Mais colaboração à vista
Em mais um passo rumo à colaboração, a Microsoft anunciou hoje o lançamento do HTML 5 Labs, que vai permitir que desenvolvedores experimentem e colaborem com a formatação do novo padrão, fundamental para o desenvolvimento de aplicações na nuvem ou que utilizem os browsers de Internet. Para quem não se lembra, as funcionalidades do HTML 5 são divididas em duas categorias: as especificações padrão estáveis já implementadas no Internet Explorer 9; e as especificações emergentes, agora disponíveis para desenvolvedores no HTML 5 Labs.
Todos sabem que a internet tem se desenvolvido muito rapidamente, e que o desafio da interoperabilidade é crescente e não é diferente com o HTML 5. Um desafio crítico para os desenvolvedores no novo ambiente é garantir que eles estejam escrevendo aplicações utilizando especificações que continuarão a funcionar. Ao contrário de outros browsers, o Internet Explorer 9 tem uma abordagem pronta para a nova linguagem, garantindo que os desenvolvedores possam usá-la desde já endereçando as preocupações do que está estável ou não. É a garantia de que seus sites continuarão a funcionar no futuro.
Outras empresas estão implementando especificações em seus browsers precipitadamente, colocando os desenvolvedores sob o risco de construir um site que poderá quebrar quando as especificações se tornarem padrões e forem amplamente suportadas e adotadas. Se as especificações forem implementadas cedo demais, há o risco de inconsistências e instabilidades que vão exigir novos ciclos de desenvolvimento.
Na prática, o HTML5 Labs dá aos desenvolvedores uma plataforma estável para experimentar sobre o IE9, sabendo que seus sites continuarão trabalhando com as novas atualizações. Ao oferecer esta suíte de testes, o Internet Explorer elimina gaps e oferece o melhor browser para o uso de códigos compatíveis com os novos padrões. Além disso, o Microsoft’s Interoperability Bridges & Labs Center, da Microsoft, vai publicar os protótipos das implementações para especificações instáveis quando mudanças significativas forem esperadas.
Os primeiros protótipos a serem publicados incluem uma extensão WebSockets para o IE e um plug-in IndexedDB. A Websockets é uma tecnologia implementada em browsers que simplifica a comunicação envolvendo soquetes TCP e que tem um protocolo que está se tornando padrão. Já o IndexedDB é um padrão W3C Web para o armazenamento de grandes quantidades de dados estruturados no browser, utilizado em pesquisas de alto desempenho. A Microsoft identificou estes protótipos com base em sua frequente instabilidade e pelo alto valor que ele oferece aos desenvolvedores.
2011 será o ano da Cloud Computing para a América Latina
Redução de custos, eficiência e novas oportunidades de negócio provaram ser fatores-chave para a adoção de Cloud Computing em 2010. Para a Microsoft, esses fatores serão cruciais ao longo de 2011 para aumentar a adoção da Computação em Nuvem por empresas da América Latina. Além dos benefícios da implementação da nuvem como um modelo de negócio, o sucesso desta adoção está intimamente relacionado com a habilidade da empresa para entender os diferentes tipos de nuvens que estão disponíveis, bem como identificar o melhor modelo para diferentes tipos de empresas.
Estudos sustentam a previsão de crescimento da Cloud Computing. Segundo o Gartner, até 2012, 80% das 1.000 empresas do ranking da Fortune vão usar algum serviço de Cloud Computing, enquanto 20% delas não terá ativos de TI. A Sougatech, por sua vez, prevê que até 2014 mais de 40% das novas despesas de TI de uma empresa, mais de 45% das novas cargas de trabalho de TI e mais de 25% do total da força de trabalho dos departamentos de TI serão baseados na nuvem.
De acordo com a IDC, os serviços em nuvem poderiam acrescentar mais de US$ 57 bilhões em receita líquida de novos negócios para a economia latino-americana entre o final de 2009 e o final de 2013. "O mercado de serviços em nuvem crescerá cinco vezes mais rápido do que o restante do mercado de TI, atingindo mundialmente US$29 bilhões em 2011, um valor significativo considerando que a tecnologia é recente", afirma Ricardo Villate, vice-presidente da IDC na América Latina. "No próximo ano, a indústria de tecnologia será marcada pela constante expansão da Cloud Computing, dado que o mercado global precisa de um modelo que seja radicalmente superior em termos de aquisições de recursos tecnológicos com o menor custo possível. Nesse sentido, o modelo de nuvem é certamente a melhor resposta", diz o analista.
Para as empresas, um dos benefícios mais atraentes de uma implantação de Cloud Computing é a redução de custos. "Reconhecemos que mudar ou modificar o modelo de TI dentro de uma empresa é uma importante decisão, principalmente para garantir o custo-benefício", diz César Cernuda, vice-presidente de Vendas, Marketing e Serviços da Microsoft América Latina. "A Microsoft tem demonstrado claramente que, quando as empresas migram seu modelo de TI para a nuvem, elas podem ter uma redução de custos de 10 a 50%, eliminando hardware, operações e custos com upgrade", completa o executivo.
Para as empresas que estão apenas começando a adotar Cloud Computing, é importante considerar os diferentes tipos de nuvens disponíveis e selecionar o mais adequado para suas necessidades. Os modelos mais comuns incluem a Nuvem Privada, Nuvem Pública e os que usam a nuvem para implementar o software como serviço.
Nuvem Privada
A Microsoft ajuda as empresas a construírem as suas próprias nuvens privadas em sua infraestrutura através da virtualização. Por exemplo, uma empresa que precisa de novos servidores para oferecer um novo serviço aos seus clientes pode aproveitar as tecnologias de virtualização assim como os servidores construídos no Windows Server 2008 R2. Isso permite que a Microsoft possa implementar o modelo de uma maneira rápida e com custo-benefício, sem os clientes terem que investir em caros equipamentos de hardware.
Nuvem Pública
A Microsoft ajuda empresas e desenvolvedores a usarem a nuvem pública como plataforma. Um exemplo disso é o uso do Windows Azure pelos desenvolvedores. Ao usar a nuvem como plataforma é possível desenvolver, instalar, executar e gerenciar aplicativos sem a necessidade de uma grande infraestrutura de TI.
Para conhecer mais sobre a nuvem e as soluções, ferramentas e recursos da Microsoft, visite Cloud Power website.
Add-on da Microsoft habilita vídeos codificados a rodarem em Firefox no Windows
equipe de Internet Explorer da Microsoft anunciou nesta quarta-feira (15) mais um fruto do seu trabalho no sentido da interoperabilidade de tecnologias. A equipe disponibilizou um novo add-on do Firefox que permite aos usuários que rodam o browser sobre o Windows assistirem a vídeos codificados em H.264 no HTML5. Para isso basta utilizarem uma capacidade incluída no Windows 7.
Conhecido como Extensão HTML5 para Windows Media Player Firefox, o plug-in pode ser baixado gratuitamente aqui . Ele estende a funcionalidade da versão anterior do plug-in para Firefox e permite que páginas da internet que tragam vídeo no formato H.264 utilizando o padrão HTML5 da W3C funcionem no Firefox no Windows. Como o vídeo H.264 é predominante na web hoje, essa ponte de interoperabilidade é de grande importância para os usuários de Firefox que utilizam o sistema operacional Windows.
Para saber mais sobre o novo plug-in lançado pela Microsoft, leia o post completo publicado nesta quarta-feira no blog Port25.
Microsoft cria ecossistema para cloud computing no Brasil
Durante encontro de fim de ano com a imprensa brasileira, Michel Levy, presidente da Microsoft Brasil, falou sobre a criação de um ecossistema de cloud computing da Microsoft no Brasil. Segundo ele, a computação na nuvem é foco prioritário das ações da Microsoft no país, e conta com mais de 30 mil programadores para o desenvolvimento de linhas de produtos.
De fato, todas as atenções estão direcionadas para cloud computing. Levy explicou que a computa��ão na nuvem estabele um novo paradigma de negócios. "Pode ser na nuvem pública; pode ser numa combinação híbrida ou numa nuvem privada. Mas é fato que nossa obrigação é oferecer serviços contínuos de TI. E a nuvem democratiza esse modelo", destacou o executivo em encontro com a imprensa realizado no último dia 10.
Levy disse ainda que o Brasil foi o país que apresentou o maior crescimento entre os países que compõem o Bric (Brasil, Rússia, India e China). E falando mais uma vez sobre cloud computing, Levy garantiu que há ainda um caminho para ser percorrido com relação à adoção da tecnologia. "Há mitos para serem derrubados, mas estamos aqui para trabalhar. Posso garantir que estou com a nuvem na cabeça, mas com os pés no chão", completou.
Durante o encontro, o presidente ainda falou sobre a possibilidade de a Microsoft ter um data center próprio no Brasil e contou que uma das grandes apostas para 2011 é o lançamento do Office 365, totalmente na nuvem, e que já está em beta nos Estados Unidos.
Projeto da Unicamp otimiza computação de alto desempenho em ambientes heterogêneos
Parceiro da Microsoft desde 2006, o laboratório do Instituto de Computação da Universidade de Campinas (Unicamp) vem desenvolvendo uma série de projetos relacionados a Computação de Alto Desempenho (mais conhecida pela sigla HPC, acrônimo para High Performance Computing). O projeto Virtual Cluster Orchestration System (ViCOS), publicado no Codeplex, por exemplo, busca prover uma infraestrutura heterogênea para processamento de aplicações de HPC sob demanda, levanto em conta os recursos disponíveis no ambiente físico. "A infraestrutura para HPC é muito cara e em muitos casos não é utilizada em sua totalidade", justifica Sandro Rigo, professor da Unicamp e um dos coordenadores do Laboratório de Sistemas Computacionais da universidade.
O objetivo é fazer um uso inteligente do processamento ocioso do ambiente, aproveitando momentos de ociosidade do sistema e também liberando os recursos que não estão sendo usados. O foco pode ser tanto em ganhos de desempenho como em economia de energia, usando conceitos de computação em nuvem para criar um ambiente flexível, econômico e tolerante a falhas para o processamento de tarefas de alto desempenho.
Interoperabilidade
Através dele, é possível integrar, numa mesma infraestrutura, clusters HPC de plataformas diversas – hoje a Unicamp trabalha com Windows HPC Server 2008 R2 e Plataforma open source baseada em Linux – e até mesmo formar um ambiente de propósito misto, contendo tanto clusters como máquinas de usos diversos. "Isso pode permitir que um laboratório da universidade, que contém máquinas dedicadas ao uso dos alunos, possa ser usado para executar tarefas de alto desempenho, usando o poder computacional ocioso do ambiente", exemplifica Rigo. "Isso tudo é feito sob demanda e automaticamente pelo sistema, de acordo com a carga de operação do ambiente."
O ViCOS faz uso de virtualização, usando Hyper-V Server 2008, de forma que os cluster HPC são formados por máquinas virtuais (VMs) rodando sobre o hardware real de forma transparente. Além disso, outros conceitos de computação em nuvem são usados para garantir que os clusters de alto desempenho virtualizados possam se adequar ao ambiente de acordo com a demanda.
Usando uma infaestrutura de um cluster de torelancia a falhas e técnicas como "live migration" de máquinas virtuais, características providas na tecnologia de "Failover Clustering" presente no Windows Server 2008 R2, é possível fazer com que as VMs sejam movidas pela sistema físico conforme a política de escalonamento adotada, que pode visar tanto um ganho de desempenho, balanceamento de carga ou até economia de energia. A migração transparente garante também que as VMs, que são os componentes dos clusters HPC, fiquem protegidas contra falhas nas máquinas físicas, uma vez que, em caso de problemas, as VMs podem migrar para uma máquina que esteja funcionando corretamente.
Projeto da Microsoft equipa alunos para ministrarem cursos de criação de sites
A Microsoft Canadá aproveitou o lançamento do blog Port25 local para dar início à apresentação de uma série em vídeo documentando os aprendizados do The Yorkville Media Centre, conhecido como YMC.
Julia Stowell, gerente de comunidade da Microsoft Canadá, conta que após um período de nove semanas, os participantes embarcaram no desafio de aprender a construir um site, em paralelo com materiais para ministrar cursos, que equiparão cada estudante para ensinar seus próprios tipos de aulas YMC – em suas comunidades, aos amigos ou a quem quer que tenha interesse em ouvir.
O projeto da sala de aula é construir um site YMC capaz de promover o compartilhamento e desenvolvimento junto com a comunidade. Você pode assistir a um novo vídeo por semana aqui e acompanhar a família YMC. O novo site do YMC será lançado em janeiro de 2011. Você poderá encontrar diversos recursos, incluindo discussões de alunos, links para as tecnologias utilizadas e apresentações de diferentes sessões.
Quer saber mais sobre o projeto? Então leia aqui o post completo da Julia.
Microsoft convida estudantes de todo o mundo a resolverem os maiores problemas da humanidade com a tecnologia
A Microsoft anuncia o programa “Imagine Cup Solve This” (ou, Imagine Cup Resolve Isto, em português), para servir de inspiração para estudantes que querem contribuir para resolver os problemas mais difíceis do mundo. A iniciativa permite que Organizações Governamentais Internacionais (OIGs), Organizações Não Governamentais (ONGs) e organizações sem fins lucrativos peçam a ajuda dos brilhantes e apaixonados estudantes que competem na Imagine Cup, a Copa do Mundo da Computação promovida pela Microsoft, para desenvolver soluções inovadoras para os maiores problemas do mundo.
As primeiras organizações a participar do programa são: NetHope, United Nations Development Programme (UNDP), United Nations Industrial Development Organization (UNIDO), United Nations Programme on Youth, United Nations World Food Programme (WFP), United Nations Food and Agriculture Organization (FAO), United Nations World Health Organization (WHO), United Nations Environment Programme (UNEP), U.S. Agency for International Development (USAID), e a organização sem fins lucrativos Robin Hood Foundation de Nova Iorque.
As ONGs, Organizações Governamentais Internacionais e entidades sem fins lucrativos muitas vezes enfrentam desafios difíceis, enquanto trabalham para resolver questões globais como educação e alfabetização, socorro a desastres, sustentabilidade ambiental e saúde mundial. Tais organizações reconhecem que as soluções tecnológicas podem expandir o alcance de seus serviços e ajudar a torná-los mais eficientes para entender às necessidades de seus assistidos. Através do programa “Imagine Cup Solve This”, a Microsoft oferece um mercado de ideias no qual os estudantes podem optar por criar soluções como parte do concurso anual Imagine Cup. Em suas solicitações, as organizações participantes pediram para os jovens criarem as seguintes soluções:
• Soluções de Tecnologia para promover e apoiar as organizações e educadores que fazem leitura de livros para crianças e estimular o interesse precoce pela literatura.
• Um sistema de gestão de conhecimento online, ou um "campus online", com conteúdos educacionais e salas de aula virtuais para diferentes áreas de interesse, permitindo que os professores possam interagir, colaborar e compartilhar informações com os alunos.
• Dispositivos móveis ou fixos para capturar e enviar vídeos ou transmitir programas ao vivo em áreas remotas e condições adversas.
• Uma plataforma colaboração e comunicação integrada que incentive a participação de jovens nos esforços de desenvolvimento global.
"A competição Imagine Cup oferece aos estudantes que são apaixonados por questões sociais, a oportunidade de resolver problemas com a tecnologia", diz Pamela Passman, vice-presidente corporativa de Global Corporate Affairs da Microsoft. "Para ajudar os alunos a terem novas ideias de projetos, criamos o programa “Imagine Cup Solve This”, que os conecta com organizações sem fins lucrativos e organizações que necessitam de novas abordagens para os diversos problemas que enfrentam. Essa iniciativa mostra como estamos evoluindo a competição para capacitar os alunos a ajudar e fazer a verdadeira diferença no mundo", comenta.
Os estudantes já podem registrar-se para a Imagine Cup 2011 e acessar uma biblioteca de problemas apresentados pelas organizações para encontrar sugestões de projetos que tratam das questões que mais críticas para o mundo. Os alunos podem colocar suas ideias em ação, enquanto criam soluções tecnológicas em diversas categorias da competição. Mais detalhes sobre a Imagine Cup 2011 e seus desafios estão no site http://www.imaginecup.com
A Microsoft planeja expandir o “Imagine Cup Solve This” com o passar do tempo, para incluir apresentações globais de ONGs, Organizações Governamentais Internacionais e entidades sem fins lucrativos que estejam interessadas em participar.
Agora em seu 9º ano, a Imagine Cup cresceu e se tornou uma competição global com mais de 325.000 alunos, representando 100 países e regiões que participaram da competição no ano passado. Tipicamente, os estudantes definem os problemas que irão resolver por meio de pesquisas, pela sua paixão pelas causas sociais, e por inspiração nas Metas de Desenvolvimento do Milênio estabelecidas pela ONU. Os problemas apresentados no “Imagine Cup Solve This” complementam os problemas identificados pelos próprios estudantes. Os alunos participantes aprendem novas habilidades, fazem novos amigos e têm a oportunidade de mudar o mundo. A final mundial da Imagine Cup 2011 será realizada pela primeira vez nos EUA, na cidade de Nova Iorque, entre os dias 08 e 13 de julho – pela primeira vez os Estados Unidos serão os anfitriões da fase final da competição.




