Aplicativos para Windows Phone 7 na nuvem

30 de March de 2011 por Djalma Andrade · Deixe um comentário
Categoria: Blog 

Agora os desenvolvedores de aplicativos móveis para Windows Phone 7 poderão facilmente colocar suas criações na nuvem. É que a Microsoft publicou recentemente no Codeplex, site de hospedagem de projetos de código aberto da companhia, um toolkit do Windows Azure para Windows Phone 7.

 O kit foi desenvolvido justamente para facilitar que esses desenvolvedores criem aplicativos móveis que ajudem a aprimorar serviços de cloud computing rodando no Windows Azure.

 Conforme publicado na página do projeto no Codeplex, o toolkit inclui templates de projeto do Visual Studio para o Windows Phone 7 e Windows Azure, além de bibliotecas otimizadas para uso no telefone, aplicativos que podem ser utilizados como exemplo e documentação.

 Se você quer começar a trabalhar no Windows Azure, você pode baixar a plataforma gratuitamente por 30 dias – experimente o Windows Azure Pass com o código promocional “CloudCover”. Para mais detalhes, veja o Windows Azure com Free Pass.

Ferramentas Python para Visual Studio entram em beta

29 de March de 2011 por Djalma Andrade · Deixe um comentário
Categoria: Blog 

Assim como contou Mary-Jo Foley, que escreve para o blog All About Microsoft, da ZDNet, a companhia publicou no CodePlex, seu site de hospedagem de projetos de código aberto, um teste baseado em ferramentas Python para Visual Studio. Trata-se de um plug-in open source para o Visual Studio 2010.

 Esse plug-in é licenciado sob Apache 2.0 e desenvolvido pelo Grupo de Computação Técnica da Microsoft e permite que desenvolvedores utilizem todos os principais recursos de produtividade do Visual Studio para criar código Python utilizando tanto CPython, quanto IronPython.

 Ele adiciona novos recursos, como clusters de computação de alto desempenho para escalar código. Junto com uma das distribuições-padrão, o plug-in pode ser utilizado para transformar o Visual Studio em uma poderosa IDE de Computação Técnica.

 Quer saber mais? Mais detalhes sobre o plug-in estão disponíveis no post publicado por Peter Galli, da Microsoft, no blog Port25. Confira!!

Primeiro plugin para Eclipse facilita desenvolvimento Java no Windows Azure

23 de March de 2011 por Djalma Andrade · Deixe um comentário
Categoria: Blog 

A Microsoft anunciou a disponibilidade do primeiro Preview de Tecnologia para a Comunidade (CTP) de um novo plugin para Eclipse para facilitar o desenvolvimento e a implantação de aplicativos web para o Windows Azure.

O novo Plugin do Windows Azure para Eclipse com Java é um projeto de código aberto lançado sob a licença Apache 2.0. Esse projeto foi desenvolvido pela Persistent Systems e a Microsoft está oferecendo assistência técnica e de infraestrutura para ele. O CTP ainda não está completo, e agora a Microsoft está recebendo feedbacks para assegurar que a configuração, empacotamento e implantação no Windows Azure seja facilmente integrada às práticas comuns dos profissionais que desenvolvem aplicativos em Java.

O plugin adiciona uma série de wizards e diálogos ao Eclipse, que conduzem o desenvolvedor Java no ajuste de todas as configurações do projeto. O plugin foi desenvolvido sobre o Windows Azure Starter Kit for Java (lançado em fevereiro) – é um projeto de template que inclui os arquivos típicos que constituem um projeto Java, bem como os elementos necessários para empacotar e implantar seu aplicativo no Windows Azure.

Documentação e outros recursos

Toda a documentação e os tutoriais relacionados a Java e Windows Azure estão sendo publicados em uma nova seção (aberta em fevereiro) do site www.InteropBridges.comhttp://java.interopbridges.com/cloud

Sim, o Windows Phone aceita aplicativos open source

22 de March de 2011 por Djalma Andrade · Deixe um comentário
Categoria: Blog 

Houve uma série de discussões recentemente sobre o texto do Acordo para Provedores de Aplicativos do Windows Phone Marketplace, principalmente sobre as “Excluded Licenses”. Na ocasião, a Microsoft deixou claro que é possível publicar aplicativos open source no marketplace, contanto que eles sejam publicados sob uma licença “permissiva”, como Apache ou BSD.

Em um post publicado esta semana no Port25, Gianugo Rabellino, director senior de comunidades open source da Microsoft, anunciou um desenvolvimento nessa frente, que prova que a companhia está não apenas ouvindo a comunidade e revendo o atual acordo, mas também tentando responder de maneira mais clara. Na última terça-feira (8), a equipe de Windows Phone fez o seguinte anúncio:

 

“Nós entendemos o desejo de que as políticas para aplicativos desenvolvidos sob licenças open source sejam esclarecidas. O Acordo para Provedores de Aplicativos do Windows Phone Marketplace  (APA) já permite aplicativos sob a BSD, MIT, Licença Apache Software 2.0 e Microsoft Public License. Nós planejamos atualizar a APA em breve para que fique claro que também permitimos a publicação de aplicativos sob a Licença Pública Eclipse, Mozilla e outras licenças similares, e que continuamos explorando a possibilidade de absorver licenças adicionais OSS.”

Protótipo WebSockets tem nova atualização

21 de March de 2011 por Djalma Andrade · Deixe um comentário
Categoria: Blog 

Conforme seguimos adiante no sentido de atualizar protótipos o mais rapidamente possível em nosso HTML5 Lab, temos o prazer de contar que fizemos um novo upgrade no protótipo WebSockets. Esse passo coloca a implementação em linha com a recém-lançada Especificação de Protocolo WebSockets 05.

A especificação 05 apresenta algumas mudanças no algoritmo de masking. Especificamente, a chave de masking não é mais originada pela informação que cliente e servidor trocam no primeiro contato, mas está agora toda baseada e mantida em cada frame.

A WebSockets é uma tecnologia desenvolvida para simplificar muito da complexidade em torno dos canais de comunicações bi-direcionais e full-duplex, sobre um único soquete de Protocolo de Controle de Transmissão (TCP). Ela pode ser implementada em browsers de internet e servidores web, bem como ser utilizada por qualquer aplicativo cliente ou servidor.

Além disso, uma vez que acreditamos muito fortemente na importância da interoperabilidade, testamos nossa implementação com outra implementação WebSockets 05 que utiliza C++ e roda em Linux: libwebsockets.

Para verificar isso, configuramos uma máquina Fedora Linux com libwebsockets em nosso laboratório de interoperabilidade. Também configuramos outra máquina Windows 2008 R2 no laboratório e instalamos nossos bits de protocol WebSockets 05 nela. O Libwebsockets já vem com samples de cliente e servidor, então decidimos utilizá-los para testes.

Neste link você pode conferir, com direito a imagens das telas, as configurações testadas neste projeto de interoperabilidade.

Entrevista com James Utzschneider – Lançamento Porta25 no Azure

21 de March de 2011 por Djalma Andrade · Deixe um comentário
Categoria: Blog, Podcasts 

Nesta entevista, James Utzschneider, Gerente Geral de Open Source da Microsoft Corporation, fala sobre o lançamento do Porta 25 rodando em Windows Azure e também sobre ações de Interoperabilidade e Open Source que a empresa vem conduzindo “on-premises” e em “cloud computing”.

 

Microsoft migra seu canal de comunicação com a comunidade open source para Azure

16 de March de 2011 por Djalma Andrade · Deixe um comentário
Categoria: Blog 

São Paulo, 16 de março de 2010 – Escrito em WordPress (projeto open source gratuito para desenvolvimento de blogs) e com features em PHP, o Porta 25 (http://www.porta25.com.br), canal de comunicação que a comunidade open source tem com o Open Source Software Lab da Microsoft, acaba de migrar para a plataforma de desenvolvimento da companhia na nuvem, o Azure.
“Migrar para a nuvem é o futuro da companhia”, afirma James Utzschneider, Gerente Geral de Estratégia Competitiva da Microsoft. O executivo também explica que não há sensação de ruptura entre uma plataforma e outra, já que a nuvem absorve várias aplicações. “Os desenvolvedores devem atentar para essa tendência de mercado em todo o mundo”.
O Porta25 está no ar desde 2006 e já conta com mais de 19 mil acessos por mês. No Brasil, seu conteúdo é administrado por Djalma Andrade, gerente de estratégias de plataforma da Microsoft Brasil e responsável pelas questões de interoperabilidade da empresa.

Porta 25 a partir de hoje esta na “nuvem”

15 de March de 2011 por Djalma Andrade · Deixe um comentário
Categoria: Blog 

Caros, estamos hoje anunciando o lançamento do Porta 25 rodando em Azure.
Estamos neste momento, com a presença do James Utzschneider (Gerente Geral Mundial de Estratégia Microsoft), em uma sessão de lançamento com blogueiros.
Estaremos postando mais informações sobre este importante marco na sequencia.

Obrigado,

Kit aprimora experiência de desenvolvedores Java no Windows Azure

14 de March de 2011 por Djalma Andrade · Deixe um comentário
Categoria: Blog 

Desde que foi lançado, o Windows Azure oferece opções aos desenvolvedores. Ele permite o uso de múltiplas linguagens (como .NET, PHP, Ruby e Java) e ferramentas de desenvolvimento (como Visual Studio e Eclipse) para a criação de aplicativos que rodem no Azure ou que utilizem qualquer um dos serviços da plataforma Windows Azure a partir de outra plataforma de cloud computing ou on-premises. Os desenvolvedores Java tiveram algumas opções para utilizar o Windows Azure, como Windows Azure SDK para Java ou a Solução de Acelerador Tomcat.

Durante o PDC10, apresentamos nosso plano de aprimorar a experiência dos desenvolvedores Java no Windows Azure. E, no final de fevereiro, lançamos um CTP (Community Technology Preview) do Windows Azure Starter Kit para Java, que permite que os desenvolvedores Java simplesmente configurem, empacotem e instalem seus aplicativos web no Azure. O objetivo desse CTP é obter feedback dos desenvolvedores para conseguir “esculpir” a experiência correta para eles – e principalmente ter certeza que a configuração, empacotamento e implantação no Windows Azure possam ser facilmente integrada às práticas comuns desses profissionais.

O que é o Windows Azure Starter Kit para Java?
O Starter Kit foi desenvolvido para trabalhar como ferramenta de linha de comando única ou no ambiente integrado de desenvolvimento (IDE) do Eclipse. Ele utiliza Apache Ant como parte do processo de construção, e inclui uma extensão Ant capaz de entender as opções de configuração do Windows Azure.

O Windows Azure Starter Kit para Java é um projeto open source lançado sob a licença Apache 2.0 e está disponível para downlod em http://wastarterkit4java.codeplex.com/.

Quer saber mais detalhes ou o que vem dentro do Windows Azure Starter Kit para Java? Neste post publicado no blog Interop@Microsoft os desenvolvedores podem conferir em detalhes, com muitas imagens e informações, o projeto de serviços em cloud do Windows Azure.

Desenvolvedora de games atende a mais de 100 mil usuários por dia com plataforma de cloud

14 de March de 2011 por Djalma Andrade · Deixe um comentário
Categoria: Blog 

A chilena Atakama Labs desenvolve e opera jogos 100% baseada em cloud computing

Com o suporte da computação em nuvem, a chilena Atakama Labs colocou em produção o game Online Terranova. Voltado para as redes sociais, o jogo roda na nuvem, sobre a plataforma Windows Azure, e recebe, entre Facebook e Orkut, cerca de 100 mil novos assinantes por dia.

“É incrível poder dizer que temos mais transações do que um banco. Nosso data center está na nuvem e isso é um processo totalmente transparente, que nos permite focar completamente no desenvolvimento de novos jogos, não apenas para a web, mas para tablets e smartphones”, afirma
Tiburcio de la Cárcova, CIO da Atakama Labs. Para manter o Terranova no ar, a empresa utiliza 100 instâncias de Windows Azure, a custos reduzidos, que variam de acordo com o tráfego e os recursos necessaries.

A Atakama Labs foi criada com base no programa da Microsoft BizSpark para start-ups provedoras de serviços de internet e já baseada em Windows Azure. Isso permitiu que a companhia economizasse um volume substancial de dinheiro com infraestrutura e licenças de software e destinassem seus recursos ao reforço de sua equipe criativa e dos desenvolvedores. “Nós utilizamos tecnologias de nível global, que normalmente são utilizadas por grandes corporações, mas que agora se tornam acessíveis a pequenas empresas como a nossa”, disse De La Cárcova, acrescentando que a companhia desenvolve em .NET.

“Graças ao poder da nuvem, empresas como a Atakama Labs vêm criando soluções que aprimoram consideravelmente os serviços oferecidos aos seus consumidores”, comentou Alexis Castañares, chefe do grupo de Windows Azure na Microsoft América Latina. Ao utilizar soluções de cloud computing, como o Windows Azure, as companhias conseguem desenvolver, implementar e gerenciar aplicativos sem precisar investir em grandes infraestruturas de TI. Dessa forma, elas conseguem concentrar esforços e recursos em projetos de negócios, sabendo que terão por trás uma infraestrutura de primeira linha para suprotá-los.

W3C aprova proposta da Microsoft de padrão para proteção contra reastreamento web

10 de March de 2011 por Djalma Andrade · Deixe um comentário
Categoria: Blog 

A W3C aceitou a proposta da Microsoft para a criação de um padrão W3C para a Proteção de Ratreamento Web. Ao formalizar a sugestão da companhia, a comissão abre caminho para o início do processo de padronização.

Uma parte importante do trabalho da Microsoft na W3C está em ser um membro ativo nos grupos de trabalho existentes, bem como na identificação de novas áreas importantes nas quais os usuários e a indústria podem se beneficiar de uma abordagem comum.

Está claro que a privacidade é uma ótima candidate à padronização, dada a preocupação expressada por consumidores, acadêmicos e pelos governos em todo o mundo.

Uma questão comum é sobre o que exatamente tem sido submetido à padronização e como esse processo funciona. Essencialmente, a especificação para Proteção de Rastreamento Web foi desenvolvida para ajudar os usuários a bloquearem conteúdos associados ao rastreamento online.

A proposta consiste de duas partes:
• Listas de filtros, que podem reforçar as preferências de privacidade dos usuários ao evitar que eles enviem solicitações indesejadas a servidores de internet que rastreiam internautas.
• Uma preferência de usuário, que é transportada por uma propriedade DOM e um header HTTP para ser utilizada por sites e páginas da web para respeitar a privacidade do usuário.

Juntas essas tecnologias podem ser utilizadas para aprimorar a proteção à privacidade dos usuários, além de prover acesso a conteúdos e serviços que respeitem as preferências de privacidade desses usuários.

À propósito, a Microsoft já está implementando as Listas de Proteção a Rastreamento no IE9 RC, representando tanto a vontade do usuário, como uma forma de fazer valer o novo modelo de privacidade.

Para entender melhor o processo de padronização da W3C, vale dar uma lida no post publicado por Jean Paoli, membro da equipe de interoperabilidade da Microsoft, no blog Interoperability@Microsoft.

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