Porta25 passa a utilizar o WordPress, a plataforma open source mais utilizada no mundo por blogueiros
Porta25 passa a utilizar o WordPress, a plataforma open source mais utilizada no mundo por blogueiros.
Há poucos meses a Microsoft anunciou uma forte parceria com os desenvolvedores da comunidade WordPress através da nossa plataforma online Windows Live, seguindo essa tendência e para reforçar nosso compromisso com a interoperabilidade e com a comunidade open source, o Porta25 passa também a utilizar a plataforma WordPress.
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Documentos criados no Microsoft Office podem ser publicados em repositórios MediaWiki
A fundação Open Education Resource (OER), do Ministério de Educação da Nova Zelândia, e a Microsoft desenvolveram conjuntamente uma extensão open source para o Microsoft Word. Escrita em C#, ela permite que os materiais de estudo desenvolvidos em programas da suíte de produtividade Microsoft Office possam ser salvos diretamente em repositórios baseados na MediaWiki, como o WikiEducator.
A ferramenta gratuita pode ser baixada aqui e, uma vez instalada, ela acrescenta a opção "MediaWiki" à função padrão "Save as" (ou "Salvar como") do Microsoft Word. O código fonte, que serve de referência para outros desenvolvedores interessados em adicionar funcionalidades personalizadas ao "Salvar como" do Microsoft Office, está disponível sob a licença Apache 2.0 aprovada pela OSI e pode ser baixado aqui.
O projeto demonstra a natureza aberta, extensível e interoperável da suíte Microsoft Office e ainda mostra a crescente relação entre o desenvolvimento open source e a plataforma Microsoft.
Microsoft certifica primeiro aplicativo web de código aberto para rodar no Windows
Muita inovação no universo do software vem ocorrendo na internet e na nuvem, e além disso, estamos vendo uma maior preocupação e aceitação do software de código aberto nas plataformas Microsoft Windows.
Os programas de Certificação par Windows da Microsoft são bem conhecidos por indicar produtos de software e hardware que tenham sido arduamente testados para trabalhar perfeitamente sobre a plataforma Windows. Esta semana a Microsoft certificou o primeiro aplicativo web de código aberto preparado para rodar no Windows. Trata-se do SilverStripe CMS, que alcançou o status de Solução certificada para Windows Server 2008 R2".
Sigurd Magnusson, co-fundador do Projeto Silverstripe.org e gerente de relacionamento de negócios da SilverStripe.com, diz que a certificação Windows Server destaca o fato de que seu produto foi desenvolvido em conformidade com as melhores práticas da Microsoft e testado por um parceiro certificador independente.
Quer saber mais sobre esse caso de sucesso? Veja detalhes aqui. Ou clique aqui para saber mais sobre os programas de certificação de soluções da Microsoft.
Ferramenta da Microsoft reduz chances de exploração de brechas de segurança
Por mais diferentes que sejam, todos os programas possuem algum tipo de vulnerabilidade. Mais do que isso, muitas dessas brechas de segurança são parecidas e ocorrem devido aos mesmos descuidos de programação, conforme explica o especialista Altieres Rohr, neste post, publicado pelo IG.
E essa similaridade tem uma vantagem: permite a criação de algumas tecnologias que conseguem impedir a exploração dessas vulnerabilidades. É o caso do Enhanced Mitigation Experience Toolkit (EMET), ou Kit de Ferramentas de Experiência de Atenuação Melhorada, em tradução livre. Criada e oferecida para download pela Microsoft, a ferramenta permite ao usuário obrigar o software a usar recursos de proteção que muitas vezes simplesmente não são habilitados pelos programadores. Com o EMET, ao serem obrigatoriamente utilizados ainda que inicialmente desabilitados, eles reduzem o impacto de várias falhas de segurança.
A ferramenta de segurança da Microsoft permite o uso forçado dos recursos de Prevenção de Execução de Dados (DEP, na sigla em inglês) e Disposição Aleatória dos Mapas de Memória (ASLR, também na sigla em inglês). DEP e ASLR impedem que alguns erros de programação comuns resultem em vulnerabilidades exploráveis. O EMET pode ser baixado no site da Microsoft.
O máximo que acontece com um programa com DEP e ASLR ativado diante de uma tentativa de exploração que ataca uma falha impedida por eles seria o travamento. Sem eles, a consequência poderia ser, por exemplo, a instalação de um vírus.
Quer saber mais detalhes sobre a ferramenta? Então visite a página do EMET na web.
Desenvolvedores já podem enviar seus aplicativos para o Windows Phone 7
Agora os desenvolvedores de aplicativos para smartphones rodando o Windows Phone 7 já podem divulgar suas criações pelo mercado. É que a Microsoft recentemente abriu as portas do seu programa de aplicativos para Windows Phone 7 para desenvolvedores. O envio de aplicativos era feito apenas por convite, mas agora qualquer desenvolvedor disposto a desembolsar US$ 99 por ano para a App Hub poderá apresentar seus aplicativos para a loja. Os membros da App Hub também poderão enviar jogos para a X-Box Live sem pagar nenhuma taxa adicional.
A Microsoft leva de três a cinco dias para certificar e publicar um aplicativo. Os requisitos de certificação podem ser vistos aqui.
Os membros da App Hub também terão um teste gratuito do serviço de analytics móvel da PreEmptive. De acordo com o site Windows Phone 7 da empresa, os desenvolvedores terão acesso a informações como número de sessões da aplicação, número de usuários únicos, contagem e duração de uso da ferramenta e estatísticas de estabilidade.
Corra! Tire seus aplicativos do anonimato!
Organização de interoperabilidade conclui trabalho de padrões para web services
A Web Services Interoperability Organization (WS-I) concluiu esta semana os trabalhos de padronização para interoperabilidade de serviços de internet. Desde 2002, a organização vinha desenvolvendo perfis, aplicativos para testes e ferramentas de testes para facilitar a interoperabilidades de web services.
Foi necessário muito trabalho para fazer com que produtos reais trabalhassem totalmente integrados com base nos padrões da WS-I. Quando a WS-I foi criada, a interoperabilidade de aplicativos web XML era muito frágil, principalmente quando utilizadas as especificações SOAP e WSDL no topo desses aplicativos. Era possível que uma especificação se tornasse um padrão reconhecido com muito pouca informação sobre se as implementações daquelas especificações conseguiriam interoperar. Enfim, os testes realizados antes da especificação se tornar um padrão visava mais determinar se as especificações poderiam ser implementadas em conjunto com outra em um cenário real, do que se as implementações existentes poderiam interoperar entre si.
A comunidade de serviços web aprendeu muito na WS-I. E os profissionais da Microsoft e de outras empresas que trabalharam junto com a WS-I no estabelecimento desses padrões aprendemos muito sobre como fazer com que os aplicativos de nossos diferentes clientes pudessem interoperar ao longo de nossas plataformas.
Para ajudar e dar suporte a todo esse esforço, a Microsoft compilou diretrizes adicionais em um website dedicado. Confira aqui!
Já para saber mais detalhes sobre os últimos testes e desenvolvimentos da WS-I para a finalização do projeto da WS-I, leia o recente post do blog de interoperabilidade da Microsoft.
Microsoft contribui para open source com linguagem F#
A tempo para o primeiro Workshop F# em Educação, em Boston, a Microsoft anunciou a disponibilidade do esperado código fonte para um compilador F#2.0 e uma biblioteca como parte do F# PowerPack.
A novidade reforça o comprometimento da Microsoft com a F#, incluindo a F# em Visual Studio. Segundo Don Syme, pesquisador da Microsoft Research, a companhia está empenhada a lançar o F# "in a box". Esta é, segundo ele, a verdadeira motivação por trás da F#: uma experiência de qualidade em programação funcional no Visual Studio. É com essa finalidade, de acordo com o pesquisador, que sua equipe acaba de disponibilizar uma biblioteca e compliação de códigos. "Estamos ansiosos por ver o papel que elas terão sobre o desenvolvimento de ferramentas e educação.
Esse código fonte está sob a licença Apache 2.0 e foi publicado como parte do projeto codeplex F# PowerPack. O F# PowerPack agora inclui bibliotecas, ferramentas e códigos de compilação.
Quer saber mais detalhes sobre as novas ferramentas para desenvolvimentos F#? Então veja a íntegra do post de Don.
Zend lança interface para desenvolvimento de aplicativos portáteis para nuvem
Agora os desenvolvedores especializados em linguagem PHP poderão criar aplicativos móveis de cloud computing. É que a Zend Technologies apresentou, durante a conferência ZendCon 2010, realizada na semana passada, nos Estados Unidos, o Zend Framework 1.11.
Trata-se de um framework de aplicativo PHP com mais de 15 milhões de downloads e contribuição de mais de 500 empresas, incluindo a Microsoft, Amazon, IBM, Adobe e Google.
Durante o anúncio, a Zend disse que o novo framework oferece acesso para desenvolvedores aos primeiros lançamentos do projeto Simple Cloud API. Entre eles estão:
· Integração de serviços de documentos, que permite que os desenvolvedores utilizem uma variedade de soluções de storage, como Amazon SimpleDB e Windows Aure Table.
· Integração de serviços de fila, que permite aos desenvolvedores desempenharem operações assíncronas para facilitar o carregamento de páginas pesadas, com pré-caching e outras. Essas integrações podem ser feitas com os serviços Amazon Simple Queue System (SQS), Microsoft Windows Azure Queue e todos os adaptadores suportados pelo componente Zend Framework Zend_Queue.
· Integração de serviços de storage, para que os desenvolvedores levem para a nuvem recursos estáticos como imagens e arquivos. Atualmente, os serviços suportados incluem o Amazon Simples Storage Service (S3), Microsoft Windows Azure Blog storage e Nirvanix.
O acesso ao Windows Azure pela Simple Cloud API pode ser feito através do Windows Azure SDK for PHP, um projeto patrocinado pela Microsoft e desenvolvido pela RealDolmen.
Para saber mais sobre o novo framework para serviços móveis na nuvem, veja o post publicado no blog Port25.




