Hotmail para Kindle Fire
Em mais uma ação no sentido da interoperabilidade, tão logo a Amazon anunciou o Kindle Fire, a Microsoft lançou uma versão do Hotmail desenvolvida especialmente para o novo tablet. Agora os usuários do Kindle Fire podem contar com os recursos já familiares do Hotmail.
O Hotmail para Kindle Fire é apenas mais um da série de aplicativos que desenvolvemos no último ano para dispositivos móveis não-Microsoft. Entre eles também estão o OneNote para iPhone e iPad, e o cliente Lync para Android e iPhone.
Fique ligado porque continuaremos nesse caminho ao longo deste ano, e queremos saber que outros aplicativos de produtividade você gostaria de ver levada para outras plataformas.
Cloud9 IDE permite implantações de Node.js no Azure a partir de plataformas não-Microsoft
Durante o Node Summit realizado na semana passada, Scott Guthrie, da Microsoft, apresentou uma nova maneira de implantar o Windows Azure: Cloud9 IDE. O Cloud9 IDE é um ambiente de desenvolvimento baseado em browser e de plataforma cruzada para o Node.js. É atualmente uma das ferramentas mais modernas para desenvolvedores Node e está disponível para desenvolvedores de qualquer plataforma.
Em sua apresentação, Scott fez uma demonstração do Cloud9 IDE rodando em um Mac para construir e implantar um aplicativo Node.js no Windows Azure, provando também que o Windows Azure é uma plataforma de cloud aberta e flexível que permite que os desenvolvedores criem aplicativos utilizando qualquer linguagem, ferramenta ou framework.
A demo do Scott ainda apresentou o Windows Azure SDK para Node.js, lançada como open source no mês passado – ele está disponível para download no Github. O release é fruto de meses de trabalho conjunto entre a Microsoft e a Joyent.
Você pode saber mais sobre o que rolou no Node Summit e como o Windows Azure ajuda os clientes a tirarem proveito da abertura e flexibilidade da nuvem nos blogs do Azure e Port25.
Colaboração com parceiros open source aprimora gestão de cloud
Esta semana a Microsoft anunciou um importante marco em seus produtos e na sua estratégia de cloud computing: a disponibilidade do System Center 2012 Release Candidate (RC), que já pode ser usado pelos consumidores para construírem suas nuvens privadas.
Com o System Center 2012,a Microsoft apresenta uma oferta que entrega muitas das capacidades de gerenciamento esperadas em uma nuvem privada, com as melhores relações de custo disponíveis. Um dos principais dogmas das soluções de cloud privada da Microsoft e do System Center 2012 é a “plataforma cruzada desde o início”. “Sabemos que nossos clientes têm mesclado ambientes. Então queremos ajudá-los em suas tarefas de gerenciamento de múltiplos hypervisors e sistemas operacionais. Os parceiros da Microsoft têm um papel muito importante no sentido de ajudar clientes a utilizarem todo o potencial do System Center. Eles fazem isso ao estenderem o suporte a plataformas que não sejam Microsoft.
Alguns parceiros já deram um passo adiante nesse sentido, trabalhando com o Grupo de Soluções Abertas (OSG) da Microsoft para desenvolver suas ofertas, baseadas nas capacidades de plataformas cruzadas do System Center, que são mais acessíveis e fáceis de usar.
A SUSE e o OSG da Microsoft, por exemplo, trabalham juntos desde 2006, e já ajudaram mais de 800 clientes a se beneficiarem de esforços conjuntos para aprimorar interoperabilidade e suporte entre Windows e Linux.
Outro bom exemplo dessa colaboração pode ser visto na BridgeWays, provedora de pacotes de gerenciamento que estendem o monitoramento do System Center a uma variedade de aplicativos e bancos de dados rodando em plataformas Microsoft e não-Microsoft, incluindo Linux, UNIX e VMware.
Em um post escrito para o blog Openess @ Microsoft, Matt Theodores, gerente geral de estretégia de marketing do Grupo de Soluções Abertas da Microsoft, fala sobre essas e outras parcerias bem-sucedidas no sentido de facilitar o suporte à interoperabilidade entre tecnologias Microsoft e não-Microsoft.
Se você se interessa ou trabalha com múltiplas plataformas, vale a pena conferir esse post.
Como a tecnologia aberta do Kinect influencia inovações
O Kinect talvez seja um dos melhores exemplos de openness (abertura de código da história da Microsoft. A opinião é de Colette Stallbaumer, director de marketing e operações da Microsoft. Em um post publicado no blog Openess@Microsoft, ele fala sobre como o Kinect conquistou milhões de usuários com sua “tecnologia invisível”.
Você provavelmente já conhece esse modelo de entretenimento acessível a todos, sem controles remotos e sem obstáculos entre o usuário e a tecnologia. No entanto, você talvez desconheça todo o caminho que ela percorreu até se transformar no que é hoje. “Com o suporte de uma comprometida comunidade de entusiastas, o equipamento originalmente desenvolvido para revolucionar o entretenimento rapidamente evoluiu para além dos games e chegou às inovações de negócios em todo o mundo”, diz o executivo em seu post.
Em seu artigo, Stallbaumer detalha o quanto e como o Kinect se transformou de um instrumento de diversão para uma ferramenta de inovação em diferentes áreas de negócios, incluindo saúde. E, tão importante quanto, ele explica como a abertura de código dessa tecnologia influenciou o seu uso para suportar tamanhas inovações,inclusive entre as comunidades de desenvolvedores e entusiastas open source ao redor do mundo.
Stallbaumer fez uma rápida retrospectiva na qual recorda que o ano passado foi repleto de surpresas inovadoras, como o lançamento do SDK do Kinect para Windows. O executivo ainda fala sobre aquilo que está por vir e sobre o programa de aceleração de desenvolvimento de soluções baseadas no Kinect, Kinect Accelerator.
Enfim, se você é desenvolvedor ou se simplesmente curte saber como o Kinect influenciou inovações ao redor do mundo, vale a pena ler o artigo completo de Stallbaumer.
Centro de Tecnologia Microsoft é inaugurado no Brasil
A Microsoft inaugurou no Brasil o maior Microsoft Technology Center (MTC) da América Latina. O MTC, que já é referência mundial de inovação em 17 países, permite a organizações, parceiros e clientes ter uma noção exata de como a tecnologia pode ser aplicada às suas necessidades e ainda mensurar seu impacto real.
Em seus 1300m2, as organizações poderão desfrutar de ambientes de desenvolvimento e implementação, centros interativos nos quais será possível degustar as mais recentes tecnologias e interagir com soluções de interface natural, além de laboratórios de soluções de indústria e salas multitarefas. O Envisioning Center é uma das principais experiências, pois se trata de um espaço que permite visualizar, por meio de cenários customizados, como o portfólio de soluções da Microsoft suporta e viabiliza as estratégias das organizações, permitindo que realizem todo o seu potencial.
Com 700 terabytes de capacidade de armazenamento em um datacenter com 360 processadores, o MTC dá acesso às tecnologias mais recentes da Microsoft e até mesmo às futuras, ainda em versão beta. No MTC, localizado em São Paulo, toda infraestrutura conta com a colaboração de 15 parceiros – AMD, Brocade, Dell, EMC, Emerson, Emulex, HP, Intel, Jabra, NetApp, Nokia, Panduit, Polycom, Schneider e SMART – que vêem nele uma oportunidade para demonstrar suas soluções integradas com a plataforma Microsoft.
O MTC combina o melhor da tecnologia e do conhecimento da Microsoft às soluções de seus parceiros. Deste modo é possível idealizar, planejar, desenvolver, implementar, operar e otimizar soluções inovadoras de tecnologia, testando os resultados em um ambiente que traduz a realidade das organizações. Ou seja, ele oferece a possibilidade de entidades dos mais variados setores testarem a gestão de suas plataformas e a interoperabilidade de seus recursos; realizarem provas de conceito; e verem como a nuvem pode ser utilizada para reduzir custos e consumo de energia.
Dentre as várias possibilidades de experiência no MTC, os usuários podem desde realizar briefings estratégicos com uma equipe especializada, até desenhar arquiteturas de negócios e testar o resultado das implementações. A definição do escopo dos projetos fica mais palpável, as soluções são confeccionadas sob medida e a transferência de tecnologia ocorre de forma planejada.
Impacto na sociedade
Está prevista ainda a utilização do MTC por ONGs, estudantes e empreendedores que participam dos projetos da Microsoft, tais como o BizSpark – programa de apoio ao empreendedorismo – e a Imagine Cup – Copa do Mundo da Computação. Eles poderão utilizar as tecnologias de ponta da Microsoft para desenvolver soluções ainda mais inovadoras e as que tiverem sido premiadas na Imagine Cup, assim como as soluções de destaque das startups ficarão disponíveis para que as mais variadas entidades as possam experimentar. Um exemplo é a solução ProDeaf (Programa de Apoio ao Portador de Deficiência), que transforma voz em língua de sinais (LIBRAS) e vice-e-versa, ajudando portadores de deficiência a se comunicar amplamente.
“O investimento de US$ 10 milhões na construção do Centro de Tecnologia Microsoft na cidade de São Paulo vem reforçar o genuíno compromisso da Microsoft com o desenvolvimento do País, a criação de oportunidades para toda sua rede de parceiros e o fomento à inovação nos mais variados níveis da sociedade”, afirma Michel Levy, presidente da Microsoft no Brasil.
Desenvolvedores levam game de iOS para o Internet Explorer
Desenvolvedores tiraram proveito do poder do HTML5 e da engine JavaScript do Internet Explorer 9 para trazer para o browser o popular game de iOS Cut The Rope.
Em mais um passo no sentido da interoperabilidade, a equipe de Internet Explorer da Microsoft se juntou com o ZeptoLab (criadores do game) e com especialistas do Pixel Lab para fazer o Cut The Rope rodar perfeitamente no IE9.
A versão nativa do jogo para iOS é muito complexa, com cerca de 15 mil linhas de código baseadas em Objective-C. Os desenvolvedores tiraram proveito da engine JavaScript para conseguir vencer o maior de todos os desafios do projeto: levar todo esse código complexo para o browser sem perder a personalidade e alta qualidade a que os jogadores de Cut The Rope estão acostumados.
O resultado final é uma tradução autêntica do game para a web, explorando aquilo que o HTML5 tem de melhor: gráficos canvas-rendered, áudio e vídeo baseado em browser, estilo CSS3 e a personalidade das fontes WOFF.
Os desenvolvedores interessados em saber mais detalhes sobre essa “tradução”e aprender a criar seus próprios sites HTML5 encontram todos os detalhes do trabalho em www.cuttherope.ie. Ah, e o game rodando em HTML5 pode ser visto no mesmo endereço.
Desenvolvedores: bibliotecas Windows Azure para Java estão disponíveis
Boa notícia para os desenvolvedores Java: estão disponíveis as bibliotecas Windows Azure que oferecem acesso baseado em Java para funcionalidades exibidas através da API REST no Windows Azure Service Bus.
Você pode fazer o download das bibliotecas Windows Azure para Java no GitHub.
Este é um passo inicial, já que continuamos trabalhando para que o Wndows Azure seja uma excelente plataforma de cloud para diferentes linguagens, incluindo .NET e Java. Se você usa o Windows Azure Service Bus no Java, por favor, conte-nos o que achou das novas bibliotecas e como podemos melhorá-las. Seu feedback é muito importante para o nosso trabalho.
Para obter mais informações sobre elas, você pode visitar o Windows Azure Java Developer Center.
Interoperability e openness são questões importantes para a Microsoft, nossos consumidores, parceiros e desenvolvedores. Por isso, acreditamos que essas bibliotecas permitirão que aplicativos Java se conectem mais facilmente ao Windows Azure, principalmente no Service Bus, fazendo com que aplicativos escritos em outras linguagens possam interoperar facilmente umas com as outras através do Windows Azure.
Curitiba tem curso gratuito de programação em Windows Phone 7
Se você é da região de Curitiba, possui conhecimentos de C#, está aqui uma oportunidade e tanto para aprender a desenvolver para Windows Phone 7. E o melhor: de graça!
Professores e alunos da pós-graduação em Desenvolvimento de Software em Mercados Internacionais e profissionais do Microsoft Innovation Center de Curitiba promovem palestras e cursos que são oferecidos para a comunidade interna e profissionais de Tecnologia da Informação.
O curso será ministrado no Centro de Estudos de Engenharia Civil “Professor Inaldo Ayres Vieira”, no Campus Centro Politécnico da Universidade Federal do Paraná (IFPR). Com carga horária de 20h, acontece de 16 a 20 de janeiro, em dois horários: das 8h às 12h ou das 13h30 às 17h30.
As vagas são limitadas e a seleção dos candidatos será feita por ordem de inscrição e com prioridade para alunos e servidores da UFPR e tempo de experiência profissional.
Mais detalhes e informações sobre pré-inscrição podem ser obtidos neste link.
PHP com Windows Server e IIS: Uma parceria de sucesso!
Por Fabrício Sanchez*
Houve um tempo na história, onde, profissionais que trabalhavam majoritariamente com a linguagem PHP não trocavam informações com profissionais que trabalhavam com outras plataformas, especialmente a plataforma .NET. Evidente que os problemas nunca foram derivados das tecnologias (PHP e .NET), mas sim, de algum tipo de preconceito (se com razão ou não, não sou eu quem vai dizer) que a comunidade open source nutria pela Microsoft. O fato é que, por muitos anos, mesmo com ambas as tecnologias sendo boas, elas nunca convergiram.
Nos últimos 4-5 anos, a Microsoft vem mudando este quadro e quebrando paradigmas. Tem se aproximado da comunidade PHP e tem implementado diversas iniciativas para incentivar a interoperabilidade de suas soluções. Como prova desta afirmação, basta analisar o container para execução de páginas server-side da empresa, o IIS (Internet Information Services). Hoje temos PHP trabalhando de forma nativa dentro do IIS (utilizando tecnologias como FastCGI e WinCache, ambas construídas com o apoio maciço da comunidade PHP) e não apenas funcionando, funcionando de forma consistente, suportando grandes cargas de requisições e dados. Além disso, a Microsoft tem investido também na construção de drivers e kits de acesso a dados, para que PHP na plataforma Windows, trabalhe nativamente com SQL Server, a plataforma de armazenamento e gerenciamento de dados da empresa.
Em um texto bem bacana publicado em seu blog, Fabrício Sanchez apresenta alguns aspectos técnicos relacionados ao suporte nativo oferecido pelo IIS ao core da linguagem PHP e, como consequência, exaltar evidências que o faça considerar este cenário ao colocar suas aplicações PHP em ambiente de produção.
Se você desenvolve em PHP, vale a pena ler o artigo.
*Fabrício Sanchez é desenvolvedor e especialista em produtos da Microsoft
Microsoft libera protocolo web para iOS
Comprometida em promover a interoperabilidade entre tecnologias, a Microsoft deu mais um passo na frente de software open source. O projeto OData Library para Objective-C foi submetido à galleria de dados, linguagens e interoperabilidade de sistemas da Fundação Outercurve.
Isso significa que o OData4ObjC, o cliente OData para iOS, agora é um projeto open source totalmente suportado pela comunidade.
O Protocolo Open Data (OData) é um protocol de internet utilizado para comunicação entre dispositivos cliente e serviços web RESTful. Ele simplifica a construção de queries e a interpretação das respostas enviadas pelo servidor. Além disso, especifica a forma como um serviço de internet pode estabelecer suas semânticas de maneira que uma biblioteca genérica consiga expressá-las para um aplicativo – isso significa que os aplicativos não precisam ser escritos de maneira customizada para uma única fonte.
A Fundação Outercurve já hospeda 19 projetos de OSS e, como Spyros Sakellariadis, gerente da Galeria observa em um post no seu blog, este é o segundo projeto de OData da galeria. O primeiro foi o projeto OData Validation, submetido em agosto de 2011.
“Com este novo projeto, esperamos envolver ainda mais os desenvolvedores da comunidade open source com a melhoria das bibliotecas OData”, disse.
Arlo Belshee, gerente senior de programa da Microsoft, diz em um post em seu blog que a abertura de código da biblioteca cliente OData para Objective C permitirá suporte de primeira classe para esta importante plataforma. “Combininado com o suporte existente para Android (Odata4j, OSS e Windows Phone (no odata-sdk da Microsoft), este release oferece suporte uniforme para todos os principais telefones”, afirma.




