil 2008 apresentará aos profissionais de TI e Desenvolvedores inúmeros recursos técnicos com conteúdo preparado especialmente para o encontro. Você poderá organizar sua agenda tendo como opções dezenas de apresentações. Conhecerá as últimas versões dos nossos produtos e poderá conversar pessoalmente com funcionários da Microsoft e com especialistas do mercado. Neste ano o evento contará como keynote Steve Ballmer, que desembarca em São Paulo na primeira quinzena de outubro para fazer a abertura do evento. Nos últimos 20 anos, Ballmer esteve à frente de várias divisões da Microsoft, incluindo operações, desenvolvimento de sistemas operacionais, vendas e suporte. Em Janeiro de 2000 assumiu a gestão global da empresa.
O Tech-Ed acontece de 14 a 16 de agosto no Expo Transamérica, inscreva-se já clicando aqui
Tecnologia e Contracultura
Quem fornece tecnologia tem que estar de olho no que os consumidores estão falando. No evento Interop São Paulo, do qual participamos no mês passado e sobre o qual falaremos mais a respeito, Peter Coffee, keynote speaker do evento, disse que as empresas devem participar ativamente, junto com seus consumidores, de fóruns e comunidades que falam sobre elas e seus produtos. “As empresas têm que ser as anfitriãs das festas, e não meras participantes”, disse Peter. Eu acredito que também é importante observar o real sentimento dos usuários de tecnologia em geral, indo além dos blogs e sites de notícias de tecnologia. A porta 25, o canal de comunicação, tem que estar aberta a múltiplos tipos de informação. Por isso, o post de hoje é sobre uma revista eletrônica com uma história que começa em 1975 o NÃO, ou NAO-TIL. Em sua mais recente edição, a de número 83, o NÃO trata do tema Tecnologia e Contracultura,falando sobre Internet, Pirataria, Woodstock, Campus Party e muitas outras coisas. O NÃO 83 tem a edição de Cesar Brod, figurinha carimbada para os leitores do Porta 25.
Escovando Bits
Nos Innovation Centers de Open Source e Interoperabilidade apoiados pela Microsoft temos projetos que possuem um apelo visual, são fáceis de explicar e demonstrar a usuários que não sejam da área de tecnologia, enquanto outros são dedicados a desenvolvedores, tratam questões específicas de processamento paralelo e linguagens para placas gráficas.
Não por isso, um determinado projeto é mais ou menos importante que outro e, aqui no Porta25, procuramos falar sobre todos eles. Para conferir isto, tente esta busca no Live . Para aqueles que gostam mesmo de escovar mesmo os bits, o blog do projeto HL2GLSL é um prato cheio! Em um de seus últimos posts, Bárbara Bellaver relata como implementar, no GLSL, uma função que não existe no HLSL. Parece grego para você? Não faz, mal! Para o pessoal que tem que se preocupar com interoperabilidade de jogos e aplicações gráficas em três dimensões, isso faz sentido. Saiba mais sobre o projeto HL2GLSL aqui. Conheça os demais projetos dos Innovation Centers de Open Source e Interoperabilidade aqui.
WebCast com Sam Ramji
Você tem ouvido falar das iniciativas de interoperabilidade e código aberto da Microsoft, que muitas vezes geraram dúvidas e polêmicas. Agora você tem a chance de conversar com o Sam Ramji, Diretor do Open Source Software Lab da Microsoft, que irá falar sobre a influência do código aberto no Windows Server 2008 em um WebCast aberto ao público no próximo dia 8 de setembro, às 18h00. O WebCast será em inglês. Aproveite a oportunidade e tire suas dúvidas! Para se inscrever basta clicar aqui.




